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Shopping Orla oferece serviços a preços populares para fortalecer comércio

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Foto Davi Valle

Cortar o cabelo, ajustar o tamanho da sua calça preferida ou dar aquela geral no celular. Estas são algumas das possibilidades oferecidas no Centro Comercial Popular de Cuiabá (CCPC), onde a oferta de serviços ganha destaque junto à variedade já conhecida do comércio. No Shopping Orla, como é mais conhecido, entre um box e outro, se apresentam alternativas de baixo custo para atrair o cliente e fortalecer o trabalho de dezenas de permissionários que ocupam o espaço.

É o caso da costureira Regina Maximiano, que fez do ofício o ganha pão da família depois de se separar do marido, há 25 anos. No começo produzia apenas lingeries, mas depois de um período de crise, optou pelos consertos em geral. No segundo semestre de 2017 ela chegou ao CCPC. “Tinha minhas máquinas em casa e saía vendendo pela cidade. Depois que vim pra cá passei a fazer de tudo e não tenho do que reclamar. Tem mês que é bom, tem mês que cai um pouco, mas isso é normal em comércio.”

Alguns pontos à frente do seu, está Lindalva Silva, no Salão da Linda. A cabeleireira, que também faz pé, mão e sobrancelha, conta ter sido uma das primeiras a chegar ali, entre 2012 e 2013. Assim como Aparecida de Oliveira, que, no corredor ao lado, grava mensagens personalizadas em camisetas e bodys. “Passamos por muitas dificuldades, principalmente durante as obras da Copa e da Orla do Porto. Tem um ano que começamos a retomar nossas conquistas”, diz a artesã.

Sob administração da Secretaria de Trabalho, Agricultura e Desenvolvimento Econômico, o espaço tem amparo legal para abrigar atividades do tipo. Isso porque no decreto 5587, que estabelece a venda dos mais variados produtos ali, um parágrafo exclusivo é dedicado à regulamentação da prestação de serviços. O documento também determina todas as exigências necessárias para que empreendedores possam se tornar permissionários, obtendo licença para ocupar um box.

Assim, os interessados devem procurar a Secretaria para ter acesso à lista de documentos necessários, como certidão de casamento e certidões negativas com o Município. É preciso também fazer a abertura do Microempreendedor Individual (MEI), facilitada pela Equipe do Centro de Atendimento ao Empreendedor (CAE), que atua no mesmo prédio. O processo leva cerca de dois meses e inclui uma filtragem com visita de assistentes sociais à casa dos candidatos.

Isso garante a segurança e transparência do procedimento, que privilegia cidadãos de baixa renda. No final é emitido um parecer que aponta se a pessoa está apta a preencher o termo de permissão de uso provisório. Depois disso os beneficiários precisaram seguir algumas regras, como a frequência e o pagamento de uma taxa de R$ 80 repassados para a Associação dos Permissionários para a manutenção do espaço. Nenhuma quantia é repassada à Prefeitura de Cuiabá.

O trâmite ainda está fresco na memória do técnico em celulares Antônio Medeiros, que recentemente migrou de um espaço alugado na região do CPA para o Centro Comercial, no Porto. “Quis expandir o negócio, conquistar uma nova clientela e somar com a antiga”, diz. Especialista em marcas como Motorola e Samsung, ele realiza qualquer tipo de reparo, desde troca de tela até reparação de placa. No Facebook, é possível encontrar a página de seu empreendimento, o “Labor Cell Cuiabá”.

O preço do aluguel também foi determinante para a escolha do cabeleireiro Josinaldo Leite, o “Irmão”. Anteriormente instalado na Rua 13 de Junho ele fez com que clientela, já fiel, se acostumasse ao novo endereço, atraindo-a, principalmente pelo preço do cabelo e da barba: R$ 15 cada. A tática é observada também entre manicure, artesã, e outros comerciantes dali, para quem o mais importante é a movimentação de pessoas atraídas pela oferta variada.

 

 

Por  ANDRÉ GARCIA SANTANA

 

 

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‘Personal Chef’ de VG, representa MT no Prêmio Dólmã, considerado o Oscar da gastronomia brasileira

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Considerado o Oscar da gastronomia brasileira, o Prêmio Dólmã neste ano será entregue em Goiânia no dia 07 de dezembro e recebe o ‘Personal Chef’ de cozinha mato-grossense Carlos Miranda como um dos concorrentes.

Carlos trabalha com culinária regional e pratos que valorizam produtos típicos do Mato Grosso, há seis anos ele deixou a profissão de analista de sistemas e decidiu se dedicar à gastronomia.

A votação online esta disponível, até o dia 05 de dezembro. Para votar no representante do Estado que mora em Várzea Grande,  basta acessar:

https://pt.surveymonkey.com/r/votacaoMatoGrosso

Carlos disse em entrevista ao MT de fato que concorre ao prêmio com outros dois chefs do Estado, Jeane e Irapuan.

 

A votação dos internautas equivale a 30% do total geral do resultado final, sendo que a pontuação será calculada ainda com os votos dos jurados.

Perfil

Carlos Henrique Miranda, Paulista e há mais de 30 anos mora em Mato Grosso. Por 17 anos trabalhou na área de gestão. Graduado em Processamento de Dados, Pós Graduação na área de TI e MBA em Gestão Executiva de Marketing.

Sempre apaixonado pela  cozinha é gastrônomo desde 2012,  Professor Universitário de Gastronomia e Personal Chef e ministra curso na área de carnes.

Conheça o trabalho de Carlos Miranda nas redes sociais pelo facebook: Carlos Miranda ou
Insta: @chefemcasa01

Sobre a premiação

Criado em junho de 2013, o projeto do Prêmio Nacional Dólmã foi desenvolvido no meio digital, na plataforma do Facebook. “O objetivo principal é valorizar, divulgar e, principalmente, reconhecer a capacidade profissional dos chefs de cozinha, que contribuem para o aquecimento da economia brasileira”, afirmou o idealizador e organizador do prêmio, o pernambucano Geraldo Guerra Júnior. Segundo ele, a ideia surgiu após um estudo de mercado que identificou a existência de uma demanda reprimida a respeito de um modelo de premiação que, em um único momento, envolvesse profissionais de cozinha de todos os estados brasileiros.

Fonte: Redação

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