Alunos do UNIVAG revelam criatividade durante Feira de Projetos, Empreendedorismo e Inovação

A VIII Feira de Projetos, Empreendedorismo e Inovação do Univag – Centro Universitário de Várzea Grande reuniu, entre os dias 04 a 06 de dezembro, os alunos de todas as áreas de conhecimento da instituição. O evento é uma iniciativa do Centro de Empreendedorismo e Inovação para Fomento da Cultura Empreendedora (Inovag).

Realizado na Pirâmide do Bloco C e D, a feira contou com a participação de alunos dos cursos de Ciências Sociais Aplicadas, Ciências da Saúde, Ciências Humanas, Graduação Tecnológica e Ciências Agrárias e Engenharias. A proposta é mostrar os Projetos Integradores, onde o aluno é desafiado e passa por uma experiência que desenvolve competências profissionais na sua área de formação.

A estudante do 8º Semestre do Curso de Letras, Eduarda Alves de Oliveira, e seus colegas, desenvolveu o projeto “English For All”, que auxilia com profissionais da área de atendimento de restaurantes e bares, com apoio linguístico no idioma inglês. Os alunos promoveram um curso totalmente online, por meio de aulas gravadas, slides, grupos no WhatsApp e apostilas.

“Foi muito gratificante, porque como futuros professores, a gente quer trazer essa qualificação para nossos alunos. Nesse projeto conseguimos cumprir com nosso objetivo de ajudar esses profissionais, mesmo que de forma simples. Foi muito bom ver que fizemos a diferença para eles”, afirmou.

A aluna do 3º Semestre do Curso de Direito, Livia Zarour Pfannemuller, apresentou um Inquérito Policial, sobre o caso Catarina Abreu. Para ela, projetos como esses desenvolvidos pelo UNIVAG, dão uma pequena amostra de como será após a conclusão do curso, além de preparar o aluno para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

“É muito bom porque a gente vivencia na prática o que aprendemos em sala de aula. Muitas vezes a gente não tem noção do que acontece em crimes como esse que chocou a sociedade, como por exemplo, qual a sentença será dada pelo fato da autora do crime ser uma menor de idade. Na verdade, a gente acaba tendo um choque de realidade, porque as coisas não são como a gente acha que é”, relata.

Mariana Gaebler Brandão, estudante do 1º Semestre do Gastronomia, teve o desafio de criar um alimento para ser vendido na feira, usando a gastronomia regional em conjunto com a culinária da Região Norte, escolhida por sorteio.

“Trouxemos um bolo de queijo cuiabano, bastante tradicional e incorporamos a castanha do Brasil que é um ingrediente típico da Região Norte. Fizemos um recheio bem pantaneiro, de carne seca com banana da terra frita, caramelizada e um suco de açaí”, contou.

Para Mariana, projetos como a Feira de Projetos desafia os alunos a colocar em prática tudo que é aprendido na teoria. “Na vida real é bem diferente, né. E apesar de aprender muito na teoria, não engloba tudo, como por exemplo da venda e do público, e aqui temos essa oportunidade de sentir um pouco de como será no futuro”, disse.

Daniela Silva de Arruda, estudante do 4º Semestre de Ciências Contábeis, expôs sobre o uso de ferramentas estratégicas para um estabelecimento comercial abordando três pontos, que são: Missão, Visão e Valores. 

“A empresa já existia há 20 anos e não tinha missão, visão e valores definidos, criamos isso para ela. Os donos tinham o interesse em comprar um gerador, apresentamos linhas de crédito do Desenvolve MT, para que a empresa conseguisse adquirir o gerador. Os proprietários gostaram da ideia e pretendem futuramente usar a solução”.

Segundo Daniela, a feira proporciona aos alunos sair da teoria, colocar em prática um pouco da aprendizagem e vencer desafios. “A gente sai da teoria de papel, caneta, documentos em Word e tem uma visão melhor do que aprendemos, além de mostrar que somos capazes de vencer os desafios que encontramos”, disse a estudante.

Para a aluna do 2º Semestre do Curso de Estética e Cosmética, Laura Lara Marques, desenvolver um projeto para feira ajudou não apenas com seu crescimento profissional, como também no cuidado pessoal. Os estudantes desenvolveram o projeto “Pele Madura” onde avaliaram a pele de mulheres idosas.

” Criamos uma empresa com foco em trazer benefícios no cuidado com a pele madura. O cuidado com a pele vai muito além de usar um bom cosmético e até mesmo o protetor solar. Os alimentos que ingerimos influenciam muito no envelhecimento saudável da nossa pele, o cuidado vem de dentro para fora. Foi um desafio, mas muito enriquecedor fazer parte desse projeto” concluiu.

Ensino atitudinal

Realizado no fim de cada semestre, a Feira de Projetos, Empreendedorismo e Inovação propicia aos estudantes a exposição e divulgação das soluções encontradas.

De acordo com o diretor da área de Ciências Sociais Aplicadas, professor Doutor Peter Wilhelms, os alunos são estimulados a desenvolverem também competências atitudinais no cumprimento destes desafios, tais como persistência, busca de informações, independência e autoconfiança.

“Em cada curso, desde o primeiro semestre, são dados desafios aos alunos que para resolvê-los utilizarão o conhecimento que estão adquirindo nas disciplinas daquele semestre e anteriores. Com isto, utilizando os conhecimentos, conseguem enxergar utilidade neles”, ressaltou.

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