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Polícia

Ação conjunta prende outros dois envolvidos em latrocínio no bairro Consil

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Os outros dois envolvidos no latrocínio, ocorrido em um lava jato no bairro Consil em Cuiabá, foram capturados na noite de terça-feira (16.01), em ação conjunta realizada pela Polícia Judiciária Civil, através da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (Derrfva) e Gerência de Operações Especiais (GOE) e Inteligência do 4º Batalhão da Polícia Militar.

Identificados como autores do roubo seguido de morte, José Igor Rodrigues dos Santos, 18, e Elian Silva Bispo de Campo, 18 anos, foram localizados após a prisão do terceiro envolvido, Pablo Augusto Almeida Nascimento, 26, no final da tarde de terça-feira (16).

O suspeito, que tinha fugido algemado enquanto eram realizadas diligências para prisão dos comparsas, foi preso por policiais Derrfva e da Delegacia de Roubos e Furtos de Várzea Grande, com apoio da Polícia Militar e Centro Integrado de Operações Áreas (Ciopaer).

Em continuidade as diligências, as equipes policiais continuaram a receber várias denúncias sobre os paradeiro dos demais envolvidos no latrocínio, que terminou com a morte de Adriano Figueiredo de Oliveira, 37 anos. Segundo as informações, os suspeitos estavam em uma quitinete no bairro Jardim Florianópolis e possivelmente estavam recebendo ajuda de terceiros para permanecerem escondidos.

As equipes da Derrfva, GOE e 4º Batalhão da PM foram até o endereço onde localizaram os dois suspeitos, sendo apreendidas com eles uma arma de fogo (revólver calibre 38) com uma munição intacta, possivelmente utilizada no crime.

Um homem e uma mulher que auxiliavam os suspeitos a se manterem escondidos, trazendo roupas, comida e drogas também foram detidos e conduzidos a delegacia.

O caso

Três pessoas chegaram ao lava-jato noa bairro Consil e anunciaram o roubo. Um deles, portando uma arma de fogo, anunciou que iriam levar um veículo Gol. A vítima Adriano Figueiredo de Oliveira passava em frente o estabelecimento e, ao presenciar a ação, tentou impedir o roubo, atirando uma pedra.

O suspeito Pablo Augusto, que estava armado, efetuou disparos contra a vítima que caiu. Na sequência, os bandidos deixaram o lava jato levando o veículo, que foi recuperado horas depois abandonado no bairro Alvorada.

A vítima Adriano Figueiredo de Oliveira chegou a ser socorrida pelo Samu e  encaminhada ao Pronto Socorro Municipal de Cuiabá, mas acabou indo a óbito.

 

Fonte: Assessoria | PJC-MT

Polícia

Fiscalização integrada apura atuação ilegal de profissional em clínica de beleza na Capital

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Assessoria | Polícia Civil-MT

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), em conjunto com a Vigilância Sanitária de Cuiabá e os Conselhos Regionais de Medicina e de Biomedicina, realizou uma ação integrada para apurar denúncia de prática de exercício ilegal da medicina e da biomedicina e de falsidade ideológica em uma clínica de beleza na Capital.

Conforme investigação da Decon, a suspeita se apresentava como doutora e usava a abreviação Drª antes do seu nome. Ela também divulgava em uma rede social o número de registro de outra pessoa no Conselho Regional de Biomedicina como sendo seu.A fiscalização foi realizada na manhã desta quarta-feira (20.01), em um SPA localizado no bairro Jardim Imperial, em Cuiabá. O alvo da operação é uma mulher de 25 anos, que supostamente vinha exercendo ilegalmente as profissões de médica e de biomédica.

Segundo apuração realizada pelos policiais civis, a investigada publicava que era bacharel no curso de biomedicina, formada por uma faculdade particular de Várzea Grande, e com especialização em estética invasiva e habilitação, que permite realizar procedimentos como lipoaspiração de papada, botox, harmonização facial e outros, por outra instituição de ensino.

No entanto, em contato com as duas unidades educadoras, ambas informaram à Polícia Civil que a suspeita não possui registros de formação nos referidos cursos.

Durante a fiscalização, a equipe da Vigilância Sanitária notificou os responsáveis pelo SPA para que sejam alterados os alvarás de localização, funcionamento e da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAES), para inclusão de outras atividades referentes a salão de cabeleireiro, manicure e pedicure e, de forma secundária, atividades de estética.

A Decon também teve acesso a vídeos em que a mulher aparece realizando procedimentos invasivos, entre eles a aplicação de anestesia local, cauterização de manchas de pele, preenchimento labial, aplicação de botox, escleroterapia de vasos e até pequenas cirurgias com a remoção de pele, procedimentos que só devem ser feitos por profissional formado na área da saúde, com especialização em clínicas médicas ou hospitais, além de necessitar de alvará sanitário e suporte para socorro ao paciente em caso de complicações.

À Polícia Civil, os proprietários alegaram que não sabiam que a funcionária não era biomédica e nem esteticista e que ela havia entregado cópia de diplomas, da carteira funcional do Conselho de Biomedicina e de outros documentos. Contudo, até o início da tarde desta quarta-feira (20), os donos da clínica não haviam enviado as cópias dos documentos à delegacia especializada. No local também foram apreendidas agulhas e dezenas de frascos de produtos e de medicamentos que estavam sendo utilizados pela suspeita nos atendimentos. Alguns dos medicamentos apreendidos só podem ser comprados por médicos ou biomédicos.

Os consumidores que foram atendidos pela suspeita, acreditando que a profissional fosse doutora, poderão procurar a Decon para denunciar a mulher e ajudar no esclarecimento dos fatos.Conforme o delegado da Decon, Rogério Ferreira, as investigações continuam e todos os envolvidos já foram intimados para serem ouvidos e prestarem esclarecimentos.

“A Delegacia do Consumidor alerta para o risco à vida, à saúde e à integridade física do consumidor, em realizar procedimentos invasivos, como botox e harmonização facial, com pessoa que não é formada na área da saúde ou que não possui a especialização necessária para esse tipo de atendimento, ou ainda em locais que não possuem o alvará da vigilância sanitária e o suporte necessário para prestar socorro em caso de necessidade”, completou o delegado Rogério Ferreira.

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