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Wellington promete ser crítico a Mauro, mas nega que fará ‘oposição por oposição’

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Na primeira sessão do Senado após eleição da Mesa, republicano deu boas vindas aos integrantes da bancada de Mato Grosso

 

Ao saudar os senadores Jayme Campos (DEM) e Selma Arruda (PSL), que passam a integrar a 56ª Legislatura, o senador Wellington Fagundes (PR-MT) afirmou que fará ‘oposição crítica’ ao atual governador de Mato Grosso, Mauro Mendes – contra quem disputou a eleição ao Governo em outubro passado. Mas fez uma ressalva: “Nunca fui, e nem serei, um Parlamentar fazer oposição por oposição. Quero, acima de tudo, ajudar o Governo do Estado”.

Em plenário, Wellington Fagundes disse que será um parlamentar crítico “com aquilo que não estiver, a nosso ver, correto”. Destacou que a imprensa já o procurou questionando se tomaria as mesmas medidas do governador.  “É claro que não! A minha proposta de Governo foi diferente” – disse, ao lembrar que jamais se colocou a favor de um Estado mínimo.

“Eu sou a favor de um Estado necessário. As reformas são necessárias, mas não podem, de forma alguma, tirar o direito daqueles que já construíram a sua vida e têm suas expectativas” – observou.

Escolhido para liderar o Bloco Vanguarda, formado pelo DEM, PR e PSC, Fagundes enalteceu os parlamentares que tomaram posse no dia 1º. Ele destacou a experiência do senador Jayme Campos (DEM-MT) e seu curriculum político de já ter sido prefeito, governador e senador. Também enfatizou a experiência da senadora Selma Arruda na área jurídica, eleita como a mais votada na última eleição. “Serão fundamentais para que possamos continuar avançando nas propostas que fundamentam nosso trabalho como Parlamentares e legisladores na defesa do nosso povo brasileiro e do nosso Estado” – disse.

“Fomos mandados para cá, sem dúvida nenhuma, pela confiança. E o voto é uma confiança que o eleitor deposita no político. Teremos que fazer com que essa confiança redunde em muito trabalho, em muitas realizações, principalmente no atendimento ao cidadão que está lá mais na ponta, às vezes esquecido” – acrescentou o senador.

Wellington reafirmou sua disposição de continuar lutando intensamente pelo desenvolvimento da logística do Brasil e por melhores diretrizes aos que produzem, seja no campo ou nas cidades, seja pequeno, médio ou grande, indistintamente. Prometeu insistir para que sejam criadas as condições aos que trilham em busca da justiça em todos os níveis, e “trabalhar por uma saúde pública compatível com as riquezas do nosso País, assim como por uma educação de qualidade e acessível a todos os brasileiros”.

Para Wellington, a renovação imposta ao Parlamento leva a classe política a incluir nas reflexões “o fenômeno da participação popular mais aguda do povo brasileiro”. Segundo ele, “está muito claro o desejo de participação”, surgido a partir da tecnologia e das novas ferramentas da comunicação. “É um fenômeno que se criou numa tendência que acompanhamos há algum tempo. E, com muita tranquilidade e satisfação, quero dizer que ela se encontra incorporada firmemente na minha forma de agir” – ponderou.

REFORMAS DO ESTADO – Fagundes enfatizou ainda que “o momento nacional é agudo” e que os sintomas das necessidades mais urgentes cobradas pela sociedade foram determinantes em cada voto na última eleição. “O cidadão comum, com o título de eleitor em suas mãos e com as ferramentas da participação ao seu alcance, indicou que quer respostas às suas demandas mais urgentes” – disse, destacando a questão da saúde, educação e segurança, aliados ao cuidado com a coisa pública.

“O cidadão não tolera mais a fome e tampouco a miséria, rechaça a violência e impõe a todos nós que adotemos atos derradeiros contra a insegurança que paira a cada caminhar. O desemprego de mais de 12 milhões de brasileiros precisa de enfrentamento mais duro como forma de reverter esse quadro de deterioração social” – assinalou, tratando como ‘inadmissível’ os sobressaltos vividos pelo povo brasileiro, diante da riqueza natural, terras férias e produção invejável.

Fagundes disse que as reformas são necessárias. Apontou que “o Estado brasileiro demonstra muito claramente a sua exaustão e precisa se modernizar”. Classificou a reforma política – que chamou de ‘mãe de todas as reformas’ – precisa ser mais profunda e que o Brasil necessita reformar a Previdência, da mesma como que carece de melhorias fundamentais no processo tributário.

Foto: Pedro França/Agência Senado

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PSL quer Tião da Zaeli na disputa pela prefeitura de VG; veja vídeo

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O Partido Social Liberal (PSL), reuniu filiados, dirigentes estaduais na noite deste sábado (16), em Várzea Grande para discutir a formação do diretório municipal, que está desestruturado, com a prestação de contas partidária atrasada desde 2016, o partido pretende lançar candidatura majoritária em 2020 no município.

O Procurador-Geral do município, Thiago Coelho, membro do partido foi convidado para assumir a presidência, mas alegou motivos pessoais para não aceitar o convite.

Com discurso de oposição, alguns membros da nova diretoria, fizeram duras críticas a administração da prefeita Lucimar Campos (DEM), e ao seu grupo político.

Com a presença do ex-deputado federal, Victório Galli, pré-candidato a prefeito de  Cuiabá, os militantes aguardaram a presença da senadora Selma Arruda, do deputado Federal Barbudo e do ex-prefeito de Várzea Grande, Sebastião dos Reis, o Tião da Zaeli (ex-PSDB).

O nome de Tião foi referendado pela maioria dos presentes como provável candidato do partido, na disputa pela prefeitura de Várzea Grande, no próximo ano.

Denis Barreto, levantou a bandeira anticorrupção e disse que não filiará nenhum membro que tenha o nome envolvido em corrupção.

“Inclusive vai ser filtrado, cada um que quiser ser candidato, não basta querer entrar no partido, precisa ter a ficha limpa, todos devem passar pela filtragem”, declarou.

Barreto ainda disse que o partido precisa se organizar, para lançar um candidato a prefeito que não precise de coligação.

Entre os nomes citados estão da empresária Claudia Marajá, do empresário Flávio do frigorifico e o mais cotado pela maioria o ex-prefeito Tião da Zaeli.

O vice-presidente municipal do partido, em Cuiabá, Emídio de Souza, militante histórico da sigla em Mato Grosso, lembrou da desarticulação do partido no município e todas as dificuldades encontradas, nas últimas eleições. Souza convidou a militância a “vestir a camisa” e lutar pela reestruturação.

 

Já Galli, demonstrou insatisfação com os debates e avisou que tomará medidas para que a nova chapa montada não seja homologada, jogando um verdadeiro balde de água fria nos ânimos dos presentes na reunião.

Fonte: Elisângela Neponuceno-MT de Fato

 

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