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Walace recua e garante que esposa não será candidata

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O ex-prefeito de Várzea Grande, Walace Guimarães (PV) e a ex-primeira dama, Jaqueline Beber Guimarães (PV), conhecida como Dra. Jaqueline, confirmaram que não vão concorrer a nenhum cargo nas eleições 2018, após alguns sites divulgarem o nome de Jaqueline Baber Guimarães como Deputada Estadual, o contrariaria a nova estratégia definida de que a família Guimarães iria apoiar a candidatura para deputado estadual de Alan Zanatta (PTB).

 

Em entrevista exclusiva ao MT de Fato, Walace confirmou de que a informação se tratou de um erro, pois os nomes dos dois não foram retirados das atas dos candidatos. Ele reclamou do sensacionalismo de alguns sites, dizendo que o compromisso sempre foi pessoal com Zanatta.

 

‘’Realmente foi divulgada esta informação e foi um erro. Existem sites sensacionalistas, que não é o caso de vocês.  Eu nunca fiz compromisso com o Alan Zanatta. Meu compromisso, com o Alan Zanatta, que é meu amigo pessoal, é de que eu poderia apoia-lo, se eu não fosse candidato. Nunca fiz compromisso com ele’’.

 

Ainda definindo quem serão os candidatos apoiados pelo casal, o ex-prefeito disse que dará prioridades para amigos e pretende subir ao palanque para fazer campanha.

 

‘’O Alan é uma pessoa que tenho compromisso de consideração, amizade e se eu puder ajudar com alguma coisa, claro que irei ajudar, como posso apoiar os candidatos dentro do PV. Os apoios serão pelas considerações. Não é por cargo, pois eu sou médico, minha mulher é médica. Não preciso de uma vaga de emprego política, pois sou concursado. Vou fazer as coisas dentro da consideração, amizade e respeito, com aquelas pessoas que já me ajudaram’’.

 

O casal Guimarães não descarta um retorno futuro a político, mas não nestas eleições.

 

‘’Vamos preparar um projeto futuro, mas agora vou me dedicar exclusivamente à medicina, que venho me dedicando a três anos e planejar futuramente, se entendermos que temos condições de sermos candidatos, quem sabe daqui a quatro anos. Vou analisar junto com a minha família, amigos mais próximos e apoiadores’’.

 

Inicialmente, Walace havia cogitado uma pré-candidatura a Deputado Estadual e a esposa dele, Jaqueline Beber, para Deputada Federal, mas a ideia foi desconsiderada por motivos pessoais e jurídicos, no caso do ex-prefeito.

Fonte: Gabriel Oliveira-MT de Fato

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TRE-MT retotaliza votos de candidato ao cargo de senador

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Procedimento não afeta os eleitos

O Tribunal Eleitoral de Mato Grosso realizou nesta quarta-feira (12/12), às 16h45, a retotalização dos votos obtidos por Sebastião Carlos Gomes de Carvalho, que concorreu ao cargo de senador nas eleições gerais deste ano. Com o procedimento, os 8.900 votos obtidos pelo candidato saíram do status de “anulados” para “validos” e o colocaram na 11ª posição.

Entenda:

A Coligação Redefinindo Mato Grosso apresentou a chapa majoritária para o cargo de senador nas eleições gerais deste ano, composta por Sebastião Gomes, George André Silva Ribeiro (1º suplente) e Mauro Kosis (2º suplente).

Os Requerimentos de Registro de Candidatura (RRCs) de Sebastião e do 2º suplente foram deferidos pela Justiça Eleitoral. Já o 1º suplente teve o RRC indeferido. Ele recorreu. Os três candidatos formam uma chapa majoritária que é una e indivisível e por conta disso, foram as urnas na condição de “indeferido com recurso”. Neste caso, eles recebem os votos, mas estes ficam “congelados”, recebendo o status de votos anulados.

Após as eleições, no dia 17 de outubro, o 1º suplente conseguiu o deferimento de seu registro de candidatura. Por conta disso, Sebastião requereu ao TRE que seus votos fossem retotalizados, para sair do status de votos “anulados” para votos “válidos”.

Todo o procedimento de retotalização foi acompanhado pelo presidente da Comissão Apuradora das Eleições Gerais de 2018, desembargador Pedro Sakamoto. “Embora o Sistema de Totalização tenha computado os votos dessa respectiva chapa no primeiro turno das eleições, por óbvio a sua disponibilização e consequente divulgação não possível naquele momento, em cumprimento aos exatos ditames legais. É o que popularmente se chama de “congelamento de votos”, isto é, somente quando de eventual e posterior deferimento dos registros de candidatos de toda a chapa é que a Justiça Eleitoral poderá efetivamente processar e divulgar os votos obtidos”, explicou.

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