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Baixe o aplicativo CAIXA 1, envie informações ao TRE sobre gastos de campanhas dos candidatos e ajude a combater o caixa 2

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O eleitor interessado em auxiliar a combater o caixa dois de campanhas eleitorais pode enviar ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso fotos e vídeos de campanhas eleitorais, por meio do aplicativo CAIXA 1.

O aplicativo está disponível para celulares android. As imagens de campanhas eleitorais, com as respetivas informações sobre o fato, serão juntadas ao processo de prestação de contas do candidato e ajudarão a detectar se houve ou não o crime de caixa 2 de campanhas eleitorais, ou seja, pagamento de despesas não declaradas à Justiça Eleitoral.

Podem ser filmados e/ou fotografados carros sendo adesivados; veículos adesivados em fila para abastecer em postos de combustíveis; cabos eleitorais fazendo campanha nas ruas e rotatórias; candidato descendo ou entrando de avião pequeno no período eleitoral; estrutura de comitês eleitorais; cartazes e santinhos; e outros que possam indicar gasto com campanhas eleitorais.

É importante ressaltar que o eleitor não precisa saber se o candidato está ou não cometendo o crime de caixa dois de campanhas eleitorais. Basta detectar um gasto de campanha, fazer as imagens, colocar todas as informações possíveis (local, horário, data, candidato favorecido, descrever o fato) e enviar.

Os dados que chegarem ao TRE serão tratados como ‘informações adicionais’ para detectar se a prestação de contas do candidato contempla estes gastos. Caso o candidato não declare os gastos, cujas provas foram enviadas pelos eleitores, pode ser configurado o caixa dois e ele pode perder seu diploma, se for eleito, além de ficar inelegível por oito anos.

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Descubra quanto cada deputado federal gastou em 2020

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Os deputados federais de Mato Grosso utilizaram bastante dos recursos disponíveis para o mandato em 2020. Entre os 8 parlamentares, quem mais gastou foi Carlos Bezerra (MDB). Com a soma da Cota Parlamentar de R$ R$ 447,6 mil adicionada a verba de gabinete no valor de R$ 1,2 milhão, o total de gastos chegou a R$ 1,449 milhão aos cofres públicos. Confira quanto cada deputado federal gastou.

Em seguida vem Nelson Barbudo (PSL), que gastou R$ 401,9 mil com a divulgação da atividade parlamentar e R$ 943,1 mil de gabinete, o que culminou na somatória de R$ 1,3 milhão ano  passado.

Já o deputado Dr. Leonardo (SD) teve gasto de R$ 349,4 mil da cota e R$ 943,1 mil do custeio do pessoal, com o valor final em 12 meses na casa do R$ 1,292 milhões.

Na atuação como deputado, o progressista Neri Geller gastou R$ 301 mil e com verba R$ 980,6 mil, a somatória dos valores no final resultou em R$ 1,292 milhões em 2020.

O parlamentar José Medeiros (Pode) informou que suas despesas foram na casa de R$ 289 mil com demonstração do seu trabalho e R$ 972, 6 mil de gabinete. No total o custo foi de 1,267 milhões.

Já o emedebista Juarez Costa teve gastos na ordem de R$ 251,7 mil com cota e R$ 993,7 mil com gabinete, somando R$1,260 milhões.

A deputada do Partido dos Trabalhadores (PT), Rosa Neide, teve R$ 242,7 mil em cota parlamentar e R$ 996,1 mil do dinheiro direcionado ao custeio do gabinete, o que totalizou R$1,248 milhões.

Filho do atual prefeito de Cuiabá, o deputado Emanuel Pinheiro Neto, conhecido como Emanuelzinho (PTB), declarou R$ 165,5 mil em atividade parlamentar e R$ 932,7 mil de verba para o custeio do pessoal, no fim a somatória foi de R$ 1.098 milhões.

 

Fonte Gazeta

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