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Cartório de Diamantino realiza campanha de arrecadação de brinquedos

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O Cartório do 1º Ofício de Diamantino está promovendo uma campanha de arrecadação de brinquedos, os quais serão destinados às crianças de zero a 12 anos de idade de alguns bairros do município. A expectativa do cartório é, em parceria com clientes, fornecedores e amigos, atender aproximadamente 300 crianças.

Conforme a auxiliar de cartório, Luciana Pêgo, os brinquedos (em boas condições de uso) devem ser entregues na sede da serventia. “Com esta união, não somente ajudamos as crianças, mas, ao mesmo tempo, despertamos em nossos parceiros a importância de auxiliar o próximo. Neste ano foram selecionadas comunidades que têm projetos de iniciativa própria dos moradores e que todos os anos, no dia das crianças, fazem em seus respectivos bairros atividades com elas, sendo que cartório contribui com esta iniciativa”, ressalta.

Segundo Luciana Pêgo, a ideia de realizar essa campanha surgiu presenciando as dificuldades dos bairros e comunidades locais. “Há mais de três anos a equipe do Cartório do 1º Ofício de Diamantino vem se sensibilizando com as situações, em especial das crianças carentes de um abraço, carinho, um sorriso e um presente. Nessa esfera, todos do cartório estamos empenhados em levar até essas crianças uma dose de todos esses bens para que elas possam ter no mínimo um dia de lazer e de alegria, o que contagia a todos nós do Cartório do 1º Ofício de Diamantino”.

A auxiliar de cartório destaca que “proporcionar esses pequenos momentos de felicidade, amor, lazer, brincadeiras, carinho e atenção, não só é fundamental, como faz com que elas sintam o prazer de serem crianças, e é de muita importância para a equipe do cartório, pois traz a sensação de que aprendemos e ao mesmo tempo ensinamos que sempre devemos ajudar o próximo. É muito importante mantermos essa campanha, pois faz com que toda a população se sensibilize com a importância de ser solidário. Ao participarem desse dia, as crianças aprendem a ser solidários com o próximo e a desenvolverem valores que as ajudarão no bom convívio em sociedade”, conclui Luciana Pêgo.

 

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Parque Mãe Bonifácia é reaberto com blitz educativa e fiscalização reforçada

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O Parque Estadual Mãe Bonifácia foi reaberto nesse sábado (28.11) após ficar por quase 30 dias fechado devido a morte de 16 macacos. Hoje pela manhã a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realizou uma blitz educativa orientando os usuários sobre a proibição de alimentar os animais no local.  A Sema trabalha em parceria com o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) que reforça a fiscalização na Unidade de Conservação.

O Mãe Bonifácia estará aberto entre às 06h e 17h com os protocolos de segurança mantidos, com regras para distanciamento social e uso de máscara. Ele permaneceu fechado para varreduras sanitárias e isolamento dos saguis desde o dia 30 de outubro. A orientação da Sema é que se evite entrar com qualquer tipo de alimento e que o usuário não deixe resíduos nas Unidades de Conservação.

As campanhas educacionais realizadas pela Superintendência de Educação Ambiental da Sema reforçam que os animais silvestres dos parques estaduais não devem ser alimentados por conta própria. A alimentação inadequada é prejudicial aos bichos e traz riscos à população, gera desequilíbrio na cadeia alimentar e é proibido por lei. Os servidores espalharam cartazes informativos em pontos estratégicos do Mãe Bonifácia.

Os saguis encontram no parque todos os alimentos que precisam, como insetos, brotos de flor, frutas silvestres e seiva, este último uma alternativa importante no período da seca. Os animais que vivem ali são monitoradores por servidores que trabalham no local e só devem ser alimentados em necessidade extrema e comprovada, sempre por profissionais especializados.

Herpes Simplex causou as mortes

Uma infecção por Herpes Simplex foi a causa da morte dos saguis no Parque Mãe Bonifácia, comprovada por exames da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Universidade de Brasília (UNB). O vírus é passado do homem para o macaco por meio de alimentos contaminados ou pelo contato direto. O humano pode transmitir a doença mesmo sem estar com manifestação clínica aparente.

Apesar da Herpes Simplex quase sempre causar sintomas brandos em humanos, é fatal para os macacos desenvolvendo um quadro severo inflamatório que pode afetar diversos órgãos, podendo causar lesão de pele e nas mucosas e atingir pulmão, coração, fígado e sistema nervoso central. A principal manifestação é neurológica.

Depois que um macaco do grupo é contaminado a tendência é que ele espalhe entre os agregados e a doença, por ser altamente fatal, pode fazer com que todos os membros de um bando morram. Com a possibilidade, inclusive, de contaminar outros grupos de primatas.

 

Da redação

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