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SENAR-MT e parceiros realizarão 69 Mutirões Rurais em 2019

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Apresentação do balanço de 2018 e alinhamento para os trabalhos de 2019. Esta foi a pauta da reunião dos parceiros do Mutirão Rural, um dos programas mais antigos do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (SENAR-MT), na tarde desta quinta-feira (14.03). A expectativa para este ano é realizar 69 eventos e superar os números de 2018, que é de 68.800 atendimentos.

Com 22 anos, Mutirão Rural leva mais de 30 tipos de serviços para as comunidades rurais mais distantes dos grandes centros urbanos. Dentre eles, atendimento médico e odontológico, palestras de orientação para a saúde, fotografia 3X4, emissão e plastificação de documentos. Mas não é só isso. “Contamos ainda com diversos outros serviços ofertados pela prefeitura e Sindicatos Rurais de cada município onde o evento é realizado”, enfatiza o superintendente do Senar-MT, Otávio Celidonio.

No Mutirão Rural também é ofertado exames rápidos de glicemia, colesterol e trigliceris. Há ainda atividades lúdicas para as crianças, corte de cabelos, jogos educativos, declaração de Hipossuficiência para gratuidade da 2ª via de documentos e até orientação jurídica. Outros serviços como a emissão de declaração de atividade rural, orientações e encaminhamentos ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) também são oferecidos Mutirão Rural.

Para este ano, o Mutirão Rural conta com a parceria do Procon, Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Rotary, Defensoria Pública e Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagri), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec), Justiça Comunitária, Sicredi, Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas) e Univag – Centro Universitário. “As parcerias são fundamentais para o sucesso deste projeto”, destaca Celidonio.

O Mutirão Rural é um dos programas mais antigos do SENAR-MT. Entre 2011 e 2018 levou serviço e cidadania para mais de 166.171 pessoas, em 124 municípios mato-grossenses. Ao todo foram realizados 1.280.905 atendimentos em 521 eventos.

Fonte: Assessoria de Imprensa/Senar-MT

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Noivos serão indenizados por má prestação de serviço

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A lua de mel é um dos momentos mais esperados pelos noivos. Para um casal de Cuiabá, no entanto, a viagem dos sonhos acabou se transformando em um verdadeiro pesadelo. Os noivos adquiriram um pacote de viagem de 4 dias na ilha paradisíaca de San Andrés, na Colômbia, mas ao chegar ao local descobriram que o hotel, na verdade, ficava em outra ilha há 95 km do local esperado e com acesso só por avião ou barco.
Por conta disso, a agência de viagens foi condenada pelo juiz da sexta vara cível de Cuiabá, a pagar o montante de R$ 15 mil a título de danos morais. Inconformado com a decisão a defesa da agência recorreu e teve seu recurso negado pelos desembargadores da Terceira Câmara de Direito Privado.
De acordo com o relator do processo no TJMT, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, a agência de viagens torna-se responsável pela falha na prestação de serviços. “Pois integra a cadeia de fornecedores, devendo ser responsabilizada, nos termos do que preceitua o art. 25, §1º, do CDC, não havendo que se falar na culpa exclusiva de terceiro na forma do art. 14, §3º”, pontuou em seu voto.
Conforme consta no processo, os noivos compraram o pacote de turismo que dava direito a 4 diárias em hotel com passagens aéreas de ida e volta inclusas, pelo valor de R$ 4.329. No dia da chegada, a cidade de San Andrés, ao desembarcar no aeroporto foram informados – pelo motorista do táxi – que o hotel contratado ficava em outra ilha chamada Providência. Com acesso exclusivo via catamarã (embarcação) ou voo fretado.
Depois de encontrar outros estabelecimentos que pertenciam a mesma rede hoteleira, conseguiram se readequar em um quarto totalmente diferente do contratado no pacote de viagem. O local estava em reforma e não contava nem com piscina. Segundo os relatos narrados, o teto do quarto aparentava que iria desabar. Mesmo entrando em contato com a agência de viagens no Brasil, por meio de parentes, os noivos descobriram que não haveria nada a ser feito.
Deste modo, os desembargadores decidiram por unanimidade manter a condenação por danos morais, pois “os contratantes do pacote de viagens foram levados até um hotel e local diverso do desejado e contratado, em plena viagem de lua de mel, fato que, sem sombra de dúvidas, gerou situação de enorme estresse, além da normalidade, ensejando o dever de indenizar pelos danos morais sofridos”, pontou o magistrado no processo.
Fonte: Assessoria- Ulisses Lalio

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