Madureira volta após cassação e anuncia pré-candidatura: “A pedido do povo”

Na manhã desta quarta-feira (08), o ex-presidente da Câmara de Várzea Grande, João Madureira dos Santos, o popular “Madureira” surpreendeu a todos ao reafirmar sua pré-candidatura à prefeitura do município. Madureira, ex-político experiente, demonstrou confiança em sua elegibilidade e deixou em aberto a possibilidade de futuras conversas com o atual prefeito, Baracat. Além disso, revelou que recebeu diversos convites para filiação partidária, tornando sua candidatura ainda mais intrigante.

O anúncio de Madureira traz uma reviravolta ao cenário político de Várzea Grande, criando uma expectativa de eleições municipais empolgantes. A possibilidade de uma futura aliança com o atual prefeito, Kalil Baracat, traz um elemento de suspense à corrida eleitoral. O ex-presidente da Câmara alega que sua elegibilidade é uma garantia e está determinado a desafiar as circunstâncias políticas. Enquanto isso, os convites de filiação partidária apontam para uma diversidade de opções para sua candidatura.

A pré-candidatura de João Madureira dos Santos promete agitar o cenário político de Várzea Grande, o seu filho Wendel Madureira também concorrerá para o Legislativo Municipal.

CASSAÇÃO

João Madureira foi condenado por ter contratado em cargo comissionado pertencente ao seu gabinete da Câmara de Vereadores um condenado que cumpria pena em regime fechado, mas mesmo assim tinha comparecimento no Legislativo municipal.

Denunciado pelo Ministério Público, João Madureira foi condenado por decisão do juiz José Luiz Lindote, que na sentença cassou seus direitos políticos por três anos, mas mesmo assim ele conseguiu concorrer com base nos recursos que seus advogados haviam interposto na Justiça. O Ministério Público pediu suspensão dos direitos políticos, restituição dos valores pagos, multa e suspensão de contratação com o poder público, pleito acatado pelo magistrado de primeira instância. O vereador já recorreu desta decisão e deseja protelar o seu cumprimento recorrendo ao Supremo Tribunal Federal.

Só que com a decisão do STJ, alguns partidos já iniciaram as contas matemáticas para saber como ficaria a composição da Câmara Municipal de Várzea Grande caso os votos fossem considerados nulos, pois a condenação de João Madureira é anterior ao pleito eleitoral de 2006. Neste caso, como único eleito pela coligação que reuniu o PP, PSC e o PSL com 13.864 votos, que, se forem subtraídos os 2.099, resultariam em 11.765, votos que seriam insuficientes para a eleição de um representante popular, exigindo um novo cálculo e a mudança nas cadeiras.

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