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Política MT

Vereador ostenta R$ 30 mil em vídeo; veja

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O vídeo de um vereador de Nobres, viralizou na tarde desta quarta-feira (20). Na gravação o vereador Nilson Filho (PSD), aparece ostentando pacotes de dinheiro.

Nilson afirma que vendeu uma égua por R$ 30 mil reais e brinca com a quantia.

“Tô quebrado hoje gente, só R$ 30 mil, para quem não sabe eu vendi uma égua, eu não aguento dinheiro, o seguinte vai lá buscar, porque já foi tudo, a égua e o dinheiro, já foi tudo”, ironiza Nilson.

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Cleiton QuerobinoRodrigo Recent comment authors
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Rodrigo
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Rodrigo

Desnecessário colocar nome de uma pessoa de bem que nem está mais entre nós no meio de uma publicação de um vereador que já é maior de idade E responde pelos seus atos … desnecessário 👍

Cleiton Querobino
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Cleiton Querobino

Desnecessário e a publicação, certamente quem conhece Nilson Filho já sabe que ele não vive somente de política. Vem de uma família tradicional da cidade, e que muito lutaram para ter o patrimônio que possui hoje. Uma égua de 30 mil reais a gente sabe que não é lá uma ostentação assim nos dias atuais.
Um vídeo que e moda hoje, apresentando dinheiro, a gente sabe que é por mera brincadeira.

Política MT

TRE nega pedido de retirada de vídeo em processo de cassação de deputado estadual seguindo parecer do MP Eleitoral

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT) julgou e negou por unanimidade a retirada do vídeo feito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) do processo de pedido de cassação do deputado estadual Carlos Avalone Júnior (PSDB). Avalone havia entrado com mandado de segurança para que o vídeo fosse retirado dos autos e não constasse como prova.

O vídeo em questão foi feito por um policial rodoviário federal no dia 4 de outubro de 2018, três dias antes da realização do primeiro turno das eleições majoritárias de 2018, quando três homens foram detidos na BR-070, no município de Poconé, no sentido Cuiabá para Cáceres. No carro, que tinha o vidro traseiro adesivado com o mote da campanha do deputado, foram encontrados R$ 89,9 mil, uma agenda manuscrita e santinhos eleitorais do candidato. Ao serem questionados sobre a origem do dinheiro, eles teriam entrado em contradição, não conseguindo explicar a origem da quantia.

No vídeo, um dos detidos afirma que o dinheiro teria sido pego em um escritório em Cuiabá e que este local pertencia a Avalone, e era utilizado para pagamento de cabos eleitorais da campanha. E, de acordo com o depoimento feito pelo policial rodoviário federal, a gravação foi autorizada.

No julgamento, os desembargadores aplicaram a Súmula 22 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na qual consta que “não cabe mandado de segurança contra decisão judicial recorrível, salvo situações de teratologia ou manifestadamente ilegais”, seguindo assim o voto do relator, desembargador Sebastião Farias, em conformidade com o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral.

Com isso, o vídeo permanecerá no processo e será analisado no momento oportuno, ou seja, em sede de alegações finais.

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal

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