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Política Nacional

Candidato ao Senado, dr. Waldir Caldas aposta em renovação na política

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O Partido NOVO saiu na frente ao pedir o registro de candidaturas de deputados federais e senador nesta quarta (1º), no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), enquanto os demais partidos ainda irão realizar as convenções e coligações no próximo final de semana. O prazo para os registros de candidaturas termina no dia 15 de agosto.

Para o advogado criminalista, dr. Waldir Caldas, que disputa vaga ao Senado, esse registro logo de imediato após a convenção da sigla realizada no último final de semana, representa uma nova política para o país e o Estado.

Se eleito, Caldas afirma que irá levar ao Senado propostas que buscam reduzir o tamanho do estado e sua máquina pública, com trabalho voltado para garantia de recursos afim de serem investidos em políticas públicas para o cidadão. Como também lutar pelo fim do Fundo Partidário Eleitoral. Conforme Waldir, os recursos de impostos não devem ser aplicados para fins partidários.

“Temos que renovar todo nosso quadro político. Está na hora de mudança e não podemos perder mais tempo. Nossa disputa nessas eleições é de demonstrar que somente a política é capaz de fazer renascer a esperança no nosso país, com melhorias na Saúde, Educação e Segurança aos cidadãos”.

De acordo com Waldir Caldas, a participação na política, atuando há mais de 20 anos na área criminal, surgiu após indignação de um grupo de jovens na roda de amizade do seu filho. No momento, um ex-aluno de Direito, havia dito que as pessoas de bem, preparadas intelectualmente e dispostas a disputarem nas eleições, viram as costas para a população.

“Eles estavam indignados com a política atual, dizendo que não havia nenhum representante legítimo do povo, e me incentivaram bastante para lançar meu nome. E foi a partir desse encontro que eu decidi que estava na hora de agir. Assim como um cidadão de bem, também elegi nossos governantes nas eleições passadas e sou responsável”, disse.

 

Fonte: Assessoria

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Política Nacional

Eleitor tem até esta semana para justificar ausência no 1º turno

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Eleitor tem até esta semana para justificar ausência no 1º turno

Prazo termina quinta-feira (14)

Publicado em 11/01/2021 – 06:12 Por Agência Brasil – Brasília

O eleitor que não compareceu às urnas no primeiro turno das eleições municipais de novembro tem até esta semana para justificar a ausência. Caso o procedimento não seja realizado, será preciso pagar uma multa. Quem não regularizar a situação pode ficar sujeito a restrições.

O prazo vence na quinta-feira (14) para quem faltou ao primeiro turno das eleições municipais 2020. Para o segundo turno, o limite é 28 de janeiro.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomenda que a justificativa seja feita, preferencialmente, por meio do aplicativo e-Título, disponível para celulares com sistemas operacionais Android ou iOS.

O procedimento pode ser feito também pela internet, por meio do Sistema Justifica. Ou ainda de modo presencial, no Cartório Eleitoral. Em qualquer um dos casos, o eleitor precisará preencher um Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), descrevendo por que não votou. O TSE pede que seja anexada documentação que comprove a razão da falta.

Isso porque o RJE pode ser recusado pela Justiça Eleitoral, se a justificativa não for plausível ou se o formulário for preenchido com informações que não permitam identificar corretamente o eleitor, por exemplo.

Se tiver o requerimento negado, para regularizar a situação o eleitor precisará pagar a mesma multa de quem perdeu o prazo para a justificativa. O valor da multa pode variar, de acordo com o estipulado pelo juízo de cada zona eleitoral. Existe a possibilidade de o eleitor solicitar isenção, se puder comprovar que não tem recursos para arcar com a penalidade.

Cada justificativa é válida somente para o turno ao qual o eleitor não compareceu por estar fora de seu domicílio eleitoral. Ou seja, se não tiver votado no primeiro e no segundo turno da eleição, terá de justificar a ausência de cada um, separadamente, obedecendo aos mesmos requisitos e prazos de cada turno.

Nas eleições 2020 foi registrada abstenção recorde tanto no primeiro (23,14% do eleitorado) quanto no segundo (29,5%). Quando foram realizadas as votações, o Brasil tinha 147.918.483 eleitores aptos a votar.

A justificativa para a ausência é necessária porque o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos, conforme o Artigo 14 da Constituição. Quem não justificar e não pagar a multa para regularizar a situação junto à Justiça Eleitoral fica sujeito a uma série de restrições legais, impedido de:

– obter passaporte ou carteira de identidade;

– receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público, autárquico ou paraestatal, bem como fundações governamentais, empresas, institutos e sociedades de qualquer natureza, mantidas ou subvencionadas pelo governo ou que exerçam serviço público delegado, correspondentes ao segundo mês subsequente ao da eleição;

– participar de concorrência pública ou administrativa da União, dos estados, dos territórios, do Distrito Federal, dos municípios ou das respectivas autarquias;

– obter empréstimos nas autarquias, nas sociedades de economia mista, nas caixas econômicas federais e estaduais, nos institutos e caixas de Previdência Social, bem como em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo, ou de cuja administração este participe, e com essas entidades celebrar contratos;

– inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, e neles ser investido ou empossado;

– renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo;

– praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda;

– obter certidão de quitação eleitoral;

– obter qualquer documento perante repartições diplomáticas a que estiver subordinado.

Edição: Graça Adjuto

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