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Tenente Ledur busca promoção pela quinta vez

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Menos de um mês após ser barrada para promoção, tenente do Corpo de Bombeiros Izadora Ledur, acusada de tortura com resultado morte do aluno Rodrigo Claro, 21, volta a compor lista dos aptos para ascensão de cargo. A medida foi publicada no boletim da Corporação, do dia 1º de agosto. Esta é a quinta vez que a tenente entra na “fileira” concorrendo ao cargo de capitã. Na última, em julho passado, foi desqualificada pelo conceito moral, por estar respondendo ao Conselho de Justificação no caso do aluno Claro.

 

A promoção está programada ainda para este semestre. Na nova tentativa, é reforçado que Ledur e mais 11 oficiais, não precisarão passar pela primeira etapa, que é a de saúde. Isso porque, os mesmos já realizaram, em ocasião anterior, e o resultado vale até 2020. Somados aos 32 que passam pela fase de inspeção de saúde, ao todo, são 44 oficiais bombeiros aptos à promoção.

 

No mês passado a tenente foi desclassificada da promoção pelo quesito “conceito moral”, apesar de ter sido aprovada nas etapas de saúde e condicionamento físico. A corporação decidiu que por responder a crime de tortura e ao Conselho de Justificação, ela não se enquadra na promoção. Ledur enfrenta junto à Corporação um processo pela morte do aluno Claro.

 

Em fevereiro o Conselho decidiu inocentar a tenente de 4 das 5 acusações, entre elas omissão de socorro e tortura. Agora o processo está no Tribunal de Justiça que pode indicar a demissão de Ledur caso verifique configuração do crime. Na esfera criminal, a continuidade da audiência de instrução está marcada para 16 de setembro. Serão ouvidos dois bombeiros pela defesa de Ledur, o perito que fez o laudo da morte de Rodrigo Claro e a acusada.

 

Caso

Rodrigo morreu no dia 15 de novembro de 2016 após participar de treinamento e atividades aquáticas. Segundo denúncia do Ministério Público, a vítima foi submetida a sessões de afogamento durante a travessia na lagoa, sob o comando da tenente Ledur, o que resultou na morte.

Por Gazeta

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Morto ‘aperta mão’ da esposa no caixão e familiares interrompem velório

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Além disso, outras testemunhas relataram que o corpo chegou a transpirar e estava se mexendo

Durante o velório de um homem identificado como Raimundo Bezerra de Sousa, de 61 anos, a mulher do falecido tomou um susto depois de ter sentido que a mão dele apertada a dela, na última sexta-feira (16), em São Luís do Curu (CE). Além disso, outras testemunhas relataram que o corpo chegou a transpirar e estava se mexendo no caixão.
O homem passou mal na cadeia de Trairi, onde estava preso e, depois internado no hospital de Itapipoca (CE), acabou falecendo às 22h de quinta-feira passada (15). O corpo foi transportado para São Luís do Curu e chegou para o velório ao redor das 8h30 do dia seguinte.

Por ter percebido que o corpo ainda apresentava sinais vitais, a família do homem entrou em contato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas os profissionais que examinaram o corpo acabaram constatando que ele estava mesmo sem vida.

Mas os familiares ainda não estavam convencidos de que o homem havia, de fato, falecido. Então, decidiram levar o corpo para o Hospital Municipal Antônio Ribeiro da Silva, em São Luis do Curu. Entretanto, mais uma vez foi concluído que Raimundo Bezerra estava morto depois de mais exames. Finalmente, por volta das 18h de sexta-feira (16), o corpo foi sepultado

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