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A escola Adventista de Cuiabá aborda a campanha “Setembro Amarelo”

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Alunos das Escolas Adventistas de Cuiabá realizaram nesta manhã de quinta-feira (19) uma caminhada de Promoção da Vida e Prevenção ao suicídio, com início na Praça Ipiranga indo até  à Alencastro, em Cuiabá.

Durante o percurso os estudantes entregaram para populares o livro sobre a importância da família e flores da cor amarela, em alusão ao “Setembro Amarelo”.

É necessário realizar a prevenção ao suicídio, tema que ainda é tabu em nossa sociedade. Muitos têm a ideia de “melhor não tocar no assunto”, por isso, o nono mês do ano é conhecido como “Setembro Amarelo”, dedicado à conscientização e prevenção, além de ressaltar e estimular a importância de se falar sobre a questão.

A campanha vem ao encontro  das necessidades e filosofia da Escola Adventista, que acredita que além da formação profissional,  também deve ser desenvolvido o caráter dos alunos.

Israel Varanda de 17 anos, que estuda na unidade do CPA, conta que a caminhada celebrou a importância da prevenção ao suicídio e mostrou para a sociedade as consequências que ele traz.

“Temos muito preconceito com essa questão de suicídio e depressão, infelizmente o assunto só ganhou destaque após várias pessoas conhecidas na mídia, terem cometido o suicídio. Então, a saúde mental começou a ser priorizada’’, comenta o aluno.

Dentro da Escola Adventista, localizada na região do CPA, existe um varal com cartas em apoio aos estudantes  que sofrem com depressão, ansiedade ou pânico.

“Os alunos desenvolveram um projeto chamado Weekend, no qual mapeiam uns aos outros para verificar quem está sofrendo. No varal pode-se deixar uma mensagem de apoio ou contar sobre uma situação difícil. Então, os estudantes recolhem o nome dessas pessoas e começam a trabalhar com mensagens e ligações para que eles não se sintam solitários”, diz o ator Janderson Oliveira que leciona na unidade.

O pastor Paulo Wanderson Almeida ressalta que dentro das escolas existem as capelas semanais, que abordam diversos assuntos,  sendo algumas delas com o  apoio psicológico.

Stephanie Romero
(65) 99974-7094

“Se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria.” #RM12.8 

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Deputados recebem Fórum Sindical para debater PEC 06/2020

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O Projeto de Emenda Constitucional – PEC 06/2020 que trata sobre as novas regras da Previdência foi amplamente debatido, nesta quarta-feira (27), entre deputados e representantes do Fórum Sindical, no Plenário das Deliberações da Assembleia Legislativa de forma presencial e remota.

Essa PEC altera o Regime Próprio de Previdência Social – RPPS no âmbito estadual a fim de replicar as normas vigentes desde a entrada em vigor da Emenda Constitucional 103/2019, que modificou as regras do sistema previdenciário brasileiro aplicáveis aos Regimes Próprios de Previdência Social dos entes federativos.

Botelho explicou que após a primeira votação, a PEC poderá sofrer alterações através de emendas e garantiu novos debates para possíveis ajustes no texto. “É muito importante participarem e estamos abertos às discussões”.

Representantes do Fórum Sindical chamaram a atenção sobre a importância do debate para chegar a um texto de consenso que seja bom para os servidores e governo. Objetivo é tratar sobre a PEC 06, com alternativas que, segundo eles, não sejam tão penosas como foi no Congresso Nacional. As sugestões serão avaliadas e poderão ser apresentadas como emendas das lideranças partidárias.

O presidente do Sindicato dos Fiscais de Tributos Estaduais de Mato Grosso – Sindifisco e da Federação Nacional do Fisco – Fenafisco, Ricardo Bertolini apresentou as propostas de aprimoramento do projeto.

“Apresentamos cinco emendas à PEC. As duas primeiras emendas trazem novas regras de transição para servidores que já estão no regime de previdência própria, trazendo regras que são consolidadas em outros estados como Paraná, Bahia e Sergipe, não tão duras como a aprovada no Congresso Nacional com a 103/2019. As outras são redacionais para que não haja nenhum equívoco de interpretação e nem questionamento jurídico que possa prejudicar a concessão da aposentadoria do servidor. E outra proposta de transição para efeito de cálculo das pensões. A emenda constitucional 103 reduziu a pensão em 50% do salário do servidor a que o segurado vinha recebendo. Então, viúva e filhos terão direito somente a 50%. É muito penoso e trouxemos a regra para minimizar o impacto às famílias do servidor público”, explicou Bertolini.

 

Redação

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