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Botelho diz que AL colabora com investigação do Gaeco

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O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM), disse que às portas da Assembleia estão abertas para investigações, após o Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco- Criminal) e o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) cumprir mandados de busca e apreensão no órgão nesta quinta (02).

 

Ele confirmou que existem parlamentares investigados, mas não revelou quais. Por enquanto nenhum nome ainda foi divulgado pelos investigadores.

 

‘’A Assembleia está de portas abertas para o Ministério Público e investigadores estarem aqui a qualquer momento. Aqui é a casa do povo e podem vir investigar. Sem precisar de mandado inclusive. O meu gabinete está aberto também. Os dos deputados eu já não sei, pois é de responsabilidade deles’’.

 

O presidente da ALMT confirmou que existe uma acusação de recebimento de notas frias, por parte de parlamentares, em gestões

passadas, mas ele preferiu não revelar o nome.

 

‘’Recebi informações por fontes de que um parlamentar está sendo investigado pelo recebimento de notas frias. Não sei quem foi’’.

 

As diligências fazem parte da Operação ‘’Déjà vu’’, que está apurando os crimes de associação criminosa, supressão de documentos e peculato, com envolvimento de servidores públicos, empresários e parlamentares.

 

Existem suspeitas de apresentação de notas falsas (notas frias) para o pagamento da verba indenizatória recebida pelos deputados. O Naco criminal participa da investigação, pois é o setor competente para investigar detentores do foro privilegiado.

A Secretária de Finanças e todos os setores da Assembleia foram investigados, segundo, o coordenador do Gaeco, promotor de Justiça Marcos Bulhões.

Fonte: Gabriel Oliveira-MT de Fato

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PF prende em Portugal suspeito de invasão hacker ao TSE

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Operação coordenada pela Polícia Federal (PF) em parceria com a Polícia Judiciária Portuguesa prendeu neste sábado (28), em Portugal, um suspeito de envolvimento no ataque hacker ao sistema Tribunal Superior Eleitoral do (TSE), que divulgou dados do tribunal no dia do primeiro turno das eleições municipais.

Segundo a PF, o inquérito policial aponta que um grupo de hackers brasileiros e portugueses, liderados por um cidadão português, foi responsável pelos ataques criminosos aos sistemas do TSE no primeiro turno das Eleições de 2020.

Estão sendo cumpridos, no Brasil, três mandados de busca e apreensão e três medidas cautelares de proibição de contato entre investigados nos estados de SP e MG. Além da prisão, em Portugal, é cumprido um mandado de busca e apreensão. As ações se desenvolvem com por meio da Operação Exploit.

Os mandados cumpridos no Brasil foram expedidos pelo Juízo da 1ª Zona Eleitoral do Distrito Federal, após representação efetuada pela Polícia Federal e manifestação favorável da 1ª Promotoria de Justiça Eleitoral.

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