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A demonização dos servidores públicos tem que ter fim

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Sorte é para mega-sena

Não para ser servidor concursado

Por vezes até a inscrição para se submeter as provas de um concurso público e gratuito basta preencher alguns requisitos previstos em lei. Entretanto par ingressar no serviço público o sujeito tem que vencer barreiras quase intransponíveis, ou seja, transpor a pedra que o poeta avistou no meio do caminho.

A primeira delas é largar tudo, se isolar dos amigos, das festinhas, e se debruçar nos livros diuturnamente. Afinal, para vencer a maratona de um concurso público, com milhares e milhares de concorrentes, o candidato precisa estar muito bem preparado.

Não é por mero acaso que o serviço público está repleto de excelentes cabeças. Consultores, analistas, técnicos, auditores, cientistas, profissionais de alto nível, muitos dos quais com graduações em diversas áreas do conhecimento: mestrado, doutorado e pós-doutorado. Estão lá para prestar serviços de qualidade ao cidadão.

Servir bem, para o servidor, além de obrigação, é uma questão de ética, um mandamento sagrado. É como uma cláusula pétrea que nunca pode ser quebrada.

Não é verdade que o servidor deseja ou como dizem erroneamente “exigem” apenas subsídios melhores, em sua maioria desejam melhorias estruturais de modo a dar condições dignas de um atendimento de excelência a população que é quem realmente paga nossos subsídios. Quem maltrata um servidor maltrata o maior patrimônio que um governo possui AFINAL ELES PASSARÃO E NÓS PASSARINHO diz um conhecido ditado popular.

Citando um texto não confirmado mas atribuído a Bertolt Brechtde diz: O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala e não participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.

O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política.

Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra,corrupto e lacaio das empresas

nacionais e multinacionais.

Muito se fala sem conhecimento sobre a ESTABILIDADE. Entendam que  existem órgãos de controle e fiscalizações bem como setores de correição e corregedorias nos órgãos públicos com a finalidade de acompanhar qualquer desvio de função ou caráter do indivíduo imbuído de suas responsabilidades, cabe ao cidadão ciente de seus deveres e direitos formalizar até mesmo de forma anônima para que as providências que se fizerem necessárias sejam tomadas dentro da lei e SIM o servidor público pode ser exonerado a bem do serviço público diferente de como costumam pontuarem em notícias fantasiosas.

Fazer com que todos saibam e reconheçam a importância do trabalho desempenhado pelas categorias dos servidores públicos deve ser um exercício constante, que passa pelo zelo no contato com a população, pelo cuidado com a imagem pública da categoria e, principalmente, por sua unidade. Somente com UNIÃO os pleitos tornam-se realidade, metas tornam-se bandeiras e propostas passam a ser conquistas.

Diante da falta de estabilidade política que se refletiu na política econômica-social o atual governo instituiu um pacote de medidas de ajuste fiscal e também incluiu a realização das reformas da Previdência e trabalhista, que alteraram regras de aposentadoria e da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Tais propostas demonstram claramente o interesse de setores do Executivo e Legislativo em direcionar o Orçamento Público para a consolidação de um estado mínimo, alicerçado nos interesses do capital em detrimento do bem-estar social, da garantia de direitos aos servidores públicos e das reivindicações da população brasileira.

Entretanto nossa aposta é que a própria sociedade mato-grossense não acredita que a melhor resposta à crise econômica seja o arrocho, a precarização do serviço público e a violação dos direitos trabalhistas. A garantia de qualidade dos serviços básicos oferecidos à sociedade e o desenvolvimento do país passam, invariavelmente,pela valorização do servidor público.

Diante deste quadro, que chamo atenção dos CEM MIL SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS, que somados aos seus FAMILIARES e AMIGOS chega-se a mais de 500.000 votos que SIM DEFINEM UMA ELEIÇÃO COMO VIMOS EM 2016 a prefeitura da capital de nosso Estado,  mas não tão somente meus colegas mas também servidores municipais e federais, seus familiares, amigos e sociedade civil organizada entre profissionais autônomos, comerciante, produtores rurais onde reforço a importância de estarmos UNIDOS entre os mais variados segmentos de servidores públicos e do engajamento das mais diferentes categorias em relação ao ano eleitoral que vivenciamos, pois somente com representatividade política tanto na Câmara dos Deputados quanto na assembleia legislativa estaremos ativos na luta por valorização, dignidade e respeito.

Por fim deixo um alerta aos amigos e inúmeros colegas servidores públicos estaduais, municipais e federais, entidades civis e militares, de nada vale o grito dos bons se os mesmos personagens políticos continuarem, não que sejam ruins pois são péssimos e alguns ainda presos e pra piorar não há cobrança devida, fiscalização decente, e não adiantara mais sair as ruas pois até reinvindicações a princípio consolidadas estarem sendo utilizadas como manobras de grupos.

O próximo GOVERNADOR deve saber desde já disso e não apenas no DISCURSO pois estamos de olhos bem abertos e cansados de PROMESSAS NÃO CUMPRIDAS.

NOSSA LUTA É PELA VALORIZAÇÃO DOS SERVIDORES PÚBLICOS.

MUNICIPAIS,ESTADUAIS,FEDERAIS

NENHUM DIREITO A MENOS.

