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Política MT

Rogerinho cobra que empresa refaça serviço de pavimentação asfáltica no bairro Ikaray

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O vereador por Várzea Grande, Rogério França Martins – Rogerinho da Dakar (PV), cobrou durante sabatina do secretário municipal de Viação e Obras, Luiz Celso de Morais Oliveira, na noite desta quarta-feira (08), na Câmara Municipal, que a empresa responsável pela obra do PAC no bairro Jardim Ikaray seja notificada para refazer a obra.

Rogerinho alertou que o serviço concluído em 2018, já apresenta inúmeros problemas, como buracos, rachaduras, o que ocasiona transtornos para a comunidade.

O parlamentar lembrou que todas as obras, tem garantia de cinco anos e que o secretário deve ser enérgico na cobrança, para que o asfalto seja reconstruído, com todas as qualidades técnicas exigidas no contrato.

Em 2018 foram realizadas obras de esgotamento sanitário, drenagem e pavimentação asfáltica no Jardim Ikaray, dentro do pacote de obras do PAC lançado pela prefeitura municipal, que contemplou outros bairros como Frutal de Minas e Jardim Paula II.

“Temos que ter critérios na seleção destas empresas, mas como o serviço já foi realizado, peço ao senhor secretário que exija que o trabalho seja realizado novamente, uma vez que está praticamente deteriorado, o asafalto que foi entregue aos munícipes, vou fiscalizar, pois é recurso público, quero um serviço de qualidade”, finalizou.

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Política MT

Governo de MT estuda demissões de servidores efetivos em estágio probatório

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O governo estadual disse na sexta-feira (24) que não descartaria a possibilidade de demitir servidores em estágio probatório para conseguir equilibrar as contas públicas. Segundo o secretário Estadual de Fazenda, Rogério Gallo o executivo poderá adotar a providência que é permitido Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

De acordo com o secretário a situação econômica do estado é preocupante e o governo tem estudado alternativas para cumprir a LRF e a determinação do Ministério Público Estadual (MPE) de que haja controle rígido das despesas.

“Desde o início do ano, o governo tem comunicado a sociedade que nós temos que ter um equilíbrio nos gastos públicos”, reforçou.

Segundo Rogério, o governo não tem a intenção de demitir servidores. Entretanto é uma possibilidade, caso não haja outras alternativas.

“Essa é uma das possibilidades que a lei coloca. Tenho dito que isso não é desejável e não é o que o governo quer. Nós vamos adotar todas as medidas antes de chegar a algo tão contundente quanto isso”, afirmou.

Gallo comentou ainda que não adianta fazer gasto exclusivamente em pessoal e deixar as despesas de manutenção de hospitais, escolas, estradas em segundo plano. E reafirmo que além do controle de gastos relacionados aos servidores públicos, vem ponderando em outras áreas que também são fundamentais.

Caso as demissões sejam necessárias, seriam de servidores contratados e efetivos em estágio probatório. A medida teria um impacto de R$ 800 milhões na folha de pagamentos que, atualmente, está acima do previsto na LRF.

“Essa controle de gastos é como fazemos na economia doméstica, em casa. E mesmo que exonerássemos servidores efetivos em estágio probatório, talvez nós não conseguíssemos reduzir o gasto do poder executivo”, declarou ele.

O secretário explicou que, caso o governo opte por demitir, não seria uma alternativa ilegal, mas com base no que é permitido por lei.

Por G1

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