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Vestido mostra que a moda das “cores doces” é tendência na primavera

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Você já ouviu falar das “candy colors”? Pois as “cores doces” que lembram docinhos e balinhas prometem ser os grandes destaques da Primavera com suas tonalidades claras e neutras que lembram o romantismo.
Elas já podem ser vistas nas vitrines das grifes, para montar looks, desde os acessórios, roupas, até fragrâncias e maquiagem. O rosa candy, que faz parte da paleta de cores com efeito blush, continua a ser o queridinho das fashionistas. Prova disto é o vestido usado pela modelo e apresentadora Fernanda D’avila.
“Esse vestido tem uma vantagem muito boa de ser um candy color sem renda, sem aplicação e sem bordado. Ele pode ser usado tanto para um evento de dia, como para a noite. Se a pessoa faz uma maquiagem mais leve, consegue ir a um casamento ou festa no fim de tarde ou mesmo começo da manhã sem problema algum. Se faz uma maquiagem com cores um pouco mais fortes, mais carregada, trabalhada, vai para uma festa à noite”, explica a especialista em moda Priscilla Olyva.
“As candy colors também são legais pois ficam bem para quase todos os tons de pele. O vestido usado pela Fernanda D’avila é uma aposta muito boa para quem quer ter um vestido versátil e que consiga usar em mais de uma ocasião. Pelo corte, o modelo dificilmente vai sair de moda e talvez daqui 10 anos a pessoa usará novamente”, completa a especialista.

 

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 Por Fabiano de Abreu 
Gestão geral grupo MF Press Global

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Um em cada cinco brasileiros usa o celular enquanto dirige

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Dados do Ministério da Saúde revelaram que 19,3% da população das capitais brasileiras usam o celular enquanto dirigem. Isso significa que de cada cinco pessoas, uma afirmou que comete esse ato. A informação é do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2018, divulgada hoje (24). O ministério alertou ainda que os acidentes de trânsito são a segunda maior causa de mortes externas no país.

A pesquisa também mostrou que as pessoas com idades entre 25 e 34 anos (25%) e com maior escolaridade (26,1%), com 12 anos de estudo ou mais, são as que mais assumem esse comportamento de risco. Os motoristas com nível superior também são os que mais recebem multas por excesso de velocidade e que associam o consumo de bebida alcoólica e direção.

O Vigitel é uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde que, desde 2006, monitora diversos fatores de risco e proteção relacionados à saúde, incluindo a temática de trânsito nas capitais dos 26 estados e no Distrito Federal. Nesta edição foram entrevistadas por telefone 52.395 pessoas, maiores de 18 anos, entre fevereiro e dezembro de 2018.

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