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Política Nacional

Segundo Globonews, Jayme Campos é cotado para assumir presidência do Senado; veja vídeo

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A Globonews afirmou em rede nacional ao vivo na noite desta quinta-feira (08), que o senador eleito por Mato Grosso, Jayme Campos (DEM), vem sendo cotado para assumir a presidência do Senado no próximo ano.

A possível candidatura de Jayme à presidência do Congresso foi levantada pela rede de TV, que ainda enfatizou o nome do atual presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM).

 

Ao revelar a possibilidade de Campos assumir a presidência da Casa, a emissora citou o bom relacionamento com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), a quem apoiou nas eleições deste ano.

As articulações para a Mesa, tanto da Câmara quanto do Senado, tem se intensificado nesta semana, quando o presidente eleito foi pela primeira vez a Brasília após ser eleito no 2º turno. Bolsonaro deve participar das articulações, já que não tem interesse em enfrentar resistência  no Senado logo no início da gestão.

O presidente do partido em Mato Grosso, deputado federal e primeiro suplente de Jayme, Fábio Garcia ressaltou durante entrevista ao MT de fato a experiência de Jayme e disse que seria muito bom para Mato Grosso.

“Ele tem bagagem, conhece como ninguém o Congresso e terá condições de ajudar o próximo presidente pelo bom relacionamento que tem com ele”, declarou Fábio.

 

 

Veja o vídeo:

Política Nacional

Reforma da Previdência beneficiará mais pobres, revela ministério

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O crescimento econômico gerado pela reforma da Previdência beneficiará principalmente os 50% mais pobres da população. A conclusão consta de relatório da Secretaria de Política Econômica (SPE), do Ministério da Economia, divulgado em Brasília.

No mês passado, o órgão tinha distribuído nota técnica na qual calculou que a economia cresceria 3,3% em 2023 com a aprovação total da reforma da Previdência, 2,3% com a aprovação parcial e encolheria 1,8% com as regras atuais.
Segundo o documento, a aprovação integral das novas regras poderia gerar até 8 milhões de empregos formais nos próximos quatro anos, mas o ministério não tinha divulgado a distribuição desse crescimento por classes sociais.

Agora, a SPE detalhou o impacto positivo da expansão da economia decorrente da reforma, conforme o nível de renda da população. O levantamento dividiu a população em 10 segmentos, em que o menor corresponde aos 10% mais pobres; e o maior, aos 10% mais ricos, e analisou o aumento da renda em cada faixa em dois cenários.

O estudo considerou o crescimento médio de 3% ao ano da economia até 2023, no caso de aprovação total da reforma, e retração média de 0,5% ao ano no mesmo período, sem mudanças nas regras.

De acordo com a nota técnica, a renda per capita cresceria mais entre os 50% mais pobres da população: de 3,07% por ano em média para o segmento entre 40% e 50% mais pobres a 3,48% por ano para os 10% mais desfavorecidos.

Entre os 50% mais ricos, a renda per capita também subiria, mas em ritmo menor: de 3% ao ano para a faixa entre 40% e 50% mais ricos a 2,63% ao ano entre os 10% mais ricos.

desemprego
Até 8 milhões de empregos com carteira assinada podem ser criados se a reforma da Previdência for aprovada  (Arquivo/Wilson Dias/Agência Brasil)

“A Nova Previdência traz ganhos a todos os brasileiros, mas favorece, particularmente, aqueles com renda mais baixa, cuja renda média terá maior aumento.

As condições econômicas geradas pela Nova Previdência, elevando o emprego, reduzindo a informalidade e estimulando investimentos são fundamentais para o desenvolvimento de uma economia capaz de garantir condições mais seguras aos mais pobres no hoje e no amanhã”, destacou o documento da SPE.

Empregos formais

Conforme o levantamento, dois fatores beneficiarão as camadas mais pobres da população. Em primeiro lugar, o crescimento da economia aumenta a criação de empregos formais e reduz a informalidade, que afeta 91,64% dos 10 % mais pobres e apenas 18% dos 10% mais ricos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a SPE, até 8 milhões de empregos com carteira assinada seriam criados caso a reforma da Previdência fosse aprovada na totalidade.

A segunda razão para o crescimento da economia ter efeitos mais benéficos sobre as menores faixas de renda é a possibilidade de que a inclusão no mercado formal de trabalho aumente os gastos dessas famílias em educação e saúde.

Fonte: Agência Brasil

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