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Setor solar fotovoltaico apresenta nova proposta ao Governo de Mato Grosso

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O consenso entre os empresários e profissionais do segmento é de que os incentivos para a geração distribuída sejam mantidos, a partir da entrada em vigor do PLC 53/2019, pelo período mínimo de dez anos.

Os representantes do SINDENERGIA, presidente Eduardo Oliveira, diretor de GD e Energias Renováveis Carlos Rocha e o associado Tiago Arruda, se reuniram na Secretaria de Fazenda do Estado (Sefaz), com o Secretário Rogério Gallo e o Secretário da Casa Civil, Mauro Carvalho, para avaliar proposta do Governo de Mato Grosso para o setor de energias renováveis.

A proposta do Governo previa isentar por 48 meses o ICMS sobre a geração distribuída a partir das fontes renováveis.  Atualmente, o incentivo fiscal é válido pela vida útil dos sistemas, estimada em 25 anos.

A mudança, que afetaria todos os consumidores e projetos já desenvolvidos em Mato Grosso, foi incluída no Projeto de Lei Complementar – PLC nº 53/2019, de origem do Governo do Estado.

O SINDENERGIA e a ABSOLAR indicaram que os primeiros diálogos com o Governo, resultado de mobilização do segmento junto à Assembléia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), sinalizam importantes avanços na postura do Governo, abrindo caminho para a busca de um consenso.

No entanto, a proposta inicialmente apresentada pelo Poder Executivo impossibilitaria novos projetos de geração distribuída renovável no estado, prejudicando empreendedores e consumidores que acreditaram e investiram nesta tecnologia e congelando investimentos em Mato Grosso.

O setor se reuniu nesta terça-feira (09), para trabalhar na elaboração de uma contraproposta. O consenso entre os empresários e profissionais do segmento é de que os incentivos para a geração distribuída sejam mantidos, a partir da entrada em vigor do PLC 53/2019, pelo período mínimo de dez anos.

A nova proposta do SINDENERGIA e da ABSOLAR busca construir um “caminho do meio”, que viabilize o desenvolvimento do setor, sem afastar empregos e empresas de Mato Grosso.

“Estamos abertos ao diálogo e dispostos a encontrar um consenso, mas quatro anos simplesmente não é factível para um setor ainda nascente e repleto de benefícios importantes à sociedade. Fizemos as contas e acreditamos ser possível atingir um meio termo, estabelecendo em Lei o incentivo atual por um período de dez anos, como feito com sucesso no Rio de Janeiro”, esclarece Rodrigo Sauaia, presidente executivo da ABSOLAR.

 O setor propõe ao Governo, ainda, a criação de um Programa de Desenvolvimento da Energia Solar Fotovoltaica, tendo como item estratégico a incorporação de sistemas de energia solar fotovoltaica nos prédios públicos do Estado, como escolas e hospitais, para que o próprio Poder Executivo reduza os elevados gastos com energia elétrica, gerando alívio ao orçamento do Governo e liberando recursos públicos para aumentar os investimentos em serviços à sociedade mato-grossense.

Atualmente, o setor, ainda em fase inicial de estabelecimento e crescimento em Mato Grosso, já trouxe centenas de novas empresas em todo o estado e é responsável por milhares de empregos aos mato-grossenses.

Para o SINDENERGIA e a ABSOLAR, tributar as energias renováveis desestimularia novos investimentos e comprometeria o crescimento do setor em Mato Grosso.

Patricia Xavier / Assessoria

Fotos: Sindenergia

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Hospital Geral promove mutirão de Angioplastia com Stent para pacientes do SUS

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Para reduzir a fila de espera por procedimentos na especialidade cardiológica, o Hospital Geral e Maternidade de Cuiabá (HG) em parceria com a Central de Regulação e a empresa Sonicardio realizaram neste mês de julho, um mutirão para angioplastias com stent coronário.

Segundo a presidente do HG, Dra. Flávia Silvestre, o objetivo é reduzir a grande demanda de pacientes que há muito tempo aguardam por uma consulta ou procedimento nesta especialidade que somos referência estadual. Nosso objetivo é reduzir pelo menos 30% a fila de espera, onde 100% dos pacientes são usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Com o mutirão, estima-se que sejam atendidos somente neste mês 100 pacientes a mais da nossa contratualização de atendimentos. Espero que possamos reduzir o alto índice de demandas paradas na Central de Regulação, e assim podermos proporcionar mais saúde e qualidade de vida para os pacientes”, comenta a presidente.

Doenças cardiovasculares matam 17,3 milhões de pessoas no mundo anualmente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Dessas mortes, 80% ocorrem nos países em desenvolvimentos, entre eles o Brasil.

De acordo com o cardiologista e hemodinamicista da Sonicardio, Dr. Danilo Arruda, a doença da artéria coronária é conhecida popularmente por veia entupida. Ela se manifesta sob três aspectos: Angina de Peito, Infarto Agudo do Miocárdio e Morte Súbita. “A cada dois minutos uma pessoa morre por alguma cardiopatia no Brasil, pesquisas apontam que em 2040 cerca de 50% dos brasileiros terão manifestado alguma doença cardiovascular”, alerta o médico.

Uma das principais causas de óbito no país é o infarto agudo do miocárdio, que tira a vida de até 15% das pessoas atingidas. Os que sobrevivem à contração ou ao entupimento da artéria coronária costumam ser submetidos à angioplastia coronariana.

Dr. Danilo explica que doenças do coração são desencadeadas pelo tabagismo, hipertensão arterial, colesterol alto, diabetes, sedentarismo e estresse, entre outros fatores evitáveis. “O mutirão é promovido em caráter multidisciplinar, para que o paciente receba cuidado integral à saúde com base em orientações nutricionais e farmacológicas”.

Para possibilitar esta ação a equipe da Sonicardio foi composta pelos médicos Danilo Arruda, Danilo Arruda Júnior, Juliano Slhessarenko, Danilo Fadul e Carlos Carretoni contando com a retaguarda da equipe da Unidade de Terapia Intensiva Coronariana (UCO), da Enfermaria da Clínica Cardiológica, e apoio do PRM em Cardiologia.

Atualmente, o tempo médio de espera para uma consulta cardiológica eletiva é de seis meses. Todas as consultas e cirurgias que estão sendo realizadas são custeadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com apoio da Secretaria Municipal e Estadual de Saúde de Mato Grosso.

Flávia ressalta que a equipe médica não mediu esforços para realizar de seis a 10 angioplastias por dia, dando agilidade e alta hospitalar para os pacientes. “Com isso, reduz os custos financeiros e especialmente o custo social e emocional do paciente, que na maioria dos eram provenientes do interior do Estado”.

O cardiologista lembra ainda que essa ação é muito importante para agilizar o atendimento à população, de forma que os pacientes tenham suas demandas diagnosticadas o quanto antes, para se dar o tratamento devido quando for o caso.

Satisfação

Além dos pacientes que estavam na espera, há casos como o de dona Helena de Carvalho, de 73 anos, que necessitava de angioplastia. A aposentada foi informada sobre o mutirão através da Central de Regulação. “Achei maravilhosa a iniciativa dos médicos em fazerem esse mutirão, porque estou na fila há dois meses. Já fiz a angioplastia e posso voltar para casa”, relatou.

Quem ficou satisfeito também foi seu Ramão Benites, de 45 anos, em maio deste ano, ele foi acometido de enfarto e submetido a cateterismo com implante de dois stent farmacológico.

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