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Cultura

Servidores da Sema colaboram com livro sobre bacia do Rio Cuiabá

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O livro digital ‘Bacia do Rio Cuiabá: uma abordagem socioambiental’ organizado por Daniela Figueiredo, Eliana Gaspar e Zoraidy Lima traz em seu conteúdo capítulos feitos por servidores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT).

Dez anos após a publicação do primeiro volume pela Editora da Universidade Federal de Mato Grosso (EdUFMT), a nova edição atualiza os estudos sobre a realidade socioambiental em torno da bacia do Rio Cuiabá, trazendo capítulos que tratam desde a pesca em comunidades ribeirinhas até a gestão ambiental com a política de recursos hídricos.

Ao todo, cinco servidores da Sema-MT participaram do processo de produção do livro como alguns dos autores. A obra, que busca ter uma visão ampliada da área, contou com a colaboração de profissionais tanto do setor público, quanto de pesquisadores e professores.

A servidora Márcia Cléia Santos, que é bióloga e utilizou sua dissertação de mestrado para compor a obra, conta que o livro é um trabalho de muitos profissionais e que contêm todas as perspectivas.“Ele traz a visão do que é o meio ambiente e para que serve a ecologia”, conta.

Márcia comenta que sua dissertação de mestrado foi sobre a linha máxima de inundação do rio e como a vegetação era distribuída nessa variação topográfica. “Percebemos durante o trabalho que há uma mudança na vegetação muito próxima do que é o Pantanal”, detalha ela. A dissertação de Márcia foi incluída no livro: “Foi muito legal participar disso, foi como se fosse um prêmio. A premiação de um grande concurso onde cada um foi contribuindo e ajudando a chegar nesse contexto como um todo”.

Para a seção do livro sobre gestão ambiental, uma das contribuições da Sema-MT foi do engenheiro sanitarista e servidor Luiz Noquelli. Ele relata que a experiência na Secretaria ajudou a elaborar o tema, falando sobre a política dos instrumentos de gestão do estado. Foi feito um levantamento da atual situação dos recursos hídricos de Mato Grosso, tudo focado para a bacia hidrográfica do Rio Cuiabá.

Noquelli também utilizou de informações de seu mestrado em recursos hídricos para compor a obra. Ele afirma que o trabalho da Superintendência de Recursos Hídricos (SURH), com seus dados e monitoramentos, foi primordial para o êxito dos escritos. “Essas informações permitem mostrar hoje como se encontra a bacia do Rio Cuiabá”.

Para o primeiro capítulo do livro, Gabriela Rocha Priante, servidora e secretária executiva do Conselho Estadual de Pesca (Cepesca), utilizou de sua experiência para falar sobre comunidades ribeirinhas e sua dependência da pesca, abrindo assim parte da obra que trata da relação da sociedade e o ambiente.

Servidores da Sema-MT que participaram do livro:

Márcia Cleia Santos
Marizete Caovilla
Sérgio Figueiredo
Gabriela Priante
Luiz Noquelli

Serviço

O livro está disponível para download no site da EdUFMT

Cultura

Mãe Bonifácia, Zé Bolo Flô e Massairo Okamura voltam a fechar às 18h

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Os Parques Estaduais Mãe Bonifácia, Zé Bolo Flô e Massairo Okamura, em Cuiabá, voltam a encerrar suas atividades às 18h devido ao fim do horário de verão. A alteração no horário de funcionamento nas unidades de conservação urbana é realizada todos os anos em respeito aos hábitos noturnos da fauna local. Dessa forma, as visitas aos três parques serão realizadas das 6h às 18h já a partir do próximo domingo.

Considerado o coração verde de Cuiabá, o Parque Estadual Mãe Bonifácia é um dos mais visitados. Para o gerente do Parque, Celso Benedito Pinheiro, é importante que os frequentadores já se organizem para a mudança que acontece neste final de semana. As alterações nos horários acontecem todos os anos seguindo o calendário do horário de verão e busca o equilíbrio entre a visitação e o respeito à natureza.

Proteção integral

As unidades de conservação Mãe Bonifácia, Zé Bolo Flô e Massairo Okamura são do tipo proteção integral. Nesses locais é permitido apenas o uso indireto dos recursos naturais; ou seja, aquele que não envolve consumo, coleta ou danos aos recursos naturais. Entre os usos indiretos dos recursos naturais podemos ter a recreação em contato com a natureza, turismo ecológico, pesquisa científica, educação e interpretação ambiental, entre outras.

Nesse sentido, uma série de regras precisam ser seguidas para que as unidades continuem cumprindo o seu papel biológico e social, entre elas, está a restrição quanto aos animais domésticos, por oferecerem risco à fauna local. Outro ponto importante: os animais não devem ser alimentados. Isso vale para os macacos, por exemplo, que não podem ingerir alimentos destinados a humanos. Também não é permitido o uso de skate, patins ou bicicletas no interior das unidades

Com relação às famílias com crianças, a Sema orienta para que supervisionem seus filhos, pois o espaço dos parques oferece diversos riscos, como galhos secos e pontiagudos, pedras, buracos, animais silvestres e outras situações que podem levar a quedas e ferimentos. Isso vale para as trilhas, parquinho e banheiros.

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