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Várzea Grande recebe homenagem do presidente do TCE pelo aniversário de 152 anos

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“Quero destacar a nossa fé, a nossa cultura e a força do povo várzea-grandense. Como bom torcedor, trago também minhas saudações ao Clube Esportivo Operário Várzea-grandense, time do meu coração, que traz suas cores vermelha, branca e verde”

 

 

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso, conselheiro Gonçalo Domingos de Campos Neto, prestou homenagem alusiva ao aniversário de Várzea Grande, que será comemorado no dia 15 de maio, quarta-feira. A cidade completa 152 anos de emancipação. Em sua manifestação, feita na abertura da sessão plenária de julgamento desta terça-feira, 14/5, o conselheiro lembrou aspectos que marcam a cultura da população várzea-grandense.

“Quero destacar a nossa fé, a nossa cultura e a força do povo várzea-grandense. Como bom torcedor, trago também minhas saudações ao Clube Esportivo Operário Várzea-grandense, time do meu coração, que traz suas cores vermelha, branca e verde”, disse o presidente, salientando a religiosidade e a união que caracterizam aquela comunidade.

O conselheiro registrou ainda que Várzea Grande é uma cidade de habitantes “hospitaleiros e guerreiros”, que constroem o futuro do município com muita garra e determinação. Em nome da prefeita Lucimar Sacre de Campos, ele desejou sucesso à atual administração do município.

História

 foto por: SECOM/VG

No dia do aniversário de Várzea Grande a comemoração dos 152 anos acontece com tradicional Desfile Cívico e Militar, na Av. Couto Magalhães

A cidade de Várzea Grande tem suas raízes na guerra do Paraguai. Oficialmente, conforme o site da Prefeitura Municipal, seu marco de fundação data de 15 de maio de 1867 com a ocupação da margem direita do Rio Cuiabá, por alguns ribeirinhos e chacareiros. A urbanização iniciou mesmo a partir da criação de um campo de prisioneiros paraguaios na localidade.

Tropas militares cuidavam de cidadãos comuns de nacionalidade paraguaia que eram hábeis açougueiros, artesões do couro e outros profissionais. A região logo se transformou em lugar com fama de boa carne seca e de reconhecidos artesões. Da miscigenação entre a população local branca e negra, os paraguaios e indígenas Guanás, surgiu o várzea-grandense, matriz de uma cultura rica em todos os aspectos.

O boom populacional, que transformou Várzea Grande no segundo maior município de Mato Grosso, se deu a partir do final da década de 70 e ganhou força com a divisão do Estado em 1979. A partir de então, o município passou a ser conhecido como Portal da Amazônia e, em seguida, como Cidade Industrial de Mato Grosso.

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Economia

Governo mantém isenção de ICMS aos produtores de café de Mato Grosso

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O governador Mauro Mendes assinou nesta quinta-feira (15.08) o decreto que ratifica a cobrança diferida do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o café cru, em coco ou em grão, postergando a cobrança do imposto sobre o estabelecimento que realizar a última revenda do grão. Em outras palavras, o produtor que vender seu café para a indústria local não vai pagar ICMS.

O diferimento já era previsto pelo Decreto nº 2.212, de 20 de março de 2014, e apenas recebeu um ajuste textual em sua legislação. As alterações foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (16.08) e entram em vigor a partir da data de publicação. As mudanças trazem segurança jurídica e incidem diretamente sobre os produtores da agricultura familiar, responsáveis em 100% pela produção de café no Estado.

“Não podemos ser obstáculo para quem quer trabalhar e gerar renda em Mato Grosso. Atendemos a demanda do setor cafeeiro por entendermos sua coerência, e por entender que seja obrigação do Governo do Estado desburocratizar e simplificar o crescimento dessa importante cadeia produtiva, desenvolvida principalmente pelos nossos agricultores familiares. Tudo sempre dentro da ética e da transparência com que temos conduzido nosso trabalho para o incentivo dos setores produtivos do Estado. Certamente teremos mais empregos e renda distribuída entre os elos que compõem essa importante cadeia”, enfatizou o governador.

Representantes do setor cafeeiro de Colniza, acompanhados do secretário de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Silvano Amaral, chegaram a se reunir com o secretário de Fazenda, Rogério Gallo, para ponderar sobre a necessidade de alterações no decreto. A preocupação era de que a ambiguidade trazida em parte do texto, pudesse acarretar a cobrança indevida do tributo, inviabilizando o setor cafeeiro.

O titular da Seaf destacou que a adequação da legislação trabalha para o incentivo da economia e estímulo ao aumento da produção no Estado. “A máquina pública não pode atrapalhar quem quer produzir e a desburocratização é uma das prioridades da gestão”, pontuou Amaral.

Além de se reunir com o Governo do Estado, os produtores também buscaram apoio junto ao deputado federal Carlos Bezerra (MDB) e ao presidente da Assembleia Legislativa Eduardo Botelho (DEM), que se comprometeram em avaliar a criação de uma Câmara Setorial Temática  para o fortalecimento das políticas de incentivo que envolvem o setor cafeeiro.

INCENTIVO À CAFEICULTURA – O Governo se prepara para investir na implantação de 125 unidades demonstrativas de café. A meta do Programa MT Produtivo – Café é estimular o plantio de cultivares geneticamente mais resistentes e mais produtivos, saindo de uma produtividade média de 14 sacas por hectare para até 70 sacas. Hoje, Mato Grosso está entre os 10 maiores produtores do país. O objetivo da Seaf é fazer do Estado destaque nacional na produção do grão.

CAFÉ EM MATO GROSSO – Colniza possui cerca de 15 mil hectares de área dedicada à cafeicultura, sendo responsável por 53% de todo café produzido em Mato Grosso. O município é referência na produção do grão e no manejo de cultivares de alta performance. A expertise dos produtores tem permitido a colheita de até 65 mil sacas limpas de café ao ano, o que representa a economia de boa parte dos mais de 6,5 mil agricultores familiares do município. No ranking de produção do café, Colniza é seguida por outros 27 municípios produtores, com destaque para Juína, Nova Bandeirantes, Aripuanã e Cotriguaçu, que juntos colhem 2.241 toneladas.

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