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Educação

Selecionados no Sisu podem fazer matrícula a partir de hoje

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Os estudantes selecionados na chamada regular do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) podem, a partir de hoje (12), fazer matrícula nas instituições de ensino para as quais foram selecionados. O prazo vai até o dia 17. Cabe aos candidatos verificar os dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em edital próprio.

O resultado da chamada única do Sisu foi divulgado segunda-feira (10) e está disponível no site do programa.

Os estudantes selecionados podem pleitear auxílio para pagar transporte, moradia e outras despesas nas próprias instituições de ensino superior, de acordo com determinados critérios, como renda familiar. Os programas de assistência estudantil são implementados diretamente pelas instituições.

Lista de espera
As vagas que não forem preenchidas serão ofertadas para os estudantes em lista de espera. Quem não foi selecionado em nenhuma das duas opções de curso feitas na hora da inscrição na chamada única e quiser integrar a lista tem até o dia 17 para fazer a adesão, no site do Sisu.

O candidato deve acessar o sistema e, em seu boletim, clicar no botão que corresponde à confirmação de interesse em participar da lista de espera do Sisu. O estudante poderá manifestar interesse para a primeira ou segunda opção de curso. Ao finalizar a manifestação, o sistema emitirá uma mensagem de confirmação.

Esses estudantes serão convocados a partir do dia 19. A convocação para a matrícula será feita pelas próprias instituições de ensino. Nessa etapa caberá aos próprios candidatos acompanhar a convocação na instituição na qual estiverem pleiteando uma vaga.

Sisu 2019
Nesta edição, o Sisu oferece 59.028 vagas em 76 instituições públicas de ensino em todo o país. A seleção é feita com base no desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018. Para participar é preciso ter obtido nota acima de zero na redação do exame. Ao todo, 640.205 estudantes se inscreveram no programa, de acordo com balanço divulgado pelo MEC.

 

Redação

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Educação

Luta nacional pela educação e aposentadoria ganha frente de defesa em Cuiabá

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A paralisação nacional em defesa da educação pública e contra o desmonte da aposentadoria nesta terça-feira (13.08), em todo o país, ganhou em Cuiabá uma proposta de luta ainda mais ampla, com o lançamento da Frente em Defesa da Educação Pública e Gratuita, da qual o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) participa.

Após suspender uma greve de 75 dias, os profissionais voltam para as ruas para mais esse enfrentamento, agora integrando um coletivo que exige o fim da mercantilização da educação e da aposentadoria. “Toda essa nossa mobilização é para dizer o que governo brasileiro está fazendo na política nacional e o desmonte daquilo que é essencial para os trabalhadores e trabalhadoras e para a sociedade brasileira”, destacou o presidente do Sintep/MT, Valdeir Pereira.

O presidente do Sintep/MT lembrou ainda que apesar da suspensão da greve, a batalha dos profissionais da educação continua em razão do não atendimento da pauta prioritária dos trabalhadores da educação, que é a defesa da Lei 510/2013. E mais, que os ataques do governo Mauro Mendes não são isolados e integram a agenda nacional.

Segundo a organização da Frente em Defesa da Educação Pública, a greve dos trabalhadores da rede estadual de Educação, que durou mais de 70 dias, foi um dos pontos que culminou na unidade de diversas entidades. Bem como, o corte do orçamento para as universidade, e a entrega da educação pública superior – produtoras de mais de 90% das pesquisas realizadas no país – nas mãos da iniciativa privada. “Precisamos compreender que as políticas implementadas pelos governos tem como objetivo o desmonte dos direitos sociais”, alertou Valdeir Pereira.

O ato na capital teve concentração na praça Alencastro, seguido por passeata pela Avenida Getúlio Vargas, Barão de Melgaço, Isaac Póvoas, Prainha (Tenente Coronel Duarte) até voltar ponto inicial.

Participaram da manifestação da Educação e da Frente em Defesa da Educação trabalhadores e trabalhadoras do Sintep/MT, bem como DCE/UFMT – Diretório Central dos Estudantes da UFMT; UJS – Unidade da Juventude Socialista; Fórum Permanente de Saúde; UNE – União Nacional dos Estudantes; FENET – Frente Nacional dos Estudantes de Ensino Técnico; Sintep-MT; Coletivo Negro; Unidade Classista; UJC – União da Juventude Comunista; Livre-Mente; Intersindical; Sinasefe – Seção Sindical Mato Grosso; Adufmat – Seção Sindical do ANDES; Sintuf – Sindicato dos Servidores Técnico-administrativos.

Assessoria/Sintep-MT

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