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Polícia

Tio de José Riva é morto a tiros em emboscada

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Ex-morador de Juara e secretário de governo municipal, Joaquim Riva de 70 anos, mais conhecido por “Tio Kincas”, tio do ex-deputado José Riva,  Joaquim Riva foi morto a tirso na cidade de município de Dores do Rio Preto,  distrito de Mundo Novo, na noite de sexta-feira para sábado.

Tio Kincas trafegava de carro com seu irmão Jorge Riva, ex-prefeito daquele município na estrada quando foram abordados por bandidos e Jorge Riva foi colocado no porta-malas do carro.

Tio Kincas como era conhecido em Juara foi assassinado e o irmão liberado pelos bandidos que estavam de carro e tomaram rumo ignorado sem levar nada da vítima.

 

A deputada estadual Janaína Riva (MDB), filha do ex-parlamentar, publicou uma nota de pesar em sua página no Instagram e lamenta o crime. “Que Deus possa estar ao lado de cada uma de suas filhas neste momento, dando conforto e acalento”, diz a parlamentar

Leia a  nota de Janaína:

É com pesar que comunicamos que nosso querido tio Joaquim Riva não está mais entre nós. Vítima de latrocínio no estado do Espírito Santo, tio “quincas” como carinhosamente o chamávamos, foi brutalmente assassinado. Que Deus possa estar ao lado de cada uma de suas filhas neste momento, dando conforto e acalento. Luto.

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Polícia

Operação da Polícia Civil apreende documentos e cartões de indígenas retidos em poder de agiotas

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Três mandados de busca e apreensão domiciliar com objetivo de apurar crimes de usura, apropriação indébita e estelionato praticados contra indígenas da etnia Xavante foram cumpridos pela Polícia Judiciária Civil,  na operação A’uwe deflagrada, na quinta-feira (21.03), pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças (509 km a Leste).

Segundo o delegado da Derf, Wyliney Santana Borges, a operação denominada “A’uwe” (que significa “Povo Xavante” na linguagem indígena), resultou na maior apreensão de documentos e cartões bancários pertencentes a indígenas em poder de agiotas no Estado de Mato Grosso.

As investigações demonstram que os suspeitos emprestam dinheiro para os indígenas, cobrando juros que variam entre 10% a 40% mensais, e como garantia de recebimento, retém os cartões bancários com as respectivas senhas das vítimas, somente devolvendo quando recebem o valor emprestado acrescido de juros.

Durante as buscas nas residências dos suspeitos, foram apreendidos 135 cartões bancários com senha dos indígenas, incluindo do programa federal “Bolsa Família”, além de 242 documentos pessoais e oficiais de índios, dentre eles carteira de trabalho, RGs, CPFs e títulos de eleitor.

Em uma das casas, foram encontradas ainda duas máquinas de cartões, que eram utilizadas para passar os cartões das vítimas, em que o dinheiro tinha como destino a conta bancária de um dos investigados, evitando que precisassem ir ao banco para sacar os valores.

Wilyney Santana explica que devido aos juros exorbitantes as vítimas entram em um ciclo que pode durar anos. “Neste período o indígena fica sem nenhum controle do recebimento de salário, aposentadorias e benefícios que recebem, e como precisam de dinheiro para sua subsistência, voltam novamente nos suspeitos, alimentando o ciclo interminável de empréstimos”, disse o delegado.

As investigações prosseguem tramitando pela Derf de Barra do Garças.

Fonte: Assessoria | PJC-MT

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