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Política Nacional

Assessoria desmente bate boca entre Leitão e Taques divulgado em gravação clandestina

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No último sábado (04), antes da convenção estadual do PSDB, que ocorreu no domingo (05), uma gravação clandestina foi divulgada nas redes sociais, apontando uma suposta discussão  entre  o deputado federal e candidato ao Senado, Nilson Leitão (PSDB) e o governador  e candidato à reeleição, Pedro Taques (PSDB).

Durante a gravação, a última frase atribuída a Nilson, diz: ‘’todos iriam morrer abraçados juntos’’.

A assessoria do candidato negou que a autoria seja de Leitão. Conforme a assessora de imprensa,  a discussão ocorreu entre o secretário de Estado do Gabinete do Governo, Domingos Sávio e o ex-secretário municipal de Saúde em 2014, Werley Silva Peres (PPS).

 

‘’O áudio é do Peres (Werley Silva Peres) e Domingos Sávio e não do Nilson Leitão. Isso já foi esclarecido e eles mesmos já falaram isso’’, detalhou.

A assessoria do secretário Domingos Sávio confirmou que o áudio tem a participação dele.

‘’O áudio era mesmo de Domingos e a discussão foi com o Werley Peres’’, disse a assessoria em resposta a equipe do MT de Fato.

Fonte: Gabriel Oliveira-MT de Fato

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Política Nacional

Comissão do Senado vota convocação de ministro para esclarecer perdas de testes da Covid-19

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A Comissão Especial Mista da Covid-19 apreciará nesta terça-feira, 24, requerimento de autoria do senador Wellington Fagundes (PL-MT) para convocação do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. O parlamentar deverá responder sobre a denúncia de que o Brasil corre o risco de perder, por data e validade, quase 7 milhões de testes para diagnóstico do novo coronavírus, o chamado RT-PCR.

 

A revelação sobre o risco da situação foi publicada neste domingo, 22, pelo jornal ‘O Estado de São Paulo’, e causou indignação e perplexibilidade. Fagundes defendeu um esclarecimento robusto e convincente para o caso. A justificativa inicial apresentada pelo Ministério da Saúde, segundo o senador, de que o órgão aguarda parecer para ‘esticar’ o prazo de validade dos testes carece de explicações.

 

Os exames estão estocados em um armazém do Governo Federal em Guarulhos e não foram distribuídos para a rede pública. Ao firmar sua preocupação com a situação, o senador disse ser necessário saber porque o Ministério da Saúde não consegue distribuir os testes aos Estados e municípios, causando enormes prejuízos à população, que, muitas vezes, precisa pagar até R$ 400 por um teste.

 

Especialistas dizem que o teste não serve só para diagnóstico. É essencial na interrupção de cadeias de infecção. “Sem testagem, as ações de combate à pandemia ficam mais complicadas, difíceis de serem adotadas medidas eficazes” – observou o parlamentar ao apresentar o requerimento.

 

Até agora, segundo informou o jornal, a  Saúde investiu R$ 764,5 milhões em testes e as unidades a vencer custaram R$ 290 milhões – o lote encalhado tem validade de oito meses.

 

O RT-PCR é um dos exames mais eficazes para diagnosticar a covid-19. A coleta é feita por meio de um cotonete (swab) aplicado na região nasal e faríngea (a região da garganta logo atrás do nariz e da boca) do paciente. Na rede privada, o exame custa de R$ 290 a R$ 400. As evidências de falhas de planejamento e logística no setor ocorrem num período de aumento dos casos no País.

 

O Brasil já ultrapassou a 6 milhões de casos diagnosticados da Covid-19. Desses, 169 mil resultaram em mortes. Em Mato Grosso, foram 143 mil casos, com 3,7 mil óbitos.

 

Além de votar o requerimento do senador do PL de Mato Grosso, a comissão mista que acompanha as ações do governo federal no enfrentamento da pandemia deve ouvir na terça-feira (24), a partir das 10h, o secretário especial da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Junior, e o diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Felipe Salto.

 

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