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Candidato a deputado estadual pelo PRB, Eduardo Magalhães irá trabalhar mais próximo da população

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Radialista há mais de 20 anos, casado e defensor da família, o candidato a deputado estadual pela coligação “A Força da União IV”, Eduardo Magalhães (PRB), defende uma gestão mais próxima da população.

Com a presença de mais de 700 apoiadores, além da candidata a deputada federal Serys Slhessarenko e o candidato ao Senado Adilton Sachetti, ambos do PRB, o candidato Eduardo Magalhães apresentou suas propostas.

“Na política de hoje existe um abismo muito grande entre o parlamentar e população. Você só sabe o que a pessoa precisa quando está próximo dela”, disse Eduardo durante o lançamento oficial de sua campanha, na tarde deste domingo (26), no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá.

Sem nunca ter disputado um cargo público, Eduardo disse que decidiu se candidatar a deputado devido ao atual cenário político, onde os casos de corrupção estão em todas as esferas. Apesar disso, ele acredita que é possível uma mudança, desde que haja uma mudança nos políticos.

“Para haver uma mudança é preciso mudar as peças do tabuleiro, porque os que estão ai [na política] infelizmente não estão representando o povo, o gestor público tem que estar mais próximo das pessoas e governar para essas pessoas, o que não tem sido feito pelos atuais gestores”, defende.

Defensor da nova política, o candidato afirma que o “novo” muito utilizado por diversos candidatos, nada mais é que políticos que tenham “novas ideias, novos projetos e trabalhem para que essas ideias não se percam no caminho, fazendo com que a população tenha suas necessidades básicas atendidas”, ponderou.

Na área da saúde, Magalhães defende o investimento em hospitais regionais e a descentralização da saúde na capital. “O melhor hospital é o hospital mais próximo da pessoa. A saúde está centralizada em Cuiabá e uma pessoa que reside em Alta Floresta, Sinop, Aripuanã, por exemplo, precisa de atendimento médico até ela chegar aqui na capital já esta morta. São ideias novas para questões básicas que são fundamentais”, garantiu.

Depois de apresentar suas propostas, Eduardo Magalhães agradeceu aos apoiadores que estiveram presentes no evento.

“Quando eu iniciei esse projeto fui muito criticado, ouvi muitos nãos, disseram que eu não conseguiria, mas eu persisti. Nem um de vocês que estão aqui receberam um litro de gasolina, nem um de vocês são meus contratados, estão aqui porque acreditam no meu projeto, acreditam que Mato Grosso pode melhorar. Agradeço o apoio de todos, juntos somos mais fortes”, finalizou.

FOTOS: Assessoria

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PLOA 2021 será discutido em duas audiências públicas

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A Assembleia Legislativa realizará duas audiências públicas nesta semana para discutir com a equipe econômica do governo e a sociedade civil organizada o Projeto de Lei de Orçamentária Anual – mais conhecida como PLOA 2021. O orçamento previsto, entre receitas e despesas, é de R$ 22,144 bilhões.

A primeira audiência pública será realizada amanhã (24), às 10 horas. A outra, na quinta-feira (26), às 9 horas. Ambas serão feitas por plataforma digital. A de terça-feira será conduzida pela Comissão de Constituição e Justiça e Redação (CCJR) e o outro debate, pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária.

A discussão em torno do PLOA 2021 será feita de forma virtual. As duas audiências públicas serão transmitidas pela TVAL – canal 30.1. Elas podem ser acompanhadas pelo site da Assembleia Legislativa: www.al.mt.gov.br.

Em tramitação na Assembleia Legislativa desde o último dia 20/10, o Projeto de Lei 913/2020 – que estima receita e despesa do estado de Mato Grosso para o exercício de 2021 – prevê um orçamento de R$ 22,144 bilhões. Até o fechamento desta edição (segunda-feira, 23), a peça orçamentária havia recebido apenas uma emenda. Ela é de autoria do deputado Silvio Fávaro (PSL), autorizando o Executivo a abrir créditos suplementares até o limite de 10% da despesa total fixada. No texto original, enviado pelo Executivo, o percentual é de até 20%.

O PLOA foi entregue ao Parlamento estadual no dia 30 de setembro pelo secretário estadual de Fazenda (Sefaz), Rogério Gallo, ao vice-presidente João Batista do Sindspen (Pros). De acordo com Gallo, o estado vai destinar 12% da receita (cerca de R$ 2,144 bilhões) para serem investimentos em diversos setores – saúde, infraestrutura, segurança pública, educação e na construção de hospitais regionais.

Em 2021, o PLOA projeta uma despesa corrente da ordem de R$ 19,383 bilhões. Desse total, cerca de R$ 14,686 bilhões ficam reservados para pagamento de salários dos servidores públicos e encargos sociais. O dispêndio com juros e encargos da dívida pública soma a quantia de R$ 343 milhões, e para a amortização da divida o montante é de R$ 444 milhões.

A tramitação e o conteúdo do PLOA 2021 podem ser conferidos aqui.

 

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