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De seo Luiz

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EDUARDO GOMES

Deus, em sua infinita bondade, permitiu que este imenso, abençoado e ensolarado Mato Grosso passasse várias vezes por meu olhar de Rondolândia a Santa Terezinha, de Nova Bandeirantes a Alto Taquari. Na estrada por mais tempo que a caminhada do povo hebreu pelo deserto, conheço sonhos e frustrações mato-grossenses, nessa terra onde o Estado não consegue acompanhar o desenvolvimento que brota da têmpera da população aqui nascida ou que trocou seu berço por esta terra.

Temos um universo com 903 mil km² em 141 municípios com 3,4 milhões de indivíduos que se dividem entre bolsões de riqueza e um mar de pobreza que desafia a linha da miséria. Entendo que a única forma de bem governar Mato Grosso é por meio de sintonia e identificação com sua gente. É preciso conhecer a realidade e o ser humano que a vive. Infelizmente o quê da identificação governante-governado é a grande ausência, o elo que falta para que tenhamos a terra que queremos. Esse quê esteve presente no primeiro governo de Blairo Maggi (2003-06). Cobri suas andanças, o vi junto ao povo e naquele período vivemos um ciclo que para alguns foi canteiro de obra.

Mato Grosso não é respeitado tanto quando deveria quando o assunto é o princípio federativo. Nossa terra é um dos pilares da política de segurança alimentar mundial, é rica em minerais, tem roteiros turísticos que precisam de exploração. Somos paraíso tratado com indiferença. Essa relação fortalece parlamentares federais por conta de suas emendas. Espero que a evolução democrática um dia expurgue a figura dessas emendas, mas até que isso aconteça é imprescindível que tenhamos congressistas sensíveis, que saibam destiná-las da melhor maneira possível. Mato Grosso afora, acompanho o trabalho do senador Wellington Fagundes no âmbito das emendas, em busca de convênios para prefeituras, em defesa de transferências a fundo perdido para obras municipais e abrindo portas aos prefeitos e vereadores em Brasília. Por isso o vejo candidato ideal ao governo.

Com a visão de quem defende a harmonia e o conhecimento dos fatos, votarei em Wellington. Se me perguntarem sobre os demais candidatos ao cargo direi que Pedro Taques não realiza bom governo e não tem a sensibilidade humana de Wellington. Sobre Mauro Mendes diria que política e administrativamente ele e Pedro Taques se confundem e se completam, porque o governo até recentemente foi exercido numa parceria entre eles, que nem mesmo o palanque diferente de agora consegue desassociar, por mais que ambos tentem. Arthur Nogueira lança a semente de sua trajetória política. Moisés Franz é o radicalismo com o qual não compactuo.

Sem me deixar influenciar pelo marketing que tem força para induzir eleitor, fico com minha convicção que encontra eco na simplicidade do velho agricultor Luiz Nunes dos Santos, o seo Luiz, que há muito tempo nos ensina: vote no Uelton.

 

Eduardo Gomes de Andrade é jornalista

 

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Não conseguimos respirar

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Os recentes manifestos que aconteceram nos EUA e que se espalharam pelo mundo, por conta das INJUSTIÇAS cometidas por autoridades, veio com uma frase que nos chamou atenção: “NÃO CONSIGO RESPIRAR”. Isso nos remete a real situação dos servidores públicos de Várzea Grande que desde o início da Gestão Lucimar Campos (DEM) – maio de 2015 – vem gritando “NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR”, pois foram e continuam sendo ASFIXIADOS e SUFOCADOS pela prefeita que não trata os servidores com DIGNIDADE e que cometeu e vem cometendo diversos ATAQUES, como o não cumprimento de direitos garantidos em leis, deixando os servidores anos sem a recomposição salarial, 6 anos sem a progressão de carreira, 6 anos sem o pagamento dos retroativos (direitos represados), 6 anos sem o pagamento integral de 1/3 de hora atividades para os docentes, dentre outros direitos, empurrando os trabalhadores para uma situação de sofrimento e penúria.

