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Polícia

Condenado a mais de 30 anos de prisão por roubos e latrocínios é preso no CPA 3

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Um criminoso de alta periculosidade com histórico de latrocínios, roubos e furtos foi preso pela Polícia Judiciária Civil, na tarde de segunda-feira (17). O suspeito possui condenação criminal com pena ainda a cumprir que ultrapassa 30 anos de prisão. A captura foi realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derrfva).

Os policiais civis da unidade realizavam diligências rotineiras no bairro CPA 3, na Capital, quando avistaram Nickael Antonio Avelino da Silva, 35, apontado como um dos envolvidos no furto a uma pistola ocorrido em 27 de setembro deste ano, nas imediações do presídio Ana Maria do Couto May, em Cuiabá.

Na ocasião, os outros criminosos foram localizados e presos em ação da Derrfva, restando apenas a captura de Nickael, que teria realizado o furto e repassado a arma aos demais envolvidos.

Após o crime, o investigado rompeu a tornozeleira eletrônica que usava, para não ser localizado, o que motivou a decretação de sua prisão.

Nickael apresenta condenações definitivas pelos crimes de latrocínio, roubos majorados, associação criminosa armada, porte ilegal de arma de fogo com numeração suprimida e uso de documento falso, fatos ocorridos nas Comarcas de Nobres e Lucas do Rio Verde, cujas penas a cumprir totalizam 35 anos de prisão.

O preso passou por interrogatório e será encaminhado à audiência de custódia, no Fórum da Capital, acompanhado de representação pela continuidade da prisão, tanto pelo rompimento da tornozeleira quanto pela prática de novo crime.

 

Redação

Polícia

Suspeito de estupro da enteada é preso durante operação da Polícia Civil

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A Polícia Civil de Pontes e Lacerda (448 km a oeste de Cuiabá) deflagrou na Operação ‘Infância Roubada’ para coletar informações que subsidiam investigações sobre crimes sexuais contra crianças e adolescentes e inibir a prática de delitos dessa natureza. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e um de prisão temporária.

O preso, de 27 anos, é investigado pelo crime de estupro de vulnerável contra a enteada de 12 anos. Os abusos ocorriam há, pelo menos, dois meses e consistiam em atos libidinosos diversos de conjunção carnal.

A operação começou na sexta-feira (22.01) e terá continuidade nas próximas semanas.

Estupro de vulnerável

Conforme a investigação, no dia 14 de janeiro, a mãe da adolescente procurou a Delegacia da Polícia Civil e relatou que suspeitava que a filha estivesse sendo vítima de abusos sexuais praticados pelo padrasto. A mãe informou ainda que percebeu que o companheiro mantinha uma relação diferente com a menina de 12 anos, em comparação aos outros filhos de dez e quatro anos, passando a impressão que tinha interesse pela garota em razão de suas atitudes, o que a deixou mais atenta em relação às ações dele. A mãe também observou a mudança de comportamento da adolescente, que passou a demonstrar tristeza e ciúmes da relação entre o padrasto e ela.

As desconfianças da mãe foram confirmadas no dia 12 de janeiro, quando por volta das 05h da madrugada ela acordou e notou que o, então companheiro, não estava na cama. Foi procurá-lo, inclusive, no quarto dos filhos, e observou que a filha de 12 anos também não estava na casa.

Como já estava desconfiada da intenção do investigado, a mãe imaginou que ele poderia ter levado a menor para a casa dos pais dele, que não estavam na residência. Ela se dirigiu à casa dos sogros e pouco tempo depois, o suspeito saiu da residência e demonstrou surpresa ao vê-la. Questionado por que estava àquela hora com a enteada, o investigado alegou que estava conversando com a menina sobre um namoradinho dela. No entanto, de acordo com a investigação, foi apurado que ele estava na residência praticando atos libidinosos com a enteada de 12 anos.

Depois desta data, o suspeito entrou em contato com a garota pedindo para ela não revelar sobre os atos libidinosos. E, após registro da ocorrência, ele pediu para a mãe da adolescente retornar à Delegacia e alterar a versão apresentada à Polícia Civil.

Foi instaurado inquérito para apurar o crime e com base na investigação foi representada pela prisão do suspeito, deferida pela Justiça local.

 

Da Redação

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