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Saúde

Com covid-19, apresentador está na UTI com 70% do pulmão comprometido

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O apresentador Alexandre Mota, do programa Balanço Geral da TV Vila Real, está internado em Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) após ter sido infectado pela covid-19. Informações de familiares apontam que o profissional de comunicação está com 70% do pulmão comprometido por conta de complicações da doença.

 

Mota foi encaminhado ao Hospital São Mateus, em Cuiabá, na sexta-feira (3). Antes disso, ele havia feito uso de antibióticos em casa, mas o avanço da doença contra seu sistema imunológico forçou a internação do comunicador.

 

Inicialmente, Mota ficou internado em leito de enfermaria. Porém, com o agravamento da infecção, o apresentador foi encaminhado à UTI. Em postagem no Instagram, Séfora Mota, esposa do comunicador, disse que o marido estava com muita febre e fazia uso de ventilador mecânico, mas não estaria entubado.

 

Antes da internação, Mota cumpria isolamento domiciliar. O apresentador é obeso e tem problemas respiratórios agudos, características que são consideradas comorbidades para pessoas infectadas pela covid-19.

 

Sem previsão de receber alta, o apresentador segue internado. Diante da situação, a família tem pedido orações aos amigos do profissional por meio das redes sociais.

 

Mota estreou no programa Balanço Geral no dia 27 de abril deste ano, apresentando conteúdo variado e reportagens com cobertura de temas a nível estadual.

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Saúde

Anvisa proíbe venda sem receita de cloroquina e ivermectina

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Regras que proíbem a venda sem receita em farmácias de medicamentos como cloroquina, hidroxicloroquina, nitazoxanida e ivermectina foram publicadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As orientações estão na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 405/2020, publicada ontem no Diário Oficial da União . De acordo com a agência, a lista poderá ser revista a qualquer momento para a inclusão de novos medicamentos, caso seja necessário.

Ainda segundo a Anvisa, o objetivo da norma é impedir a compra indiscriminada de medicamentos que têm sido amplamente divulgados como potencialmente benéficos no combate à infecção pelo novo coronavírus, embora ainda não existam estudos conclusivos sobre o uso desses fármacos para o tratamento da doença.  A medida visa também manter os estoques destinados aos pacientes que já têm indicação médica para uso desses produtos, uma vez que os medicamentos que constam na resolução também são usados no tratamento de outras doenças, como a malária (cloroquina e hidroxicloroquina); artrite reumatoide, lúpus e outras (hidroxicloroquina); doenças parasitárias (nitazoxanida) e tratamento de infecções parasitárias (ivermectina).

Compra

A compra desses produtos em farmácias e drogarias será permitida apenas mediante apresentação da receita médica em duas vias. Cada receita terá validade de 30 dias, a partir da data de emissão, e poderá ser utilizada somente uma vez. A resolução será revogada automaticamente a partir do reconhecimento, pelo Ministério da Saúde, de que não mais se configura a situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional.

Farmácias e drogarias

Conforme previsto na resolução, todos os medicamentos que contenham as substâncias listadas na norma estão sujeitos aos procedimentos de escrituração no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC). A escrituração dos medicamentos à base de hidroxicloroquina, cloroquina e nitazoxanida já era obrigatória desde a inclusão dessas substâncias nas listas de controle da Portaria 344/1998. Para os medicamentos à base de ivermectina, a entrada de medicamentos já existentes em estoque nas farmácias e drogarias antes da resolução não necessita ser transmitida ao SNGPC.

Agência Brasil

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