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Várzea Grande

Vereadora diz que fiscalização não funciona e rebate declarações de secretária de Meio Ambiente

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A vereadora Gisa Barros (PSB), criticou a Secretária Municipal de Meio Ambiente de Várzea Grande, Helen Farias, pelas declarações concedidas a um veículo de comunicação, sobre a determinação da pasta em  prender empresários que promovem eventos com som acima  do permitido no município.

Segundo Gisa, a secretaria é ineficiente, pois não conta com número de fiscais necessários para fiscalizar todos os eventos, nas várias regiões da cidade, principalmente nos finais de semana.

A parlamentar relatou que o Meio Ambiente cancela eventos quando lhe é conveniente, mas por outro lado não consegue atingir suas metas e objetivos, muito menos fiscalizar. Para a vereadora,

“Falar até papagaio fala nesta cidade, quando perseguem um empresário, eles vão lá e fecham a casa, toda sexta-feira tem fiscalização, mas é só neste dia que tem festa aqui?”, indagou.

Outro ponto apontado como negativo, pela vereadora é a demora na liberação e regularização de documentos.

“Veja um exemplo, quando um empresário quer legalizar fica mais de dois anos sem solução, dai você protocola um requerimento em junho, já estamos chegando em dezembro e não foi liberado.”

Gisa “rasgou” o verbo e disse que todo mundo faz festa na maior anarquia e ninguém faz nada.

“É fácil tagarelar em site, tem que trabalhar, porque toda vez que a gente procura por ela na secretaria, sempre esta na Sema, nunca despacha em seu gabinete, ela é secretária de Várzea Grande, ou trabalha na Sema? É fácil falar, cadê os funcionários desta bendita secretaria, ainda tem o absurdo de vereador solicitar documento e eles afirmarem que não podem fornecer, isto é inadmissível, onde vamos parar deste jeito?”, questionou.

Fonte: Redação

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Várzea Grande

UFMT assina e entrega ordens de serviço a construtoras e garante retomada das obras do Câmpus de Várzea Grande

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Foram entregues e assinadas na manhã desta sexta-feira (14) as ordens de serviço que garantem a retomada das obras do Câmpus de Várzea Grande da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). A contratação das empresas foi feita a partir de uma concorrência que englobou quatro lotes, totalizando um valor de contrato de R$ 7.908.194,89.

“Esse momento só foi possível devido ao trabalho de articulação entre a Administração da UFMT junto ao MEC para demonstrar a necessidade de retomada da obra para a efetiva implantação do Câmpus”, apontou a reitora da UFMT, professora Myrian Serra.

A construtora Kayabi venceu três lotes e dará sequência às obras da biblioteca, laboratórios, blocos de salas de aula e duas áreas de convivência. Já a LM Engenharia fará obras de um lote, referente a um bloco de salas de aula e duas áreas de vivência.

“A retomada das obras é de suma importância para a consolidação do Câmpus de Várzea Grande e também para o desenvolvimento dos nossos cincos cursos de engenharia, que formarão profissionais altamente qualificados para o mercado nacional”, afirmou o Pró-reitor do Câmpus de Várzea Grande, professor Mauro Lucio Naves Oliveira.

A reitora pontuou também que a retomada das obras é uma grande conquista, uma vez que elas já estão em estágio avançado. “Além disso, ela é muito importante para que os cursos de engenharia, que funcionam provisoriamente no Câmpus de Cuiabá, tenham as instalações próprias para o desenvolvimento acadêmico. Apesar da situação provisória, a Universidade tem envidado esforços para que consiga dar qualidade de ensino aos estudantes. No entanto, é visível que a identidade de discentes, professores e técnicos administrativos do Câmpus só será efetivada com a implantação do Câmpus de Várzea Grande”, prosseguiu a professora Myrian Serra, destacando que a UFMT definiu um projeto pedagógico diferenciado para que as engenharias e áreas estratégicas contempladas pelas graduações contribuam para o desenvolvimento de Mato Grosso.

Retomada

Segundo o secretário de Infraestrutura, Adriano Aparecido de Oliveira, na oportunidade também foi realizada uma reunião de início de obra que apresentou os procedimentos adotados pela Sinfra. “Tendo em vista que o prazo para início das obras é de até cinco dias após o recebimento da Ordem de Serviço, está previsto que os serviços de mobilização e construção do canteiro se iniciem já na próxima semana”, destacou. “A Secretaria de Infraestrutura tem trabalhado para a retomada das obras paralisadas e rescindidas. Através da Reitoria, vice-reitoria e Pró-reitoria de Planejamento [Proplan] tem havido um grande esforço para liberação de recursos de capital junto ao Ministério da Educação”, acrescentou.

O coordenador de Engenharia e Arquitetura, José Guilherme da Silva Moura, setor responsável pela elaboração do Plano de Trabalho para a solicitação dos recursos para conclusão das obras, realização do levantamento dos serviços necessários e projetos complementares, comentou que a coordenação acompanhou de perto o processo licitatório, inclusive dando suporte técnico para a análise das propostas. “Agora, além da fiscalização das obras, a CEA também trabalhará com a elaboração do projetos de arruamento, estacionamento e iluminação externa do Câmpus, obras necessárias e que estão previstas para serem licitadas em 2019”, finalizou.

Jornalista: Michel Lacombe

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