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Vestido mostra que a moda das “cores doces” é tendência na primavera

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Você já ouviu falar das “candy colors”? Pois as “cores doces” que lembram docinhos e balinhas prometem ser os grandes destaques da Primavera com suas tonalidades claras e neutras que lembram o romantismo.
Elas já podem ser vistas nas vitrines das grifes, para montar looks, desde os acessórios, roupas, até fragrâncias e maquiagem. O rosa candy, que faz parte da paleta de cores com efeito blush, continua a ser o queridinho das fashionistas. Prova disto é o vestido usado pela modelo e apresentadora Fernanda D’avila.
“Esse vestido tem uma vantagem muito boa de ser um candy color sem renda, sem aplicação e sem bordado. Ele pode ser usado tanto para um evento de dia, como para a noite. Se a pessoa faz uma maquiagem mais leve, consegue ir a um casamento ou festa no fim de tarde ou mesmo começo da manhã sem problema algum. Se faz uma maquiagem com cores um pouco mais fortes, mais carregada, trabalhada, vai para uma festa à noite”, explica a especialista em moda Priscilla Olyva.
“As candy colors também são legais pois ficam bem para quase todos os tons de pele. O vestido usado pela Fernanda D’avila é uma aposta muito boa para quem quer ter um vestido versátil e que consiga usar em mais de uma ocasião. Pelo corte, o modelo dificilmente vai sair de moda e talvez daqui 10 anos a pessoa usará novamente”, completa a especialista.

 

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 Por Fabiano de Abreu 
Gestão geral grupo MF Press Global

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Separados há 24 anos, mãe e filho fazem primeiro contato com a ajuda da polícia

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Mãe e filho, separados há 24 anos, conseguiram fazer o primeiro contado por telefone com a ajuda do Núcleo de Pessoas Desaparecidas, da Delegacia Especializada de Proteção a Pessoa (DHPP).

A separação de Sueli Soares da Roda do seu filho, na época de apenas 2 anos de idade, ocorreu no ano de 1995, depois que ela foi expulsa pelo marido de casa, no Paraguai.

 

As investigações que reaproximaram mãe e filho iniciaram após um site enviar email à Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, via assessoria de comunicação, relatando a história de uma tia em busca de informações do sobrinho. O pedido foi encaminhado para o Núcleo de Pessoas Desaparecidas, que por meio dessa tia, conseguiu o contato da mãe, Sueli Soares da Rosa.

 

Aos policiais, Sueli que atualmente mora na ciade de Mingatorâ (MS), informou que no ano de 1995, vivia com o marido e o filho no Paraguai e após uma briga foi expulsa de casa, pelo companheiro, que não a deixou levar o filho, de 2 anos idade. Sendo ameaçada de morte pelo marido, ela fugiu para o Brasil, porém, 30 dias depois voltou ao Paraguai para buscar o filho, mas o pai tinha mudado com a criança para o Estado de Mato Grosso do Sul.

 

Desde então, Sueli não teve mais contato com o filho, que atualmente está com 25 anos de idade. Com os detalhes passados pela mãe, a equipe do setor de desparecidos iniciou buscas nos sistemas, conseguindo informações sobre o filho, na cidade São José do Rio Claro, Mato Grosso.

 

Os policiais da Delegacia do município foram acionados para realizar diligências em buscas do desaparecido, sendo descoberto que ele morou por um certo período em São José do Rio Claro, e atualmente estava na cidade de Nova Maringá. Com base nos levantamentos, o Núcleo de Desaparecidos providenciou o contato entre mãe e filho, após 24 anos sem notícias um do outro.

 

Depois de falar com o filho, Sueli agradeceu a equipe do Núcleo de Desaparecidos pelo trabalho e dedicação dos policiais no caso.

 

“Eu estou muito feliz, só Deus para explicar toda felicidade que estou sentindo. Agradeço o trabalho maravilhoso realizado que deu fim a 24 anos de aflição, sem notícias, sobre meu filho. Agora eu e meu filho conversamos todos os dias, e apesar de o encontro ser um pouco difícil, por causa da distância, vamos fazer o possível para nos encontramos em breve”, disse Sueli.

 

(Com informações da assessoria)

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