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Assembleia Social oferece Oficina de Produção de Sabão em comunidade terapêutica de Várzea Grande

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A formação tem como objetivo oferecer ocupação e complementação de renda; atividade foi em turma com número controlado de pessoas e atendeu orientações de biossegurança

A Assembleia Social está retomando, de forma gradual, a oferta de oficinas gratuitas, para grupos controlados e resguardando as orientações de biossegurança. Na quinta-feira (18), ofereceu a Oficina de Sabão a 10 assistidos da Comunidade Terapêutica Missão Filho do Homem, em região afastada de Várzea Grande, e a três mulheres da vizinhança.

A assistente social Sabrina Rosa Batista Ferreira, da equipe da AL Social, contou que a produção de sabão será utilizada para consumo interno e para posterior venda, com arrecadação voltada à manutenção da casa de recuperação. Além disso, o objetivo é “levar atividades para eles [assistidos], ocupar o tempo deles e oferecer uma formação que possa gerar renda”, explicou.

A diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira, explicou sobre a retomada das oficinas. “Sabemos que vivemos um momento delicado, mas temos muitos pedidos de  instituições filantrópicas para oferta de oficinas. Os atendidos sempre são grupos vulneráveis, que precisam de atenção. Dessa forma, buscamos tomar todas as medidas cabíveis, mas ainda assim levar atividades, boas maneiras de ocupar a mente e, caso sigam produzindo, contribuir com a renda das famílias”.

O presidente do centro de terapia para dependentes de álcool e outras drogas, Neres Alves das Neves Júnior, já conseguiu algumas embalagens para a produção de sabão líquido e vislumbra que a venda dos produtos contribua com a instituição filantrópica e com a vizinhança. “Mas nossa maior intenção nem é fazer um produto, mas fortalecer a parceria com a Assembleia Social, para abraçar a comunidade vizinha”, comenta. A comunidade terapêutica atende, atualmente, a 20 homens em tratamento de dependência química.

A professora de artesanato Elizabeth Ferreira disse ter gostado muito de ter trabalhado com uma turma formada por maioria de homens. “Quando fiquei sabendo que a oficina era em uma casa de recuperação, meu coração encheu de amor”. E assegurou que “eles gostaram muito e já estão ansiosos para o próximo curso. Todos se mostraram muito interessados”.

 

Fonte: Assessoria

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A vitória das mulheres nas urnas em 2020

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Márcia Pinheiro

 

Quando falamos nas conquistas dos direitos femininos não imaginamos que uma delas aconteceu recentemente sob o ponto de vista histórico. Há apenas 89 anos, nós mulheres não participávamos da vida política do país já que até então era proibido o direito de voto da mulher.

Apenas em 1934 conseguimos o direito de votar integralmente e esse cenário não era exclusividade do Brasil, pois países como a França, considerado berço revolucionário, teve o voto feminino garantido somente em 1944.

A atuação organizada de um movimento feminino na busca do direito de voto ganhou força no século XX, a partir de uma militância política feminina na Grã-Bretanha que inspirou mulheres ao redor do mundo internacionalizando a luta e favorecendo a conquista do direito de voto em vários países.

Hoje, 24 de fevereiro, comemoramos o Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil, data de um feito importante que tem dado rumos aos estados e municípios por todo o país. Tive a oportunidade de participar de um histórico processo eleitoral que, sem sombras de dúvidas, teve o voto feminino como fator decisivo no resultado final das urnas.

Após um primeiro turno equilibrado onde tinha-se uma candidatura feminina que, supostamente, representava as cuiabanas, porém o segundo turno trouxe um ‘banho de água’ fria no movimento feminino em virtude das contraditórias e incoerentes decisões tomadas.

Essa parte do eleitorado feminino então, órfão de representatividade, se agarrou numa candidatura com serviços consolidados à mulher e que tinha um histórico de profundo respeito e trabalho à causa.

Não tenho dúvidas que a união e a força do voto feminino foi protagonista nesta eleição, sobretudo no segundo turno, afinal foram pouco mais de 155 mil votos contra 128 mil comparecimento do sexo masculino.

A vitória no processo eleitoral de 2020 foi das mulheres que viram o seu poder de decisão nas mãos dando engajamento ainda maior na participação política quebrando as dificuldades maternas culturais da dupla, às vezes tripla jornada seguido de preconceitos ainda existentes em nossa sociedade.

As perspectivas nesse panorama são boas, ainda que caminham timidamente, pois ter mulheres ativas no campo política seja como eleitora incentiva o maior interesse e sucesso em candidaturas femininas, é só olhar para a eleição americana de 2020 que culminou na vitória de Kamala Harris, a primeira mulher no cargo de vice-presidente do maior posto do mundo.

Não há mais como negligenciar a importância do voto feminino que tem maior número no eleitorado e uma extensa pauta e demandas que precisam ser representadas pelas mesmas. Sem o exercício dos direitos políticos femininos o regime democrático não alcança o seu ideal de igualdade.

Márcia Pinheiro é primeira-dama de Cuiabá, empresária e pós-graduada em Gestão Pública. 

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