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CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal vai requerer informações sobre morte de empresário

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Wilson Santos (PSDB), que vai comandar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Sonegação e Renúncia Fiscal, apresentou requerimento com as nove assinaturas para a instalação da investigação, na noite desta terça-feira (12), durante a primeira sessão plenária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Entre as primeiras ações, Wilson Santos disse que vai oficializar a Polícia Judiciária Civil para que dê informações sobre as investigações do assassinato de Wagner Florêncio Pimentel, de 47 anos.

O empresário foi morto a tiros na noite do último fim de semana, no bairro Jardim das Américas, em Cuiabá.

De acordo com informações publicadas na imprensa, Pimentel seria investigado pela Delegacia Fazendária em esquema de sonegação de R$ 140 milhões no Estado, desbaratado na “Operação Crédito Podre”.

“É importante a Polícia contribuir com a CPI no esclarecimento do assassinato de Wagner”, reforça o parlamentar.

CPI – De acordo com Wilson Santos, dez parlamentares irão compor a Comissão. Além dele, os outros nove membros, sendo quatro titulares e cinco suplentes, devem ser indicados após a formação dos blocos na ALMT.

Esses blocos deverão ser formados até a próxima terça-feira (19), onde os mesmos farão a indicação por meio dos seus líderes os membros da Comissão de Inquérito.

O deputado reforçou que vai ouvir os órgãos de controle, como Ministério Público Federal, da Polícia Federal, Controladoria-Geral do Estado, Ministério Público do Estado, quais foram os resultados produzidos pelas CPIs de 2014 e 2016, que trataram do mesmo tema.

“Nós vamos avançar sobre diversas áreas, não só sobre empresas que gozam de incentivos fiscais, mas também o setor de mineração, a área de transporte, de combustíveis, do agro”.

Assinaram a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito os seguintes deputados: Elizeu Nascimento (DC), Valdir Barranco (PT), Lúdio Cabral (PT), Janaina Riva (MDB), Dr. João (MDB), Thiago Silva (MDB), Delegado Claudinei (PSL), João Batista (Pros) e o próprio Wilson Santos.

A Comissão Parlamentar de Inquérito deve durar cerca de 180 dias.

 

Política MT

Movimento pede prioridade para professores na vacinação

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Representantes de 42 entidades da sociedade civil apoiaram nesta quarta-feira (24) a Jornada Nacional “#VacinaParaTodosJá”. Alguns deles participaram de um ato no gramado em frente ao Congresso Nacional e, em seguida, foram entregues documentos para a Liderança da Minoria na Câmara e para o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco.

As principais reivindicações do grupo são a vacinação em massa com a inclusão de profissionais da educação na lista de prioridades, a manutenção de um orçamento de guerra para a saúde e a criação do auxílio emergencial com a manutenção das regras de recursos mínimos para a saúde e a educação.

A desvinculação de recursos para saúde e educação pode fazer parte da chamada PEC emergencial (PEC 186/19, em discussão no Senado). Segundo o deputado Rogério Correia (PT-MG), que participou do encontro no Senado, o senador Rodrigo Pacheco disse que o assunto ainda precisa ser melhor discutido para ser votado.

Presidente do Conselho Nacional de Saúde, Fernando Pigatto, disse que a pandemia está mais grave agora que em 2020 e que é preciso garantir um orçamento mais elevado para a saúde neste ano, como no ano passado. O objetivo é ter R$ 168,7 bilhões.

“Portanto, vacina para todos e todas já só se faz com orçamento público. Por isso estamos aqui hoje, nos juntando a essa luta, contrários à PEC Emergencial, que faz toda uma configuração de que para ter auxílio é preciso desvincular o orçamento da saúde e da educação. Não é por aí”.

Para o CNS, a saúde já tem perdido com o teto de gastos constitucional, num total de R$ 22,5 bilhões entre 2018 e 2020.

Professores
Na Câmara, o líder da Minoria, deputado José Guimarães (PT-CE), ressaltou a prioridade para os profissionais de educação na fila de vacinação. “Não pode voltar aula sem isso”, defendeu.

O deputado General Peternelli (PSL-SP) disse que os professores estão na fila de prioridades, mas ainda têm alguns grupos na frente. Para ele, não é possível esperar a vacina para as aulas serem retomadas. “Até tomar a segunda dose e esperar mais 15 dias, nós provavelmente perderemos mais um ano na educação pública brasileira. A educação é fundamental, é o fator mais importante para um País. Nós temos que retornar as aulas imediatamente”.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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