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Cultura

Com quatro filmes bem humorados, Cacildis dá continuidade à Campanha “Pé de mé”

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Brassaria Ampolis lança quatro novos filmes Cacildis nas plataformas digitais e na TV fechada para iniciar a segunda fase da campanha “Pé de Mé”, que reverencia a expressão característica do humorista Mussum.

Os filmes contam com a participação do botânico que apresentou o “Pé de Mé”, uma árvore frondosa que dá latinhas de Cacildis como frutos, no início da campanha em outubro. Eles retratam, com muito bom humor, situações inusitadas em quatro lugares diferentes: bar, cartório, rua e telemarketing. O “Pé de Mé” pode ser cultivado em todos os ambientes.

Com duração de 15 segundos e criação da Y&R, estão disponíveis nas redes sociais da marca. Confira os que se passam no bar e na rua por esse links: https://youtu.be/MPjCduTKsUY  (bar) e  https://youtu.be/JsmFHJGvBlI (rua/mascote).

Além dos filmes que já estão sendo veiculados, a segunda fase da campanha terá materiais produzidos em parceria com a Discovery e projetos especiais de mobiliário urbano.

www.brassariaampolis.com.br

@cervejacacildis

@brassariaampolis

FICHA TÉCNICA:

Cliente: CERVEJARIA PETROPOLIS S.A.

Produto: Cacildis

Títulos: Bar/ Cartório/ Mascote/ Telemarketing

Duração: 15”

VP de criação: Rafael Pitanguy

Dir. Criação: Celso Alfieri e Beto Rogoski e Fernando Drudi

Redator: Felipe Silva

Dir. Arte: Pedro Coelho

Atendimento: Leonardo Balbi, Calebe Ferres, Luísa Vilela e Camila Ramos.

Mídia: Gláucia Montanha, Patrícia Russo, Renan Soares, Camila Celis, Caio Mendonça e Bruno Marangoni.

Cliente: Tadeu Tronco, André Zanetti, Diogo Mello, Sandro Gomes, Douglas Silva e Ingrid Soares.

Conteúdo: Gustavo Mayrink e Paola Otsuka.

Planejamento: Paulo Vita, Filipe Leonardos e Yudi Nakaoka

RTV: Nicole Godoy | Camila Naito |Mariana Marinho | Anderson Rocha | Cléo Gonçalves |Mayara Araújo | Jay Leonel

Produtora Filme: Sentimental Filme

Direção:Guilherme Petry

Direção de Fotografia: Marcelo Valter Durst

Direção de arte: Thiago Bastos

Produção Executiva:Marcos Araujo

Diretora Operacional e de atendimento: Renata Pimenta

Atendimento produtora: Luke Milan

Head de Produção: Renata Picheco

Coordenação de produção: Cynthia Gama

Montagem: Marcio Canella

Pós-produção/ finalização: Sentimental Filme

Coordenação de pós-produção: Zeca Daniel

Atendimento de pós-produção: Layssa Pascher

Color: Bleach

Produtora de som: Satélite Áudio

Direção Musical: Kito Siqueira, Roberto Coelho

Produção Musical: Kito Siqueira, Roberto Coelho, Hurso Ambrifi, Daniel Iasbeck, Mike Vleck, Charly Coombes, Helton

Oliveira e Ian Serra

Coordenação: Ana Cordeiro, Mariana Tardelli, Rafaela Oliveira

Finalização: Ricardo Bertran, Celso Moretti, Carla Cornea, Ian Sierra e Isadora Penna

Atendimento: Renata Costa / Nicole Bonnet

Locutor: Thiago Colli

Dubladores: Thogun / Carlos Campanille

Data de produção: novembro/ 2019

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Cultura

Imortal pela Academia Mato-grossense de Letras, Ivens Scaff é homenageado com adaptação de sua obra para o cinema

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O verde da mata, o azul do céu, o som dos animais. A paisagem natural do cerrado mato-grossense se cruza com as histórias de Ivens Scaff, contadas enquanto um de seus personagens desce, absorto, um rio de pensamentos. “A Partir… Podemos…”, mais novo filme do diretor cuiabano Luiz Marchetti, é, além de uma homenagem ao escritor regional, uma contemplação da riqueza natural e valorização do cinema Cuiabano.

 

“Como cineasta há 30 anos, sinto a necessidade de valorizar um cinema mais autoral e inclusivo, que dialogue com suas fronteiras, principalmente a literatura local”, aponta Luiz Marchetti, diretor do filme e responsável pelo ajustamento do conto homônimo para a dramaturgia audiovisual. “Trabalhamos para que a adaptação para o cinema preserve toda a magia, subjetividade e força imaginária da obra. ‘A Partir… Podemos…’ é a idealização de um entrelace de criações e parcerias poéticas”.

