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Cuiabá

CPI da Santa Casa realizará novas oitivas

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Os integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), instaurada na Câmara Municipal de Cuiabá para apurar os repasses de recursos públicos à Santa Casa de Misericórdia, se reuniu na manhã desta segunda-feira (07) para deliberar sobre os encaminhamentos que serão dados nesta reta final de investigação.

Na oportunidade, o presidente do grupo, vereador Marcos Veloso (PV), entregou toda a documentação angariada no decorrer dos trabalhos ao relator do processo, vereador Luis Claudio (PP).

Todo o material foi requisitado pela CPI por meio de ofício. Dentre os documentos estão dois relatórios de autorias realizadas pelo Sistema Único de Saúde da Capital, e pela Controladoria Geral do Estado.

Além disso, também foi disponibilizado todo relatório financeiro do Hospital Filantrópico, assim como documentos da Prefeitura de Cuiabá que tratam sobre os repasses feitos a unidade de saúde, e os alvarás de funcionamento das empresas que ficam ao entorno da Santa Casa.

“Com esses documentos em mãos, vamos pedir o auxilio de um contador para analisar detalhadamente todos os balancetes e verificar o real motivo que levou a Santa Casa chegar ao estágio de fechar as portas. Acredito que dento do próximo mês deveremos finalizar o relatório e encerrar os trabalhos, apresentando o resultado para a população cuiabana”, pontuou Luiz Cláudio.

Antes de iniciar a confecção do relatório, entretanto, novas pessoas devem ser ouvidas pelo grupo. O vereador Toninho de Souza (PSD), membro titular da CPI, sugeriu a realização de duas oitivas. A primeira com o proprietário da empresa que vendeu a polêmica máquina de ressonância magnética a unidade de saúde e a outra com o Capitão Daniel, gestor financeiro e administrativo da Santa Casa, que realizou uma auditoria independente a cerca dos recursos que entraram no Hospital Filantrópico nos últimos anos.

Já o vereador Luis Cláudio levantou a necessidade de se ouvir os funcionários responsáveis pelo recebimento de materiais da Santa Casa. Por fim, Veloso solicitou a oitiva das empresas prestadoras de serviço à unidade de saúde, a fim de verificar de que modo se dava o fornecimento de serviços à unidade de saúde.

Todas as solicitações de oitivas foram aprovadas, e as datas devem ser marcadas no decorrer da semana. Até o momento, a CPI já realizou duas oitivas. O grupo ouviu os ex-presidentes da entidade filantrópica Antônio Preza, e Luis Sabóia.

Kamila Arruda | Câmara Municipal de Cuiabá

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Cuiabá

Secretaria divulga nota técnica sobre testes rápidos para servidores da Segurança e Saúde

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A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, por meio daa Diretoria Municipal de Vigilância em Saúde,divulga nota técnica e ressalta a importância da atuação dos trabalhadores da saúde e segurança pública, tornando necessário garantir a proteção desses profissionais diante da emergência sanitária que se apresenta, através do monitoramento dos profissionais sintomáticos para COVID-19.

Conforme a nota, para a correta confirmação da COVID-19, existem critérios diagnósticos, com a apresentação clínica de sinais e sintomas considerados pelo médico como compatíveis com a síndrome gripal. Da mesma forma, após notificação é realizada a investigação epidemiológica seguida de diagnóstico laboratorial. Em se tratando de diagnóstico laboratorial, temos:  Os testes moleculares realizados por RT-PCR, válidos nos primeiros dias de sintomas em que são coletadas amostras de mucosas das vias respiratórias (swab naso faríngeo) ou aspirado/lavado bronco alveolar, nos quais a sensibilidade varia de 63% a 93% (aspirado/lavado bronco alveolar); O teste rápido (imunocromatográfico) para COVID-19 que avalia a produção de anticorpos do tipo imunoglobulina M (IgM) e/ou imunoglobulina G (IgG), indicadores de anticorpos que exigem um tempo de infecção mais tardio a partir da exposição ao vírus, para que o organismo consiga produzi-los.

O uso de testes laboratoriais sem a presença de sintomas representa um grande risco ao usuário e ao Sistema Único de Saúde, uma vez que resultados, se realizados sem cumprir os protocolos, podem apontar falsos positivos e falsos negativos em pacientes assintomáticos e sem história epidemiológica de contato, resultando em condutas do paciente contrárias às preconizadas para as práticas de higiene e distanciamento que evitam a contaminação de contatos próximos. DESTA FORMA, OS TESTES LABORATORIAIS SÓ DEVERÃO SER UTILIZADOS EM INDIVÍDUOS SINTOMÁTICOS, OBEDECENDO AO PERÍODO OPORTUNO DE CADA TÉCNICA E HISTÓRIA EPIDEMIOLÓGICA QUE CORROBORAM PARA A DEFINIÇÃO DE CASOS SUSPEITOS, POIS NÃO HÁ NENHUMA EVIDÊNCIA CIENTÍFICA QUE SUSTENTE A TESTAGEM DE PESSOAS SEM SINTOMAS CLÍNICOS.

 

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