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3 pré-candidatos já têm coordenadores definidos

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Mesmo sem a confirmação oficial de suas candidaturas ao Palácio Paiaguás, o governador Pedro Taques (PSDB), que buscará a reeleição, o senador Wellington Fagundes (PR), candidato de oposição e Mauro Mendes (DEM), candidato pelo grupo dissidente, já começaram a definir as suas coordenações de campanha, que serão responsáveis pelo marketing, jurídico, financeiro e mobilização dos três postulantes ao governo.

Já Fagundes, contará com o mesmo marqueteiro que o elegeu senador em 2014: o cineasta Bruno Bini. Bini vem adquirindo experiência no marketing político nos últimos anos, como nas eleições de 2016 em que coordenou o marketing da atual prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PR) e em 2017, nas eleições suplementares de Primavera do Leste, elegendo Léo Bortolin (MDB).Taques já definiu o publicitário Gustavo Vandoni como seu marqueteiro. Vandoni já atuou com Taques desde 2010, quando foi eleito ao senado. Já em 2014, Vandoni esteve ao lado do jornalista Antero Paes de Barros na campanha de Taques. Vandoni e Antero também estiveram juntos na última eleição na campanha do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) em 2016. Só que neste ano, Antero coordenará a campanha do ex-prefeito Mauro Mendes ao governo e de Jayme Campos (DEM) ao senado. Antero já vem montando toda sua equipe para a disputa.

Já na coordenação jurídica, o tucano Pedro Taques aposta na experiência do advogado José Antônio Rosa, que já participou de inúmeras campanhas, inclusive a de 2014, quando coordenou a campanha de Janete Riva (PSD), adversária de Taques.

Já Mauro Mendes conta com os advogados Rodrigo Cyrineu e Ademar Silva, que já vem atuando com propositura de várias ações contra o governador Pedro Taques por conta da pré-campanha. Tanto que o governador já precisou apagar várias postagens do seu perfil das redes sociais Facebook e Instagram.

Wellington Fagundes (PR) contará com o mesmo jurídico da sua campanha de 2014, que é o advogado Maurício Castilho, filiado ao PR. Já para a coordenação geral da campanha, Taques convidou o ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT), Luiz Antônio Pagot. Porém, Pagot deve rejeitar o convite por questões de trabalho. Outro nome cotado é do presidente do PSDB, Paulo Borges. Taques também pretende ter coordenadores em regiões. Na baixada cuiabana conta com a prefeita de Chapada dos Guimarães, Thelma de Oliveira (PSDB). Já na região sul, o prefeito de Rondonópolis, Zé Carlos do Pátio (SD).

Mauro Mendes já conta com dois coordenadores gerais que deverão dividir as tarefas: o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otáviano Pivetta (PDT) e o ex-presidente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Thiago França.

Pivetta tem uma experiência exitosa, já que foi o coordenadorgeral da campanha de Taques em 2014. Já Thiago França foi ex-secretário de Mendes na prefeitura de Cuiabá e é de confiança do ex-prefeito.
Wellington Fagundes (PR) deverá ter o ex-prefeito de Cuiabá, Chico Galindo (PTB), como seu coordenadorgeral de campanha. Na região norte, Fagundes contará com a Rosana Martinelli (PR), prefeita de Sinop. Já a coordenação financeira vem sendo mantida em sigilo pelos três candidatos. Porém, elas deverão ser gestadas dentro do partido por conta do financiamento público de campanha.

A cautela na parte financeira é fundamental, já que a maioria dos grandes escândalos políticos começam e terminam na parte financeira.

 

Fonte Gazeta

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Descubra quanto cada deputado federal gastou em 2020

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Os deputados federais de Mato Grosso utilizaram bastante dos recursos disponíveis para o mandato em 2020. Entre os 8 parlamentares, quem mais gastou foi Carlos Bezerra (MDB). Com a soma da Cota Parlamentar de R$ R$ 447,6 mil adicionada a verba de gabinete no valor de R$ 1,2 milhão, o total de gastos chegou a R$ 1,449 milhão aos cofres públicos. Confira quanto cada deputado federal gastou.

Em seguida vem Nelson Barbudo (PSL), que gastou R$ 401,9 mil com a divulgação da atividade parlamentar e R$ 943,1 mil de gabinete, o que culminou na somatória de R$ 1,3 milhão ano  passado.

Já o deputado Dr. Leonardo (SD) teve gasto de R$ 349,4 mil da cota e R$ 943,1 mil do custeio do pessoal, com o valor final em 12 meses na casa do R$ 1,292 milhões.

Na atuação como deputado, o progressista Neri Geller gastou R$ 301 mil e com verba R$ 980,6 mil, a somatória dos valores no final resultou em R$ 1,292 milhões em 2020.

O parlamentar José Medeiros (Pode) informou que suas despesas foram na casa de R$ 289 mil com demonstração do seu trabalho e R$ 972, 6 mil de gabinete. No total o custo foi de 1,267 milhões.

Já o emedebista Juarez Costa teve gastos na ordem de R$ 251,7 mil com cota e R$ 993,7 mil com gabinete, somando R$1,260 milhões.

A deputada do Partido dos Trabalhadores (PT), Rosa Neide, teve R$ 242,7 mil em cota parlamentar e R$ 996,1 mil do dinheiro direcionado ao custeio do gabinete, o que totalizou R$1,248 milhões.

Filho do atual prefeito de Cuiabá, o deputado Emanuel Pinheiro Neto, conhecido como Emanuelzinho (PTB), declarou R$ 165,5 mil em atividade parlamentar e R$ 932,7 mil de verba para o custeio do pessoal, no fim a somatória foi de R$ 1.098 milhões.

 

Fonte Gazeta

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