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Conselho investigará caso de bebê que levou 25 pontos na cabeça após corte com bisturi durante parto

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O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) abrirá sindicância para apurar as responsabilidades pela lesão sofrida por uma recém-nascida em Araçatuba, no interior de São Paulo. A menina, que nasceu no dia 27 de agosto na Santa Casa de Araçatuba, levou 25 pontos após ter a cabeça cortada por um bisturi durante uma cesariana a qual a mãe foi submetida. O caso só foi registrado na delegacia pelos pais do bebê na última sexta-feira. A Polícia Civil também está investigando o caso.

O Cremesp informou que a sindicância é uma etapa preliminar para averiguação dos fatos denunciados, coleta de provas, manifestação escrita e, sempre que necessário, audiência com os envolvidos. Se durante a fase de sindicância forem constatados indícios de infração ética, que consiste no descumprimento de algum artigo do Código de Ética Médica, passa-se à segunda fase: a instauração do processo ético-profissional. Sem indícios, a denúncia é arquivada e, neste caso, a parte interessada poderá fazer recurso junto ao Conselho Federal de Medicina.

Em nota, a Santa Casa de Araçatuba informou que, de acordo com a gestão de obstetrícia, foi um parto cesáreo em que a bebê estava em posição que impediu a retirada por procedimento manual, sendo necessário o auxilio de um fórceps, equipamento utilizado em circunstâncias que representem risco à vida da gestante e ao bebê.

Criança ficou uma semana internada
Criança ficou uma semana internada Foto: Reprodução

Ainda de acordo com o comunicado, durante o procedimento ocorreu corte acidental no couro cabeludo da bebê. De imediato a criança passou por exame de tomografia computadorizada que constatou tratar-se de lesão superficial sem trauma e comprometimento do cérebro.

Após ter a área atingida suturada, a bebê permaneceu alguns dias internada em observação e para receber medicações para prevenir uma infecção.

Na delegacia, a mãe da criança disse que estava com 38 semanas e cinco dias de gestação quando perdeu o tampão mucoso e o líquido amniótico começou a sair. Quando chegou ao hospital, o médico decidiu por uma cesariana. Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, ao qual o EXTRA teve acesso, o pai da criança estava no centro cirúrgico e percebeu que a filha tinha um corte no lado esquerdo da cabeça.

No mesmo, momento o bebê passou para os cuidados de um cirurgião pediátrico, que fez a sutura. A família registrou o caso na ouvidoria da Santa Casa.

 

 

Por Extra Online

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Cartórios de Protesto recuperam mais de 60% das dívidas em até três dias úteis para o Agronegócio

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O protesto de títulos como notas promissórias, duplicatas, contratos de aluguel, cheques, encargos condominiais, entre outros, tem se tornado uma alternativa rápida de recuperação de crédito para o Agronegócio brasileiro, evitando assim a judicialização de cobranças. Dados levantados pelos Cartórios de Protesto mostram que 60% dos débitos em aberto são solucionados em até três dias úteis, permitindo que pequenas, médias e grandes empresas recebam seus créditos e mantenham seus negócios em funcionamento. Somente neste ano, até outubro, foram recuperados 128.458 mil títulos pelos Cartórios de Protesto, contabilizando mais de R$ 318 milhões em dívidas ressarcidas por meio do protesto extrajudicial.

O principal ato praticado em favor do agronegócio é a recuperação do crédito contidos nos títulos de crédito e documentos de dívida emitidos por todos os envolvidos na cadeia produtiva do setor. Entre eles, estão as cédulas de crédito em geral; duplicatas mercantis e ou de prestação de serviços; certificado de depósito agropecuários, entre outros. As empresas vendedoras de insumos, por exemplo, utilizam o serviço do tabelionato de protesto para encaminhar suas duplicatas e recuperar seus créditos.

Segundo o presidente da Associação de Notários e Registradores de Mato Grosso (Anoreg/MT), José de Arimatéia Barbosa, os atos praticados pelos tabelionatos de protesto contribuem de forma positiva para o setor do agronegócio. “Os Cartórios possibilitam que as pessoas físicas e jurídicas tenham seus créditos e seus fluxos de caixas fortalecidos ao utilizarem o protesto, sem necessidade de recorrer ao Poder Judiciário”.

Nesse sentido, os Tabelionatos de Protesto são um grande aliado para combater a morosidade do Poder Judiciário e fortalecer um caminho jurídico legítimo, rápido, seguro e eficaz para o resgate de créditos, com a redução das ações judiciais e, consequentemente, desafogo do setor.

Um importante fator a se considerar é que, em nível nacional, os Cartórios de Protesto passaram por uma grande transformação que trouxe uma nova realidade. A partir dos Provimentos 86 e 87 do CNJ, o protesto tornou-se a primeira atividade extrajudicial 100% digital do Brasil. Hoje, os usuários já podem enviar títulos aos Cartórios, solicitar certidões, realizar a emissão de anuências digitalmente, fazer o cancelamento de protesto eletronicamente, visualizar e verificar a autenticidade do instrumento de protesto pela Central Nacional de Protestos – CENPROT .

Em Mato Grosso, os produtores rurais ainda contam com a Central Eletrônica de Integração e Informações dos Serviços Notariais e Registrais do Estado – CEI/MT, gerida pela Anoreg/MT, que oferece celeridade aos atos requeridos nas serventias extrajudiciais, já que dispõe, em seu acervo, atualmente eletrônico, todos os documentos e certidões de todos os segmentos dos cartórios.
Da Redação

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