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Alexandre Frota tem seu nome negativado por causa de pensão alimentícia e pode ser preso

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Como você tem acompanhado no ESTRELANDO, Alexandre Frota está sendo acusado de não pagar pensão ao filho, Mayã, de 18 anos de idade, e estaria devendo a ele cerca 71 mil reais, o que gerou uma troca de farpas por meio das redes sociais. Por causa da situação, a ex de Frota, Samantha Gondim, está querendo processá-lo.

Agora, segundo informações do Extra, a Justiça de Brasília deferiu o pedido de protesto feito pelos representantes de Mayã contra o pai. O nome do recém-eleito deputado federal por São Paulo está negativado. Ou seja, Frota não pode pedir financiamentos ou fazer compras através de crediários.

E não só isso: a diretora da 4ª vara de Família de Brasília, Renata Bittar, ainda irá pleitear um pedido de prisão para o ex-ator, na próxima segunda-feira, dia 15. Na última quarta-feira, dia 10, ele pagou parte da pensão que está devendo e o que sobrou é 42 mil e 418 reais. Com isso, Frota propôs um acordo, mas os advogados de Mayã rejeitaram que ele parcelasse esse restante.

Um pedido de prisão já havia sido formalizado no fim de setembro, mas de acordo com a Justiça Eleitoral, o ainda candidato não poderia ser detido num prazo de 15 dias, mas esse período agora já passou.

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Bolsonaro pede que população economize energia elétrica

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O presidente Jair Bolsonaro fez um apelo, nesta quinta-feira (3), para que a população economize energia elétrica. Em sua live semanal, transmitida pelas redes sociais, Bolsonaro alertou sobre o baixo nível de água nos reservatórios de usinas hidrelétricas, que respondem pela maior parte da geração elétrica do país.

“Já estamos numa campanha para economizar energia. Tenho certeza que você, que está em casa agora, pode apagar uma luz, evitar o desperdício. Tome um banho um pouquinho mais rápido, que ajuda a manter os reservatórios um pouco mais altos”, afirmou, ao lado dos ministros de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e de Meio Ambiente, Ricardo Salles.

Bento Albuquerque relatou que o país vive a maior seca dos últimos anos e o nível dos reservatórios das usinas estão em uma situação preocupante. “Os reservatórios estão muito baixos, presidente. Dentro dos registros que temos no Ministério de Minas e Energia, desde 2000, não se tem uma seca tão grande nos nossos reservatórios do Sul, e desde 2015, nos [reservatórios] do Centro-Oeste e Sudeste do país. E isso nos levou a adotar medidas, como colocar nossas usinas termelétricas gerando energia. 65% da nossa energia é gerada por hidrelétricas, e com os reservatórios de água estando baixos, temos que utilizar as usinas termelétricas para suprir essa energia, gerar segurança de abastecimento e preservar aquilo que temos de água nos reservatórios”, explicou.

Nesta semana, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reativou o sistema de bandeiras tarifárias. A bandeira definida foi a vermelha patamar 2 para o mês de dezembro, a mais alta, com custo de R$ 6,243 para cada 100 quilowatts-hora consumidos. A medida é adotada sempre que há queda no nível dos reservatórios e o custo da geração de energia aumenta no país.

“Não é maldade da gente, não é pra arrecadar mais. É porque estamos usando energia de fonte mais cara, como termoelétrica, e daí fica bem mais caro pra pagar essa diferença. Por isso que se bota a bandeira a bandeira vermelha a R$ 6 [a cada 100 quilowatts de energia consumida]”, enfatizou Bolsonaro.

Nos próximos dias, de acordo com o ministro de Minas e Energia, o governo vai apresentar uma atualização do Plano Nacional de Energia, que prevê ações no setor até 2050. Um dos objetivos, disse ele, é ampliar a capacidade de geração de energia nuclear para 10 gigawatts. “Vamos triplicar a geração de energia nuclear, que é fundamental para a manutenção dos nossos reservatórios, porque elas geram 365 dias por ano, e os nossos reservatórios de água poderão ser mantidos na época de escassez de chuva”, destacou.

 

Da Redação

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