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Política MT

Acompanhe em tempo real a apuração dos votos

Publicado

em

Mato Grosso

  1. seções apuradas: 4658 de 7247

    Governador

    1. Mauro Mendes

      Mauro Mendes

      DEM

      59,97%

      533.990 votos

    2. Wellington Fagundes

      Wellington Fagundes

      PR

      18,77%

      167.178 votos

    3. Pedro Taques

      Pedro Taques

      PSDB

      18,65%

      166.064 votos

    4. Arthur Nogueira

      Arthur Nogueira

      REDE

      1,64%

      14.620 votos

    5. Moisés Franz

      Moisés Franz

      PSOL

      0,97%

      8.620 votos

    TOTAL
    1.091.933
    VÁLIDOS
    890.472 (81,55%)
    BRANCOS
    59.710 (5,47%)
    NULOS
    141.751 (12,98%)
    ABSTENÇÕES
    364.429 (25,02%)
    Eleito / 2º Turno (resultados matematicamente definidos).
    A fonte das informações desta página é o Tribunal Superior Eleitoral. Segundo esclarece o TSE, o candidato que aparece com 0 (zero) voto pode não ter tido seus votos validados devido à sua situação jurídica ou à do seu partido. Para consultar a situação do candidato, acesse http://divulgacandcontas.tse.jus.br

    Apuração ao longo do tempo

    última atualização em 18:26:30h de 07/10/2018 (Horário de Brasília)
    Moisés FranzMauro MendesWellington FagundesPedro TaquesArthur Nogueira17:3018h0%20%40%60%80%

    Cargos legislativos

    Senador
    Deputado Federal
    Deputado Estadual

    atualizando em 15

    CANDIDATO
    % VÁLIDOS
    VOTOS

    Juiza Selma Arruda

    PSL

    24,23%

    415.406

    Jayme Campos

    DEM

    18,64%

    319.471

    Fávaro

    PSD

    16,26%

    278.783

    Nilson Leitão

    PSDB

    12,81%

    219.651

    Adilton Sachetti

    PRB

    11,38%

    194.997

    Procurador Mauro

    PSOL

    7,56%

    129.623

    Professora Maria Lucia

    PC do B

    5,98%

    102.491

    Dr Waldir Caldas

    NOVO

    2,60%

    44.594

    Aladir

    PPL

    0,32%

    5.520

    Gilberto Lopes Filho

    PSOL

    0,21%

    3.552

    Sebastião Carlos

    REDE

    0,00%

    0

    TOTAL
    2.183.866
    VÁLIDOS
    1.714.088 (78,49%)
    BRANCOS
    168.604 (7,72%)
    NULOS
    295.586 (13,53%)
    ABSTENÇÕES
    364.429 (25,02%)

    Apuração por zona eleitoral

Deputado Estadual

 

 

Deputado Federal

 

Presidente

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Política MT

Justiça manda Abílio retirar programa eleitoral do ar onde ele acusa sem provas, Emanuel de coagir servidores

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em

 

O juiz da 1ª Zona Eleitoral, Geraldo Fidelis, determinou que o candidato a prefeitura de Cuiabá, Abílio Jr. (Podemos), suspenda propaganda eleitoral em que acusa o atual prefeito e candidato à reeleição, Emanuel Pinheiro (MDB), de usar a máquina pública para coagir servidores a fazerem campanha política em seu favor.

Abílio colocou em seu programa eleitoral um áudio supostamente de Miriam de Fátima Nascheveng Pinheiro, que seria a prima de Emanuel. No  áudio que ele sugere ser ela,  aparece uma mulher pedindo para os servidores a votarem no prefeito e para fazer campanha após  às 18h.  O candidato não provou que o vídeo foi gravado dentro da Secretaria Municipal de Saúde e nem provou que de fato, trata-se de Mirian Pinheiro.

Conforme a defesa da  Coligação ” A Mudança Merece Continuar”, Abílio teria editado o áudio. “O suposto áudio foi claramente manipulado, editado, recortado, com fito propósito de atribuir conotação inverídica. Há edição no suposto áudio que retiram qualquer legalidade, legitimidade e fidedignidade.  Note Excelência, que a mensagem não se limitou a reproduzir fatos noticiados, mas o Representado fez afirmações da existência de crimes graves como coação, chantagem e uso da máquina pública, veiculando supostos áudios fora do contexto, trechos cortados e editados com clara manipulação” consta na alegação da defesa.

 

O juiz acatou os argumentos da defesa de Emanuel Pinheiro. “Ora, quem assiste a propaganda da forma em que foi veiculada, vai concluir que o autor está praticando ilícito durante a sua gestão, ao realizar uso indevido da máquina pública para coagir e ameaçar servidores públicos a apoiá-lo e fazer campanha em seu favor”, escreveu.
“O que se rechaça é a maneira como foi reproduzido o material combatido, pode ensejar conotação demeritória ao representante, e fazer o eleitor concluir que ele esteja praticando ilícitos consistente no uso indevido da máquina pública e ainda à prática de do crime de coação. Em outras palavras, não se veda noticiar fatos, nem, tampouco, permite-se impedir críticas políticas – ainda que utilize expressões duras e contundentes, mas, tão somente, proíbe-se distorcê-los, como se deu no material acusado de irregular, para criar estados mentais, a fim de ganhar vantagem ou gerar prejuízo a outrem”, consta na decisão.
O magistrado pede a retirada do material do ar com urgência, sob  pena de multa diária no valor de R$ 10 mil por imagem, áudio ou vídeo veiculado.

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