 

Max Campos é Servidor Público Estadual do INDEA-MT, Articulista politico e Pré-Candidato a Deputado Federal.

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Não conseguimos respirar

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Os recentes manifestos que aconteceram nos EUA e que se espalharam pelo mundo, por conta das INJUSTIÇAS cometidas por autoridades, veio com uma frase que nos chamou atenção: “NÃO CONSIGO RESPIRAR”. Isso nos remete a real situação dos servidores públicos de Várzea Grande que desde o início da Gestão Lucimar Campos (DEM) – maio de 2015 – vem gritando “NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR”, pois foram e continuam sendo ASFIXIADOS e SUFOCADOS pela prefeita que não trata os servidores com DIGNIDADE e que cometeu e vem cometendo diversos ATAQUES, como o não cumprimento de direitos garantidos em leis, deixando os servidores anos sem a recomposição salarial, 6 anos sem a progressão de carreira, 6 anos sem o pagamento dos retroativos (direitos represados), 6 anos sem o pagamento integral de 1/3 de hora atividades para os docentes, dentre outros direitos, empurrando os trabalhadores para uma situação de sofrimento e penúria.

E agora, em tempos de eleições, o candidato do seu grupo político vem fazendo mil e uma promessas, dizendo que desta vez vai reconhecer e valorizar os servidores, afirmando que vai assumir o compromisso com a categoria. Porém, nem se quer assinou a Carta-Compromisso com os Trabalhadores da Educação. O único dos quatro candidatos a prefeito que não assumiu esse compromisso. Os servidores de VG são inteligentes e não cairão no canto da sereia.

Mais recentemente, Lucimar deu um GOLPE e não pagou a revisão salarial nem aos professores e nem mesmo aos técnicos que estão amargando 4 anos sem o reajuste.

E agora, veio mais uma punhalada nas costas dos servidores. A Prefeita Lucimar (DEM) enviou para a câmara de vereadores um Projeto de Lei que aumenta o desconto da previdência de 11% para 14%.

Os trabalhadores não querem ficar ricos. Não querem nada que não é deles. Só querem o cumprimento das leis. Querem dignidade, ser respeitados, ser valorizados e principalmente, querem comida no prato. E isso não está mais sendo possível de se ter por conta das INJUSTIÇAS praticadas pela gestão Lucimar Campos contra os servidores que estão com salários congelados há mais de 4 anos, com um vencimento líquido abaixo de um salário mínimo.

É lamentável que em pleno século XXI, as injustiças, os maus tratos, o menosprezo, o descumprimento da legislação ainda imperam em VG. A Prefeita Lucimar Campos (DEM) deveria ficar envergonhada em imputar essa condição injusta aos trabalhadores. Já que VG é o segundo maior município de Mato Grosso e o terceiro mais rico do estado em arrecadação, no entanto, paga um dos piores salários para os servidores públicos dentre os municípios considerados mais pobres da baixada cuiabana como Acorizal, Barão, Jangada, Leverger e Poconé.

Todas as vidas importam!!!

Aliás, as reformas de praças públicas, mini estádios, a construção da Orla da Alameda (que estão sendo gastos mais de 17 milhões), são importantes, mas não são mais importantes que as vidas dos trabalhadores que vem sofrendo muito com os GOLPES dessa gestão Campos. Vem sendo castigados e lesados com enormes prejuízos financeiros em torno de R$ 250,00 a R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) por mês, por falta de cumprimento da legislação que a prefeita não respeita, agindo de forma GOLPISTAMALDOSA e OPRESSORA, deixando os trabalhadores asfixiados com dívidas, pois o que recebem em seus vencimentos (abaixo de um salário mínimo) não está sendo suficiente até mesmo de se alimentar do básico.

Lucimar Campos não paga a recomposição salarial por pura MALDADE, não cumpre as leis de propósito, por falta de vontade política, por não respeitar e não gostar de valorizar o servidor, pois, somente nos meses de janeiro à abril de 2020, segundo documento da própria prefeitura, houve uma sobra de quase 7 milhões dos recursos 60% do FUNDEB (recurso exclusivo para pagamento salarial dos profissionais da educação).

Por que a Prefeita Lucimar Campos SUBESTIMA, DESPREZA e expõe duramente os servidores, retendo parcela significativa de seus salários, enquanto reforma quase todas as praças da cidade? Qual é a prioridade da prefeita, da mãe e mulher que governa o município?

O efeito dessa política nefasta de massacredesvalorização, da falta de vontade da prefeita Lucimar para atender as reivindicações dos trabalhadores, está fazendo com que muitos servidores peçam exoneração do cargo e, os que permanecem estão ficando doentes com câncer, depressão, stress e outras doenças. Estão morrendo sem conseguir usufruir dos seus direitos, provocando revoltas, indignação e protestos contra a atual administração.

Que condição é essa de AMARCUIDAR e ACREDITAR da administração Lucimar Campos que só semeou maldades aos servidores? Qual é a razão de tantas INJUSTIÇAS contra os servidores?

“NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR!!!” Estamos asfixiados pela gestão Lucimar Campos!!!

Vidas dos servidores importam!!!

28 de outubro – Dia do Servidor Público – NADA A COMEMORAR!

Por Juscelino Dias de Moura,  presidente do Sintep/VG

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