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CRECI aciona a polícia e prendem falsos corretores

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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Mato Grosso realiza a segunda iniciativa do Conselho contra os ilegais, intensificado os trabalhos de fiscalização no interior do Estado. A autarquia, que tem como sua principal missão a atuação em defesa da sociedade, tem tornado mais ativa as ações preventivas no sentido de orientar e fiscalizar o exercício ilegal e irregular da profissão de corretores de imóveis, protegendo e resguardando direitos e deveres dos profissionais e da sociedade.

 

Com este objetivo, fiscais do CRECI-MT, por meio da Delegacia Regional de Sinop estão percorrendo os municípios para uma fiscalização rigorosa no sentido de combater o exercício ilegal e ao mesmo tempo, conscientizar a população sobre a necessidade de fazer denúncias.

 

Segundo Clebson Damião dos Santos e Neidivaldo Messias da Cruz, fiscais do Conselho, as cidades por onde já passaram foram Guarantã do Norte, Matupá, Peixoto de Azevedo, Terra Nova do Norte, Nova Santa Helena, Colíder, Nova Canaã do Norte e Carlinda, onde já foram autuados 24 exercícios ilegal da profissão, entre pessoa física e jurídica. “Nossa fiscalização continua nesta região até o dia 25 de julho e deve percorrer ainda cerca de cinco municípios”, informou os fiscais.

 

O Delegado Regional de Sinop Antônio Liberato explica que vem recebendo constantemente reclamação dos corretores legalizados e até mesmo por parte da população que já foi enganada por aqueles que se apresentam como sendo corretores, mas na verdade estão atuando de forma ilícita. “Essas pessoas que atuam na irregularidade acabam fazendo o serviço do corretor, mas não tem o mínimo critério de responsabilidades, por isso vamos continuar intensificando a fiscalização em nosso município e região”, disse o delegado.

 

Na cidade de Carlinda um ilegal foi conduzido por força policial a delegacia para posterior abertura de processo e responderá pela contravenção. Isso será feito em todos os casos que for identificado ilegalidade. “Essa foi nossa promessa de campanha durante a nossa reeleição.” Explicaram o Diretor secretário Contreira e o Presidente Benedito Odario.

Fonte: Assessoria

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Consumidores inadimplentes podem renegociar dívidas na 7ª Semana Nacional de Educação Financeira

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Os consumidores que possuem pendências com instituições financeiras e de telecomunicações podem renegociar suas dívidas até o dia 29 de novembro pela plataforma de reclamação online consumidor.gov.br. A iniciativa da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon/MJSP) integra a programação da 7ª Semana Nacional de Educação Financeira (ENEF), promovida pelo Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF).

Neste ano, o tema do evento é Resiliência Financeira: Como atravessar a crise? e a Senacon reforça a importância de os consumidores terem uma vida financeira saudável nesse período atípico, com a pandemia de Covid-19. O prazo médio de respostas na plataforma consumidor.gov.br é de sete dias, com 80% das demandas resolvidas. Participam da ação as empresas Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, Santander, Banco do Brasil, BMG, Banco PAN, Oi Vivo, Claro e Tim.

Como renegociar

Para renegociar suas dívidas, os consumidores devem acessar a plataforma www.consumidor.gov.br, realizar um cadastro (caso ainda não o tenha), selecionar a instituição financeira ou de telecomunicação com a qual deseja negociar e formalizar sua solicitação de renegociação de débitos na plataforma. Seguindo o procedimento padrão de abertura de reclamação na plataforma. Depois de preencher a solicitação, o consumidor deve selecionar no campo “Problema” a opção “Renegociação/parcelamento de dívida”. Já no campo “Descrição da Reclamação”, o consumidor deve informar que deseja participar da ação da 7ª Semana Nacional de Educação Financeira de renegociação de dívidas.

Online

consumidor.gov.br é a plataforma de registro de reclamações online que atua como uma alternativa para a solução do problema diretamente com as empresas cadastradas. Os procedimentos da plataforma não substituem os procedimentos administrativos, tal como processos, executados pelos Órgãos de Defesa do Consumidor e Procons, que permanecem à disposição para orientar e auxiliar o cidadão em seus pedidos de renegociação de dívidas.

As empresas registradas na plataforma têm o prazo de até dez dias para apresentar uma resposta. O consumidor, por sua vez, terá até 20 dias para avaliar se o atendimento prestado foi satisfatório ou não. Durante esse prazo, a pessoa poderá interagir com a empresa, para anexar documentos, tirar dúvidas ou complementar sua reclamação, caso necessário.

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