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Tecnologia

As 7 capitais brasileiras onde a energia solar é mais vantajosa

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Gerar a própria energia elétrica através de placas solares se consolidou no Brasil como um dos melhores investimentos atuais, mas em nenhuma cidade ele é mais atrativo do que em Teresina, Piauí.

É o que apontou o levantamento feito pela empresa do mercado livre de energia, a COMERC, que listou as capitais brasileiras onde a tecnologia traz retorno mais rápido ao consumidor.

Para o estudo, a empresa baseou-se nos valores da tarifa de energia cobrados pelas distribuidoras do país, principal variante na hora de estimar o tempo de retorno sobre o investimento em um sistema solar elétrico.

Conhecido também como payback, esse é o prazo para que o sistema “se pague” através da economia gerada na conta de luz durante os seus 25 anos de vida útil, e a qual pode chegar a até 95% do valor.

Assim, quanto mais alta for a tarifa de energia praticada, maior seria a conta de luz paga e, portanto, maior a economia mensal que o consumidor tem com o seu sistema fotovoltaico.

Além da tarifa, outras variantes também devem ser consideradas, como níveis de radiação solar, visto que um local com condições climáticas mais adequadas resulta em um sistema com maior geração.

Com a 16ª tarifa mais cara do Brasil, segundo o ranking elaborado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), a cidade de Teresina apresentou o menor payback para um sistema solar, de 2,86 anos.

Confira, abaixo, o ranking das 7 capitais brasileiras com o menor payback para um sistema solar:

1º Teresina – Piauí – 2,86 anos
2º Manaus – Amazonas – 3,0 anos
3º Campo Grande – Mato Grosso do Sul – 3,07 anos
4º Natal – Rio Grande do Norte – 3,08
5º Palmas – Tocantins / Recife – Pernambuco – 3,09 anos
6º Aracajú – Sergipe – 3,12 anos
7º Cuiaba – Mato Grosso – 3,15 anos

 

Fonte: Assessoria de Comunicação – BlueSol

Polícia

Mais de 97% das unidades penais de Mato Grosso dispõe de salas de videoconferências

Publicado

em

por SESP-MT

 

 

Em Mato Grosso, 47 das 48 unidades penais dispõem da ferramenta de videoconferência para audiências criminais na esfera federal e estadual. Do total de incremento, mais de 40 foram disponibilizadas a partir do ano de 2019. A utilização de videoconferência dentro das unidades prisionais otimiza o emprego de servidores, garante maior segurança e gera economia aos cofres públicos, já que todo o trabalho é realizado no interior da instituição.

Até 2018, somente as penitenciárias de Rondonópolis (Mata Grande), Cuiabá (PCE), Várzea Grande, Água Boa e Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC) dispunham dos instrumentos para a realização de videoconferências. À época eram feitas somente audiências das instâncias federais. Hoje as unidades realizam audiências tanto federais quanto estaduais.

Devido o período de pandemia da Covid-19, a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa (Mata Grande) precisou ampliar em quatro novas salas o espaço para as videoconferências. Agora, a unidade dispõe de uma estrutura de nove salas. A obra, que foi inaugurada na sexta-feira (01.01), custou pouco mais de R$ 127 mil e contou com 100% da mão de obra de reeducandos.

“A ampliação começou em julho passada e foi concluída no início deste mês. Além das salas de viodeconferência, finalizamos também a construção de quatro outras salas que servirão para triagem dos reeducandos que estão marcados para audiência e os que adentram à unidade e precisam ficar em quarentena”, enfatizou o diretor da Penitenciária, Ailton Ferreira.

A implementação da videoconferência atende a resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional da Política Criminal e Penitenciária (CNPCP).

Além de Cuiabá e Várzea Grande, o sistema de videoconferência está implantado nas unidades masculinas dos municípios de Alta Floresta, Alto Araguaia, Araputanga, Arenápolis, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Canarana, Chapada dos Guimarães, Colniza, Comodoro, Dom Aquino, Jaciara, Juara, Nobres, Nova Mutum, Peixoto de Azevedo, Porto dos Gaúchos, Rosário Oeste, Sorriso, Vila Rica, Juína, Lucas do Rio Verde, Pontes e Lacerda, Tangará da Serra, Água Boa, Rondonópolis e Sinop, dentre outras.

O sistema contempla todas as unidades femininas que estão nas cidades de Cuiabá, Colíder, Nortelândia, Nova Xavantina e Rondonópolis. Do total de unidades penais, somente a Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, está em processo de instalação.

O secretário adjunto de Administração Penitenciária, Emanoel Flores, destacou os avanços da atuação de Mato Grosso em aderir esta ferramenta eficaz dentro das unidades.

“Com a nova tecnologia, o Sistema Penitenciário reduz o número de escoltas para as audiências, ampliando assim a segurança dos valorosos servidores, bem como fortalece o efetivo interno dos estabelecimentos penais, além do dinamismo na atuação do Sistema de Segurança com o Sistema de Justiça”.

  1. Para disponibilizar a videoconferência dentro da unidade é necessária uma sala com computador, internet, webcam e microfone. É garantido ao reeducando a presença do advogado durante a oitiva. É garantido o recuperando exercer o seu direito de falar sem ser coagido.

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