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Política MT

Secretária de Taques diz que MT possui escolas que não viam obras há 40 anos

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A professora da rede pública e atual secretária de Estado de Educação, Marioneide Angélica, concedeu entrevista à rádio Vila Real FM nesta terça-feira (07.08), onde contou que, sob o comando de Pedro Taques, o Governo reformou o que classificou como “a pior escola” que ela já havia visto ao longo dos 32 anos de carreira. Trata-se da Escola Estadual Luciene de Cardoso Oliveira, no município Peixoto de Azevedo (659 km de Cuiabá), que nunca havia sido enxergada pelo poder público.

Segundo o relato da secretária feito ao vivo, equipes técnicas da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) informaram que desde que começaram a percorrer o Estado no início do mandato de Taques, identificaram a situação crítica da infraestrutura das escolas deixada pelas administrações anteriores.

“Encontramos unidades escolares há 40 anos sem sequer uma mão de tinta, caindo aos pedaços. Hoje há um imenso trabalho feito de recuperação das unidades, mais de 296 passaram por manutenção e pintura. Depois de 32 anos como professora, eu tive a tristeza de encontrar a pior escola que já vi na minha vida em Peixoto de Azevedo: a Luciene de Camargo. E o Governo Taques, imediatamente, graças a Deus, tomou providências. Nossa primeira ação foi tirar as crianças daquele espaço, locar um espaço para dar dignidade para elas. Agora, estamos construindo uma nova escola para essas crianças”, relatou.

De acordo com dados da Seduc, a obra da nova sede da Escola Estadual Luciene de Cardoso Oliveira está orçada em R$ 7,2 milhões e está em andamento. Ao todo, a unidade possui 18 salas de aula.

Questionada por um ouvinte ao vivo sobre os motivos que levariam a população a votar novamente em Taques nestas eleições, Marioneide afirmou que basta que sejam analisadas as entregas da gestão. “Mato Grosso não possuía nenhuma escola em tempo integral, onde o filho do trabalhador tem a oportunidade de estudar o dia inteiro e ter melhor aprendizagem. Em 2015, tínhamos quatro escolas em tempo integral, em 2017, já eram 14 e, hoje, temos 40. Nossos alunos tem a oportunidade de estar na escola o dia todo, fortalecer seu processo de aprendizagem”, disse.

Ela usou como exemplo a Escola Estadual Rafael Rueda, localizada no bairro Pedra 90, em Cuiabá. A unidade já registrou, conforme a secretária, 58 atos infracionais por parte de alunos em um ano. “O Governo Taques tornou essa unidade uma das 40 que oferecem aulas em tempo integral. Em 2017, nenhum ato infracional foi registrado lá. Isso é resultado prático de um trabalho bem feito”, defendeu.

A chefe da pasta ainda lembrou que havia apenas uma Escola Tiradentes, criada há 30 anos no estado e que, atualmente, já há 8 escolas militares em funcionamento. Além disso, ela informou que foram entregues 45 novas escolas.

“A situação era difícil. Nós chegamos a encontrar unidades com crianças estudando em baias de cavalo, em parques de exposições, ou seja, instalações inadequadas. Esta administração substituiu prédios antigos, onde não havia qualquer infraestrutura. Sabemos que ainda há muito a ser feito, ainda existem muitos desafios na Educação, mas os problemas não começaram três anos atrás e, portanto, não seriam finalizados em tão pouco tempo”, disse Marioneide.

Para finalizar, a secretária lembrou as crises financeiras enfrentadas por todo o país. “Apesar de todas as dificuldades, o governador Pedro Taques teve o compromisso de melhorar as condições de vida do trabalhador da Educação. Quando se verifica que o profissional da Educação teve 52% de aumento salarial, significa que este Governo fez a opção de valorizar os profissionais para que, lá na ponta, o filho do trabalhador tenha o atendimento adequado, a qualidade do ensino. Encontramos algumas dificuldades no processo, mas isso faz parte porque desafio da Educação é muito grande”.

Fonte: Assessoria

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Política MT

Prefeitos da Baixada Cuiabana articulam disputa pela presidência da AMM; Prefeito de Poconé pode encabeçar chapa

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Para “quebrar” a hegemonia do atual presidente da AMM, Neurilan Fraga (PSD) – que pretende disputar novamente a presidência da instituição, outros grupos já começaram se movimentar.
O atual vice-presidente o prefeito de Água Boa (747 km de Cuiabá), Mauro Rosa da Silva (PSD) – o Maurão e o prefeito de Araguainha (467 km de Cuiabá), Sílvio José de Morais Filho (PSD), já iniciaram as conversas e colocaram literalmente o “bloco na rua”. Ambos já iniciaram a articulação juntos aos prefeitos para reforçar suas candidaturas.
Neurilan que desistiu de disputar por uma vaga na Câmara Federal, conseguiu manter-se à frente da AMM, nos últimos dois anos, após manobra aprovada na calada da noite e com conivência de vários prefeitos que aprovaram que o cargo de presidente possa ser ocupado por pessoas sem mandato eletivo.
Mesmo reconhecendo toda a luta em prol dos municípios nos últimos anos e os embates travados com o governo para regularizar pendências com várias cidades, prefeitos da Baixada Cuiabana, decidiram montar um bloco para definir que rumo devem tomar, se lançar uma chapa, ou compor com um grupo, onde o espaço seja garantido.
O nome apontado por boa parte dos prefeitos da Baixada é do prefeito de Poconé, Tatá Amaral (PR), que saiu fortalecido nas eleições de 07 de outubro, conseguindo expressiva votação para os candidato apoiados pelo seu grupo.
Em entrevista ao MT de Fato, Tatá enfatizou o trabalho de Neurilan, seus projetos, mas revelou que os prefeitos da Baixada querem participar efetivamente do processo no próximo mandato na instituição.
Amaral não confirma seu nome, mas disse que um diálogo será aberto na próxima semana com outros prefeitos para tomar uma decisão coletiva que contemple os representantes das cidades como Nossa Senhora do Livramento, Rosário, Jangada, Rosário Oeste, Santo Antônio de Leverger, Acorizal, Jangada.
A votação para eleger a nova presidência da AMM está marcada para 7 de dezembro. As chapas deverão registrar candidatura até 21 de novembro.

A AMM é uma associação que possui um orçamento anual próximo de R$ 5 milhões, conforme balanços contábeis disponíveis de 2017. Já o salário do presidente da associação soma mais R$ 20 mil mensais.

 

Fonte: Elisangela Neonuceno-MT de fato

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