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Várzea Grande

Dentista e enfermeiro morrem de covid-19 em VG

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A Prefeitura de Várzea Grande, a Secretaria Municipal de Saúde e o Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus (COVID 19), lamentaminformar com pesar e consternação, os óbitos de dois importantes aliadoscontra a pandemia, o cirurgião dentista Pedro Camargo de Oliveira, 57anos  lotado na Clínica de Atenção à Saúde Miguel Baracat  “24 dedezembro”(antiga Policlínica) e oenfermeiro Gonçalo Benedito de Barros,42 anos, lotado na UPA Cristo Rei.

“Ambos foram dedicados funcionários dasaúde pública e emprestaramseus esforços no combate a pandemia e a salvarem muitas das vidasdaqueles contaminados pela doença”, disseram a prefeita Lucimar Sacre de
Campos, o secretário de Saúde, Diógenes Marcondes e asecretária-adjunta, Maria das Graças Metello.

 

 

Redação

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Várzea Grande

Para discutir maior dotação orçamentária para a Saúde, líder da prefeita retira projeto por “pressão’ de vereadores

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A Câmara Municipal de Várzea Grande não acatou a proposta de distribuição de recursos do Governo Federal, destinados ao município, no valor de R$ 74 milhões, que segundo os Projetos de Lei 57,58 e 59/ 2020, de autoria do Poder Executivo que destinaria R$ 11 milhões para Secretaria de Seviços Públicos e R$ 32 milhões e suspendeu a votação do crédito adicional.
Para autorizar o crédito adicional especial, os vereadores devem aprovar o Projeto na Lei Orçamentária-LDO e no Plano Plurianual-PPA.
O Governo Federal repassará ao município em quatro parcelas, o valor de 74.548.585,48 milhões, com objetivo de diminuir os efeitos da queda de arrecadação de ICMS,FPM e ISQN e financiar às despesas de custeio das ações relacionadas ao combate do Covid-19.

O vereador Miguel Angel (PSDB) criticou a proposta de distribuição do recurso e argumentou que Várzea Grande necessita de leitos, medicamentos e equipamentos para profissionais da Saúde.
“Nós vereadores falamos que estamos lutando pela saúde do municípe e não podemos aceitar apenas R$ 4 milhões para o setor, um valor minimo, nós temos falta de medicamento, falta material para testagem, necessidade de hotelaria para atendimento de pacientes, melhorar o pagamento para os profissionais da linha de frente de combate a pandemia, este recurso deve ser todo aplicado na saúde, o que sobrar faz asfalto, faz Alameda, faz o que quiser”, detalhou.
Antes da retirada do projeto pelo líder da prefeita Pedro Paulo Tolares (DEM), o vereador Carlos Garcia apresentou emenda propondo 5 % do total dos recursos e metade da verba que conforme o texto seria destinada à Secretaria de Obras para a Saúde.

Já a vereadora Gisa Barros (DEM), explicou que os valores orçados para Secretaria de Infraestrutura (obras) e da Secretaria de Serviços Públicos, está na “contramão”, já que a Saúde ficaria com uma pequena parte.
“Precisamos investir em leitos de enfermaria, aquisição de medicamentos e kits covid, estamos em um momento onde a prioridade é investirr na Saúde”, cutucou a parlamentar.

O vereador Rogério de França – Rogerinho da Dakar (PSDB), também criticou o projeto e a falta de planejamento, por parte da prefeitura municipal.

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