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Vereador Rogério solicita explicações sobre cobrança abusiva nas taxas de guincho e diárias de pátio em VG

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Para averiguar de que forma foi feita a licitação para o serviço de guincho e da diária de pátio dos carros e motocicletas apreendidas em blitzes em Várzea Grande e como foram realizados os cálculos para cobranças das taxas, o vereador Rogério França, o Rogerinho da Dakar (PV), apresentou requerimento na última sessão ordinária realizada na Câmara Municipal nesta quarta-feira (04).

 

França questiona o que ele classifica de “cobrança abusiva”, nos valores afixados pelo município.

“Recebi várias reclamações de munícipes e resolvi fazer um estudo das taxas cobradas em outros órgãos”, explicou Rogério.

No Detran, segundo Dakar a diária  custa R$ 14, o guincho até 30 km é R$ 109, acima de 30 km aumenta R$ 5 por km. A Semob o veículo de quatro rodas custa R$ 75 a diária o guincho R$ 140, no aeroporto a diária é R$ 36,  se ficar mais de um dia R$ 26, Shopping Várzea Grande cobra R$ 26, agora pasmem os senhores em Várzea Grande o guincho,  da Rua Santo Antônio até a Júlio Campos chega a  R$ 281 e uma diária R$ 140.

“É um absurdo,  temos que entender e saber onde está sendo aplicado este dinheiro arrecadado, não podemos aceitar, nossos munícipes estão sofrendo com esta situação, nós estamos aqui para defender a população”, cutucou o parlamentar.

Rogério reclamou que muitas vezes, a Secretaria de Serviços Públicos alega falta de recursos para implantar sinaleiro, faixas de pedestres e quebra-molas.

“Quando pedimos alguma sinalização, eles até fazem, como foi em frente da Havan, quando pedi a implantação eles colocaram, mas depois retiram, não dá para entender”, disparou.

 

Aparteado pelos colegas, Rogerinho recebeu apoio e conseguiu aprovação do requerimento.

 

 

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Reforma da Previdência pode ser votada em 1º turno nesta terça-feira

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A reforma da Previdência terá um capítulo decisivo nesta semana. Está marcada para a próxima terça-feira (24), no plenário do Senado, a votação em primeiro turno da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma. Segundo parlamentares, o clima é favorável a uma aprovação.

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Simone Tebet (MDB-MS), disse que a reforma da Previdência está “blindada”. Pela manhã, será votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o relatório referente às emendas recebidas em plenário. Após, a PEC para o plenário. A expectativa é cumprir o calendário, votando em segundo turno no dia 10 de outubro.

“Na semana seguinte, começarmos a votação em segundo turno. Em 10 de outubro, temos condições de entregar para o Brasil a reforma da Previdência”, disse Tebet.

Na primeira passagem da reforma pela CCJ, o relator da PEC, Tasso Jereissati (PSDB-CE), leu e submeteu seu parecer à comissão, que foi aprovado por 18 votos a 7 e levado ao plenário. No plenário, foram realizadas cinco sessões de discussão do tema.

Nem todas as sessões reservadas à reforma tiveram um quórum alto. Em algumas, poucos senadores pediram espaço para fala. O deputado Paulo Paim (PT-RS) pediu alteração das regras de aposentadoria especial, para profissões danosas à saúde e  mudanças nas regras de pensão por morte.

Em seu relatório, referente às emendas de plenário, Jereissati rejeitou 76 emendas recebidas no plenário do Senado que poderiam modificar a proposta e obrigar a volta do texto à análise dos deputados. O relator, no entanto, mudou a redação sobre o ponto que trata da criação de uma alíquota de contribuição mais baixa para os trabalhadores informais.

Cientes de que o relator não fará mudanças que provoquem a volta do texto à Câmara, alguns senadores jogam suas fichas na chamada PEC Paralela. A PEC, também relatada pelo tucano, promete trazer regras mais benéficas aos trabalhadores e foi criada para evitar alterações na PEC principal e, consequentemente, possibilitar uma aprovação em outubro.

A expectativa de Jereissati e Tebet é que haja uma diferença de 15 dias entre as votações da PEC original e as votações da paralela. No caso dessta, porém, a aprovação definitiva ainda levará tempo, uma vez que ainda precisa ser apreciada pela Câmara dos Deputados.

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