 

‘Tchapa e crux’ até no nome, Ivens Cuiabano Scaff é médico, escritor, poeta regional e membro da Academia Mato-grossense de Letras. Na rodovia para o município de Chapada dos Guimarães, no quilômetro 20, está localizado seu sítio. O local de inspiração para suas criações agora é a locação principal para as filmagens de sua primeira obra adaptada para o audiovisual.

 

“Eu percorri os mesmos caminhos que o personagem hoje faz, da casa do sítio para o rio, e agora para o cinema. Foi ali onde minha inspiração floriu para o conto. É emocionante poder vivenciar esse momento único em minha trajetória. Essa é minha primeira obra adaptada para o cinema. Estou muito feliz e ansioso para o resultado que está por vir”. Para Ivens, transportar a obra de uma linguagem para a outra requer sensibilidade e, ao mesmo tempo, doses de coragem, características marcantes nos trabalhos do diretor. “Marchetti foi de uma delicadeza e atenção aos detalhes, para que nada se perdesse ou não chegasse à tela. Inclusive, toda a equipe de produção está de parabéns pelo trabalho”.

 

Responsável pela condução da história, o personagem principal ficou por conta da consistente interpretação de Romeu Benedicto, ator cuiabano com mais de 30 anos de carreira. “Foi uma honra poder estar à frente de um poema de Ivens Scaff que, além de amigo, é uma personalidade importante para a cultura cuiabana. É com grande carinho, respeito e cuidado que assumi esse papel de levar a poesia para o cinema”.

 

Romeu interpreta um homem trabalhador e esforçado, que cuida de sua família e goza de estabilidade, mas que ao longo do tempo, começa a sentir um afastamento, um distanciamento. E então encontra no Rio Coxipó a vontade de deixar ser levado. “O filme fala de uma ausência que o homem sente ao longo da vida. Não é sobre dor, mas sobre a constatação da sequência da vida. Este é um filme-arte, uma abstração. É deixar-se levar, se soltar”, aponta o ator.

 

Roteiro envolvente emoldurado por imagens sob a direção de fotografia de Keydson Barcelos, da Quadro a Quadro Filmes. O verdejante Coxipó assina seus próprios filtros, segundo o profissional, que tem mais de 25 anos dedicados ao audiovisual. “Os recursos tecnológicos são um importante instrumental, mas é o olhar para essa grandiosidade natural que temos aqui que engrandece a fotografia do filme. Usar da luz natural no melhor horário para a captação vem de se observar, contemplar. Procuramos passar isso ao espectador. Sinto que estamos fazendo algo belo e genuíno. Estou muito feliz e honrado em poder acompanhar Marchetti e Romeu, amigos de longa data, neste trabalho”, pontua Keydson.

 

Equipe e natureza em cena – Para Márcio Borges, coadjuvante na trama e amigo de longa data de Ivens Scaff, além de se sentir honrado em poder participar da produção, enaltece a convivência com todos os profissionais durante os dias de gravação. “Tivemos uma relação harmoniosa. Todos muito profissionais, uma direção exata, sabendo aonde quer chegar, além do elenco marcante. Todo mundo muito focado é fundamental para que a gente desenvolva um trabalho profissional mais apurado”.

 

Além do enredo em si, outro ponto que chama a atenção é a valorização do ecossistema que circula o Rio Coxipó, presente na história e cultura de muitos cuiabanos. Para Ivens, “além de enaltecer o fazer artístico cuiabano, acredito que a obra também é uma forma de defesa ao patrimônio natural e cultural que é o Rio Coxipó e o que ele representa. É uma forma de pedir por cuidado e preservação do rio que faz parte da história de Cuiabá”.

 

Lei Aldir Blanc – O ano de 2020 foi dramático para a arte e cultura, sendo um dos setores que mais sofreu com a pandemia do Coronavírus. Assim como a arte é bálsamo à vida, a Lei Aldir Blanc trouxe alívio, com ações emergenciais destinadas ao setor cultural, além de conferir proteção aos artistas e profissionais da cultura que tiveram seus trabalhos afetados.

 

Projeto financiado pela Lei Aldir Blanc, por meio do Fundo Municipal de Cultura de Cuiabá, “A Partir… Podemos…” reúne um time de cuiabanos e cuiabanas, nascidos ou de coração, em prol do fazer artístico na Capital de Mato Grosso. “A obra é justamente o registro de que tem gente inquieta fazendo arte aqui, com coragem e dedicação. É fundamental que tenhamos cada vez mais trabalhos artísticos sendo desenvolvidos, mais oportunidades para os profissionais da cultura e também de acesso da população a essas obras”, aponta Luiz Marchetti.

 

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