E agora, em tempos de eleições, o candidato do seu grupo político vem fazendo mil e uma promessas, dizendo que desta vez vai reconhecer e valorizar os servidores, afirmando que vai assumir o compromisso com a categoria. Porém, nem se quer assinou a Carta-Compromisso com os Trabalhadores da Educação. O único dos quatro candidatos a prefeito que não assumiu esse compromisso. Os servidores de VG são inteligentes e não cairão no canto da sereia.

Mais recentemente, Lucimar deu um GOLPE e não pagou a revisão salarial nem aos professores e nem mesmo aos técnicos que estão amargando 4 anos sem o reajuste.

E agora, veio mais uma punhalada nas costas dos servidores. A Prefeita Lucimar (DEM) enviou para a câmara de vereadores um Projeto de Lei que aumenta o desconto da previdência de 11% para 14%.

Os trabalhadores não querem ficar ricos. Não querem nada que não é deles. Só querem o cumprimento das leis. Querem dignidade, ser respeitados, ser valorizados e principalmente, querem comida no prato. E isso não está mais sendo possível de se ter por conta das INJUSTIÇAS praticadas pela gestão Lucimar Campos contra os servidores que estão com salários congelados há mais de 4 anos, com um vencimento líquido abaixo de um salário mínimo.

É lamentável que em pleno século XXI, as injustiças, os maus tratos, o menosprezo, o descumprimento da legislação ainda imperam em VG. A Prefeita Lucimar Campos (DEM) deveria ficar envergonhada em imputar essa condição injusta aos trabalhadores. Já que VG é o segundo maior município de Mato Grosso e o terceiro mais rico do estado em arrecadação, no entanto, paga um dos piores salários para os servidores públicos dentre os municípios considerados mais pobres da baixada cuiabana como Acorizal, Barão, Jangada, Leverger e Poconé.

Todas as vidas importam!!!

Aliás, as reformas de praças públicas, mini estádios, a construção da Orla da Alameda (que estão sendo gastos mais de 17 milhões), são importantes, mas não são mais importantes que as vidas dos trabalhadores que vem sofrendo muito com os GOLPES dessa gestão Campos. Vem sendo castigados e lesados com enormes prejuízos financeiros em torno de R$ 250,00 a R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) por mês, por falta de cumprimento da legislação que a prefeita não respeita, agindo de forma GOLPISTAMALDOSA e OPRESSORA, deixando os trabalhadores asfixiados com dívidas, pois o que recebem em seus vencimentos (abaixo de um salário mínimo) não está sendo suficiente até mesmo de se alimentar do básico.

Lucimar Campos não paga a recomposição salarial por pura MALDADE, não cumpre as leis de propósito, por falta de vontade política, por não respeitar e não gostar de valorizar o servidor, pois, somente nos meses de janeiro à abril de 2020, segundo documento da própria prefeitura, houve uma sobra de quase 7 milhões dos recursos 60% do FUNDEB (recurso exclusivo para pagamento salarial dos profissionais da educação).

Por que a Prefeita Lucimar Campos SUBESTIMA, DESPREZA e expõe duramente os servidores, retendo parcela significativa de seus salários, enquanto reforma quase todas as praças da cidade? Qual é a prioridade da prefeita, da mãe e mulher que governa o município?

O efeito dessa política nefasta de massacredesvalorização, da falta de vontade da prefeita Lucimar para atender as reivindicações dos trabalhadores, está fazendo com que muitos servidores peçam exoneração do cargo e, os que permanecem estão ficando doentes com câncer, depressão, stress e outras doenças. Estão morrendo sem conseguir usufruir dos seus direitos, provocando revoltas, indignação e protestos contra a atual administração.

Que condição é essa de AMARCUIDAR e ACREDITAR da administração Lucimar Campos que só semeou maldades aos servidores? Qual é a razão de tantas INJUSTIÇAS contra os servidores?

“NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR!!!” Estamos asfixiados pela gestão Lucimar Campos!!!

Vidas dos servidores importam!!!

28 de outubro – Dia do Servidor Público – NADA A COMEMORAR!

Por Juscelino Dias de Moura,  presidente do Sintep/VG

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