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Colaboradora do Santa Helena faz doação de ninhos que ajudam a dar mais segurança aos bebês

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O ninho de bebê é uma das melhores formas de acostumar o recém-nascido a dormir dentro do berço. Para ele, que acabou de sair de um ambiente apertadinho e aconchegante, é difícil se adaptar a relaxar dentro do berço, um lugar oposto ao que está acostumado. A teoria de que os bebês de até três meses precisam de estímulos que lembrem o ambiente intrauterino é chamada de extero-gestação, ou gestação fora do útero.

 

Pensando nisso, a Técnica de Enfermagem do Hospital Beneficente Santa Helena (HBSH), Sueli do Socorro, fez a doação de onze unidades de ninhos aos recém-nascidos da entidade. A entrega foi realizada na manhã desta terça-feira (16.10) nos quartos e na sala de parto, através de sorteios.

 

“Nós doamos uma unidade por quarto através de sorteio. Eu tive a ajuda dos meus colegas, colaboradores do Santa Helena, na compra dos materiais e após uma graça recebida, fiz essas doações”, contou Sueli.

 

Sueli contou ainda que ela mesma fabrica os ninhos, todos feitos de tecido de algodão e manta acrílica antialérgica com plumante. “Estou há oito anos prestando serviço no HBSH e vejo o maravilhoso trabalho que é feito com essas crianças, por isso, minha doação foi feita para ele”.

 

Assim que finalizadas, outras dez unidades serão entregues a UTI Neonatal do hospital.

 

“Em nome de toda equipe Santa Helena, agradecemos pela doação e a parabenizamos pelo lindo gesto de amor com o próximo”, declarou a gerente de enfermagem, Vanusa Cristina e a coordenadora de obstetrícia, Izabel Zanutto, após acompanharem as doações.

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Parque Mãe Bonifácia é reaberto com blitz educativa e fiscalização reforçada

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O Parque Estadual Mãe Bonifácia foi reaberto nesse sábado (28.11) após ficar por quase 30 dias fechado devido a morte de 16 macacos. Hoje pela manhã a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realizou uma blitz educativa orientando os usuários sobre a proibição de alimentar os animais no local.  A Sema trabalha em parceria com o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) que reforça a fiscalização na Unidade de Conservação.

O Mãe Bonifácia estará aberto entre às 06h e 17h com os protocolos de segurança mantidos, com regras para distanciamento social e uso de máscara. Ele permaneceu fechado para varreduras sanitárias e isolamento dos saguis desde o dia 30 de outubro. A orientação da Sema é que se evite entrar com qualquer tipo de alimento e que o usuário não deixe resíduos nas Unidades de Conservação.

As campanhas educacionais realizadas pela Superintendência de Educação Ambiental da Sema reforçam que os animais silvestres dos parques estaduais não devem ser alimentados por conta própria. A alimentação inadequada é prejudicial aos bichos e traz riscos à população, gera desequilíbrio na cadeia alimentar e é proibido por lei. Os servidores espalharam cartazes informativos em pontos estratégicos do Mãe Bonifácia.

Os saguis encontram no parque todos os alimentos que precisam, como insetos, brotos de flor, frutas silvestres e seiva, este último uma alternativa importante no período da seca. Os animais que vivem ali são monitoradores por servidores que trabalham no local e só devem ser alimentados em necessidade extrema e comprovada, sempre por profissionais especializados.

Herpes Simplex causou as mortes

Uma infecção por Herpes Simplex foi a causa da morte dos saguis no Parque Mãe Bonifácia, comprovada por exames da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Universidade de Brasília (UNB). O vírus é passado do homem para o macaco por meio de alimentos contaminados ou pelo contato direto. O humano pode transmitir a doença mesmo sem estar com manifestação clínica aparente.

Apesar da Herpes Simplex quase sempre causar sintomas brandos em humanos, é fatal para os macacos desenvolvendo um quadro severo inflamatório que pode afetar diversos órgãos, podendo causar lesão de pele e nas mucosas e atingir pulmão, coração, fígado e sistema nervoso central. A principal manifestação é neurológica.

Depois que um macaco do grupo é contaminado a tendência é que ele espalhe entre os agregados e a doença, por ser altamente fatal, pode fazer com que todos os membros de um bando morram. Com a possibilidade, inclusive, de contaminar outros grupos de primatas.

 

Da redação

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