conecte-se conosco



Eventos

4ª Batalhão de Várzea Grande lança projeto social de artes marciais

Publicado

em

No lançamento, nesta quinta-feira (24), alunos apresentarão táticas que aprenderam nas primeiras aulas - Foto por: 4ºBPM/PMMT

O 4ª BPM de Várzea Grande lança, nesta quinta-feira (24.01), às 16h, no Shopping Várzea Grande, o projeto ‘4 Bravo Lutas’. A iniciativa foi inspirada pelos projetos de sucesso promovidos pelas unidades especializadas da Polícia Militar, como o Judô Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) e Jui Jitsu Rotam (Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel).

O subcomandante do 4ª BPM, major Jean Lima, explica que a iniciativa consiste em levar para crianças que estão em situação de vulnerabilidade e risco social a prática de artes marciais, no caso judô,  jiu jitsu e karatê, além  de valores para tornar cada criança participante um cidadão de bem.

“Fomos aguçados pelos projetos da Rotam e Bope, e seguindo essa mesma concepção estamos colocando em prática em Várzea Grande. Já trabalhamos de forma preventiva e ostensiva, agora estamos focando nas crianças e nos adolescentes entre seis e 16 anos. Assim como os outros projetos, torcemos para que seja um sucesso”.

Início

O projeto ‘4 Bravo Lutas’ nasceu do pontapé da arrecadação da corrida Bravo Rustic Run, realizada em março do ano passado, quando foi possível a aquisição dos primeiros matérias para a prática esportiva, como piso, quimonos, identificação visual e sistema contra incêndio.

As aulas ocorrem desde dezembro do ano passado nas dependências do shopping de Várzea Grande, ministrada pelos professores Francisco Fernandes Junior, o Chiquinho, campeão mundial por 6 vezes na categoria Jui Jitsu, junto com seu pai Francisco Fernandes, o Chicão.

 

Por Maricelle Lima Vieira

Fonte: PM-MT

Eventos

A vitória das mulheres nas urnas em 2020

Publicado

em

Márcia Pinheiro

 

Quando falamos nas conquistas dos direitos femininos não imaginamos que uma delas aconteceu recentemente sob o ponto de vista histórico. Há apenas 89 anos, nós mulheres não participávamos da vida política do país já que até então era proibido o direito de voto da mulher.

Apenas em 1934 conseguimos o direito de votar integralmente e esse cenário não era exclusividade do Brasil, pois países como a França, considerado berço revolucionário, teve o voto feminino garantido somente em 1944.

A atuação organizada de um movimento feminino na busca do direito de voto ganhou força no século XX, a partir de uma militância política feminina na Grã-Bretanha que inspirou mulheres ao redor do mundo internacionalizando a luta e favorecendo a conquista do direito de voto em vários países.

Hoje, 24 de fevereiro, comemoramos o Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil, data de um feito importante que tem dado rumos aos estados e municípios por todo o país. Tive a oportunidade de participar de um histórico processo eleitoral que, sem sombras de dúvidas, teve o voto feminino como fator decisivo no resultado final das urnas.

Após um primeiro turno equilibrado onde tinha-se uma candidatura feminina que, supostamente, representava as cuiabanas, porém o segundo turno trouxe um ‘banho de água’ fria no movimento feminino em virtude das contraditórias e incoerentes decisões tomadas.

Essa parte do eleitorado feminino então, órfão de representatividade, se agarrou numa candidatura com serviços consolidados à mulher e que tinha um histórico de profundo respeito e trabalho à causa.

Não tenho dúvidas que a união e a força do voto feminino foi protagonista nesta eleição, sobretudo no segundo turno, afinal foram pouco mais de 155 mil votos contra 128 mil comparecimento do sexo masculino.

A vitória no processo eleitoral de 2020 foi das mulheres que viram o seu poder de decisão nas mãos dando engajamento ainda maior na participação política quebrando as dificuldades maternas culturais da dupla, às vezes tripla jornada seguido de preconceitos ainda existentes em nossa sociedade.

As perspectivas nesse panorama são boas, ainda que caminham timidamente, pois ter mulheres ativas no campo política seja como eleitora incentiva o maior interesse e sucesso em candidaturas femininas, é só olhar para a eleição americana de 2020 que culminou na vitória de Kamala Harris, a primeira mulher no cargo de vice-presidente do maior posto do mundo.

Não há mais como negligenciar a importância do voto feminino que tem maior número no eleitorado e uma extensa pauta e demandas que precisam ser representadas pelas mesmas. Sem o exercício dos direitos políticos femininos o regime democrático não alcança o seu ideal de igualdade.

Márcia Pinheiro é primeira-dama de Cuiabá, empresária e pós-graduada em Gestão Pública. 

Continue lendo

Artigos

Polícia

Política MT

Várzea Grande

Cuiabá

Mais Lidas da Semana