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Vereadores rebatem críticas de colega de Rosário Oeste e pedem que parlamentar mostre serviço

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Indignados com declarações do vereador de Rosário Oeste, Tito da Forquilha, vereadores de Nobres reagiram contra frases utilizadas pelo parlamentar para atacar os colegas do município.

Em áudio que circula nos grupos de WhatsApp, Tito teria afirmado que em Nobres não existem vereadores, pois não fiscalizam o executivo.

A frase caiu como “bomba” no meio político e os parlamentares nobrense decidiram reagir. Durante a sessão ordinária realizada no último dia 13, os vereadores Oscar Lara e Zilmai Ferreira, miraram a metralhadora em Tito e de quebra o chamaram de “vereadorzinho”.

Oscar pediu respeito e sugeriu a Tito que cuide de sua comunidade a Forquilha do Rio Manso que necessita de melhorias na infraestrutura, regularização fundiária e outro benefícios.

Lara afirmou ser desrespeitosa a atitude do colega e revelou que ônibus de Rosário Oeste estão fazendo transporte escolar na zona rural de Nobres .

Segundo o parlamentar, os veículos foram leiloados e ainda não foram transferidos para a empresa que venceu a licitação do serviço em Nobres.

“Ao invés de ficar nos criticando deveria estar fazendo o papel dele de fiscalizador e ajudar o município a regularizar a documentação para transferir estes ônibus”.

 

Já a vereadora Zilmai, disse que não gostou da fala de Tito e que Nobres tem vereadores que fiscalizam e atuam em favor do povo.

“Nós vamos mostrar para ele que aqui tem vereador, nós vamos agir e nós vereadores vamos fazer a nossa parte”, concluiu.

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Emanuelzinho cobra transparência nos gastos do VLT e diz que foi boicotado em criação de comissão de fiscalização das obras

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O deputado federal, Emanuel Neto (PTB), o Emanuelzinho, usou a tribuna da Câmara Federal, na última quinta-feira (17), para criticar  a falta de transparência sobre os gastos para conclusão do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Neto disse ainda que está sendo “boicotado” e acusa o governo do Estado, de omitir ou tentar esconder informações.

Neto lembrou as centenas de cobranças que recebe da população e a ausência de dados concretos para debater com os responsáveis a melhor forma de solucionar o impasse de continuidade das obras ou a mudança para o Bus Rapid Transit (BRT), de forma que o problema seja definitivamente resolvido.

Segundo ele, as obras estão “rasgando a cidade no meio” e já viraram motivo de vergonha para capital.

O VLT começou a ser construído em 2012 pelo consórcio VLT, com um custo inicial de R$ 1,4 bilhão. O prazo de entrega era 13 de março de 2014, desde então, o modal vem sofrendo uma série de judicializações e obras paradas. Os vagões estão jogados próximo ao aeroporto e se deteriorando.

 

“Venho hoje nesta tribuna manifestar minha indignação com a falta de transparência do Governo do Estado, pois até hoje, não sabemos o que se gastou e o que precisar gastar para terminar esta obra, o governo encomendou um estudo de viabilidade técnica, junto a Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana, do Ministério de Desenvolvimento Regional e não chamou um deputado estadual, nem federal, para participar ”, disse.

Indignado o parlamentar apontou que houve intervenção da bancada governista, para que a Comissão não saísse do papel.

 

“Tentei criar uma Comissão externa de fiscalização para reunir os dados, convocar os integrantes do Consórcio responsável pelas obras, mas fiquei sabendo até mesmo pela imprensa que fizeram de tudo para boicotar a comissão, isto é no mínimo falta de transparência”, enfatizou.

 

Fonte: Elisângela Neponuceno-MT de Fato

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