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Interior

BR-364 tem mais um trecho duplicado

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Mais um trecho da BR-364 recebe obras de duplicação para facilitar o tráfego de cargas e passageiros na região de Rondonópolis. São 3 km entre o Posto Trevão e o córrego do Lourencinho, onde um grande número de caminhões trafegam para acessar empresas de beneficiamento de grãos.

Na região, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes vai construir, além da duplicação da pista, algumas passarelas para dar mais segurança aos usuários da rodovia.

A ponte sobre o córrego do Lourencinho também será duplicada e iluminada, desfazendo o traçado atual que remete a um ‘funil’. Além de favorecer a logística de escoamento da produção agrícola, a obra também reflete em melhoria na qualidade de vida das pessoas. Uma das consequências esperada é a redução de 75% no número de acidentes rodoviários no local.

O trecho foi visitado ontem pelo diretor de Infraestrutura Rodoviária, Luiz Antônio Garcia, diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Fábio Freitas, o superintendente do Dnit em Mato Grosso, Orlando Fanaia Machado, e o senador Wellington Fagundes.

Para o senador, a obra é de grande importância para a segurança dos usuários da rodovia ao separar o tráfego de caminhões pesados de veículos leves. Além disso, vai facilitar a vida de caminhoneiros que precisam acessar as empresas de grãos localizadas ao longo da rodovia.

Wellington Fagundes também anunciou, aos membros da Associação dos Transportadores de Cargas de Mato Grosso (ATC) e representantes políticos de Rondonópolis, a garantia dada pelo ministro Carlos Marun, da Secretaria de Governo da Presidência da República, de mais R$ 55 milhões para as obras de duplicação da BR-163/364 no trecho entre a Serra de São Vicente e Cuiabá. “Esses recursos são suficientes para garantir a duplicação até a entrada de Cuiabá”, disse. “Estou aqui para trazer a boa notícia de que está garantido pela União o valor necessário para que as obras não parem. Sei de sua importância e de como vem sendo pedida pelos rondonopolitanos. Por isso, fiz uma grande mobilização em Brasília para garantirmos essa obra”, disse Wellington.

Wellington lembrou da importância do diálogo para que mais obras como essa possam ser realizadas. “Não importa se o recurso é da União, do estado ou da iniciativa privada. A obra sempre é realizada no município e a prefeitura local tem que participar, fiscalizar e sugerir. Só assim podemos evitar erros: debatendo investimentos desse porte com toda sociedade, da concepção do projeto até a conclusão da obra”, ponderou.

Participaram também da reunião otem em Rondonópolis o presidente da ATC, Adelino Bissoni, o presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis (Acir), Juarez Orsolin, o presidente da Câmara Municipal, Rodrigo da Zaeli, o presidente da concessionária Rota do Oeste, Diogo Santiago, o executivo da Rumo Logística, Emanuel da Costa, o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Milton Mutum, e representares de entidades de ensino e sociedade civil organizada.

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Interior

Junqueira e Wesley distribuíram água contaminada com coliformes fecais a população

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A Ação Civil Pública ajuizada pela 1º Promotoria de Justiça Civil de Tangará da Serra contra o Samae apresenta uma revelação devastadora: o prefeito Fábio Martins Junqueira e o então diretor da autarquia municipal, Wesley Torres, sabiam que a água que estava sendo servida a população era impropria para o consumo humano por apresentar contaminação com coliformes fecais, escherichia coli, cloro residual livre e contagem bactérias heterotróficas na água.

Essas informações estarrecedoras estão documentadas no inquérito civil instaurado pelo MPE para apurar questões relativas a oferta e qualidade da água distribuída à população tangaraense pelo Samae.

Esse procedimento teve início a partir de uma postagem feita pelo deputado Lúdio Cabral (PT) em redes sociais, com o título: “Veneno na água em Tangará da Serra”, segundo desta o documento assinado pelo Promotor de Justiça Thiago Scarpellini Vieira.

Chamado a prestar informações quanto a denúncia de Cabral, o Samae informou que realiza semestralmente análises completas da água, sendo analisados 98 parâmetros, dos quais, 27 são princípios ativos de agrotóxicos. De acordo com a versão da autarquia, os resultados demonstram a inexistência dos referidos princípios ativos em nossa água.

A Promotoria de Justiça não teria se dado por satisfeita com a explicações do Samae. Foi, então, determinada a instauração de perícia nos documentos apresentados através do apoio técnico ao Centro de Apoio Operacional do Ministério Público (CAO), motivo pelo qual foi aberta a SAT nº 2434. Todavia, a perícia em questão ainda não foi realizada pela falta de credenciamento de laboratório.

No corpo da ACP, Scarpellini registra a imensa insatisfação da população com a água fornecida. “Percebe-se, ainda, possível crime nas relações de consumo, sendo cópia do presente inquérito civil remetida à promotoria criminal para análise e providências”, escreveu.

Em um outro procedimento (SIMP nº 003492- 009/2020), “o Samae apresentou os Relatórios de Análises da água dos meses de outubro e novembro de 2020, em que se apurou o não atendimento aos padrões mínimos de potabilidade da água fornecida à população tangaraense”, diz trecho do documento.

Thiago Scarpellini escreveu, na ACP:

“Constam dos autos, relatórios emitidos pelo Laboratório de Análises Ambientais (CONTROL) relatórios de ensaio: nos quais restaram comprovados o fornecimento de água fora dos padrões estabelecidos na legislação”.

Promotor de Justiça relata ainda que das amostras apresentadas pelo SAMAE, verifica-se que a água fornecida a população de Tangará da Serra não atendeu todos os padrões estabelecidos pela Legislação do Ministério da Saúde, Portaria de Consolidação nº 05/2017 e Portaria nº 2.914/11, para água potável de consumo humano. Tiago assevera, com base nos relatórios apresentados, que foram constatados os seguintes ensaios não conformes: Ensaio(s) não conforme(s): Escherichia coli; Cloro Residual Livre; Coliformes Totais; Contagem de Bactérias Heterotróficas. • Ensaio(s) não conforme(s): Ferro Total; Turbidez; Cor Aparente.

“Analisando os relatórios enviados pelo SAMAE, constatou-se a presença de Coliformes Totais, Escherichia coli, Cloro Residual Livre e Contagem Bactérias Heterotróficas na água”, diz trecho do documento ministerial.

“Frisa-se, a legislação não permite a presença dessas bactérias e resíduos na água que será fornecida para consumo, podendo trazer graves prejuízos à saúde da população. (…) Conclui-se, assim, que a requerida distribui água fora dos padrões de potabilidade e viola o disposto no Código de Defesa do Consumidor, ao não oferecer serviço público adequado, eficiente e seguro”, escreveu Tiago

“Percebe-se a presença de Coliformes Totais, Escherichia coli e Bactérias Heterotróficas, contaminando a água, atestando a ineficiência do tratamento realizado pelo SAMAE, o que afronta diretamente a legislação. (…) A existência de Escherichia coli é o mais preciso indicador da contaminação da água por material fecal, sendo um indício da ocorrência de micro-organismos patogênicos”, afirma o Promotor de Justiça Tiago Scarpellini Vieira

 

 

Fonte  Edsio Adorno Bronca Popular

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