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Várzea Grande

Proposta para reduzir número de parlamentares é reprovada em Várzea Grande

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A emenda 02/2018 alterando o parágrafo 2º do artigo 16 da Lei Orgânica do Município (LOM), de autoria do presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Fábio José Tardin, o Fabinho (DEM), que propõe redução do número de parlamentares de 21 para 17, foi reprovado na sessão ordinária dessa quarta-feira (14.08). Na primeira votação a proposta precisaria de 14 votos favoráveis, porém recebeu apenas nove e 12 votos contrários.

Mesmo com a desaprovação na primeira votação, ainda voltará ao plenário para segundo turno na sessão do dia 28 de agosto.

Fabinho declara que com a redução a Casa poderá melhorar o salário dos servidores. “Não tem Câmara em nosso Estado onde os trabalhadores recebam um salário mínimo, sem os descontos. Hoje temos dinheiro no caixa, por causa da gestão, da transparência. Estamos cortando na carne, ainda não estamos licitando o que queremos”, declara.

Tardin também argumentou: “Aprovando, Várzea Grande vai deixar um exemplo para o Brasil inteiro, logo, a Câmara Federal, o Senado Federal vão se espelhar em nós. Foi uma irresponsabilidade lá atrás mudar de 13 para 21. Queríamos construir uma Câmara nova, retornar o duodécimo para o Executivo para investir na saúde, na educação, em especial em uma Unidade de Pronto Atendimento do bairro São Mateus”, ponderou.

Contrário ao projeto que define como vai funcionar a próxima legislatura, os vereadores Ícaro Reveles e Carlos Garcia, ambos do PSB, externaram na tribuna seu posicionamento: “A lei fala que tem que ter até 23 vereadores, estamos com 21. Eu não vejo razão plausível pra reduzir as vagas”, disse Garcia.

Reveles disse não conseguir ver a dificuldade financeira na Câmara, com o aumento de 13 vereadores para 21 ocorrido em 2013. Segundo ele, no próprio projeto não foi apresentada nenhuma planilha demonstrando essa realidade. Além disso, Ícaro concordou com o colega de partido e considerou a Emenda Constitucional de 2009 como uma conquista.

“Essa emenda institucional número 58 é uma vitória popular porque antigamente a política era só para a elite e ela proporcionou que todas as classes pudessem ser representada. Enquanto representante do povo, acredito que essa decisão deve ser tomada pelo povo, e eles não foram ouvidos. A diminuição de vereadores só vai beneficiar quem tem mais dinheiro, quem tem mandato. Como os candidatos mais humildes irão conseguir dentro de uma campanha disputar com os ‘grandes’?”. Esse projeto vem contra a renovação, portanto, dentro do processo democrático de representatividade devemos votar contra o projeto”, disse Reveles.

Já a colega de partido, a vereadora Gisele Aparecida de Barros, a Gisa Barros (PSB) e o vereador Edilei Roque Cezaro, o Neni Chimarrão (PTC) se posicionaram favoráveis à proposta de redução e ambos criticaram o argumento referente à “perda” de representatividade e renovação na Casa.

“Se eu for analisar a representatividade na minha primeira vez como candidata eu fui a décima sexta e fiquei de fora, então é bem complexo analisar a representatividade por esse lado. Vejo que tem que reduzir sim, porque não consigo contratar assessores com nível superior dentro do meu gabinete porque não tem salário digno dentro desta Casa de Leis. O melhor salário dentro de um gabinete é de R$ 1,2 mil. Fiz a sugestão sim, dentro do meu parecer que toda economia feita dentro da Câmara seja para reestruturação e o aumento salarial dos nossos servidores de gabinete”, declara Barros.

Votaram a favor da proposta os vereadores: Fábio Tardin (DEM); Benedito Francisco Curvo, o Chico Curvo (PSD); Rogério França Martins, o Rogerinho da Dakar (PV); Gisele Aparecida de Barros, a Gisa Barros (PSB); Edilei Roque Cezaro, o Neni Chimarrão (PTC); Gidenor Anselmo de Menezes, o Gordo do Goiano (PTC); Pedro Paulo Tolares, o Pedrinho (DEM), Cleyton Nassarden Guerra, o Sardinha (PTB) e Valdemir Bernardino de Souza, o (DEM).

Foram contrários à redução de parlamentares na Casa, os vereadores: Ícaro Reveles (PSB); Carlos Garcia (PSB); Rodrigo Coelho (PTB); Miguel Baracat (PSC); Miguel Angel, o Dr Miguel (PSDB); Ivan dos Santos (PRB); João Tertuliano de Barros, o Joaozito (DEM); Joaquim Antunes de Souza (PSDB); Nilo Campos (DEM); Jânio Calistro (PSD); Carlindo Neto (PV); e Claido Celestino Batista, o Ferrinho (Avante).

Fotos: José Wallison

Texto : Adriana Assunção

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Várzea Grande

Homem é preso no Residencial Jequitibá após agredir esposa e adolescente grávida

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A PM foi acionada para se deslocar até ao Residencial Jequitibá, onde segundo informações estaria ocorrendo uma confusão generalizada.

Chegando ao local, os policiais se depararam com o suspeito em frente a residência, assim que percebeu a  presença da guarnição, ele tentou fugir pelo matagal.

Após a fuga, os militares fizeram contato com a denunciante, que é menor de idade e está gestante de dois meses.

A menor relatou que foi agredida pelo padrasto, que com uma faca ameaçou raspar o cabelo e matá-la em seguida.

A briga começou assim que a adolescente tentou proteger a mãe das agressões de João Paulo.

As vitimas relatam ainda que não é a primeira vez que este fato ocorre e que temem pela vida, pois segundo elas, o suspeito faz parte de uma facção criminosa.

Em seguida, a viatura recebeu uma chamada  via Ciosp, avisando que o homem foi detido por populares na Rua 11, do residencial. Segundo os moradores, o agressor, teria invadido uma das residências da rua.

Ele foi reconhecido pelas vitimas. Diante dos fatos a guarnição conduziu o suspeito ate a Central de Flagrantes para registro de boletim de ocorrência.  Ele apresentava várias lesões pelo corpo provocada por populares no momento da sua detenção.

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