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Presidente define meta para implantação de PJe 2.0

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O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador Rui Ramos Ribeiros, definiu o cronograma para a implantação da versão 2.0 do Processo Judicial Eletrônico (PJe), no âmbito do Poder Judiciário mato-grossense. A atualização do sistema respeitará a recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e se efetivará até o dia 10 de setembro. Para tanto, foram estabelecidas metas de capacitações para servidores, magistrados e operadores do Direito. Além disso, estão suspensos os prazos processuais entre os dias 10 a 14 de setembro.
“A atualização do sistema vem para aperfeiçoar a usabilidade da ferramenta processual, já implantada em todo o país e, dessa forma, aperfeiçoar ainda mais a prestação jurisdicional, facilitando o acesso ao Poder Judiciário”, afirmou o desembargador Rui Ramos.
As ações para a concretização da atualização foram definidas em reunião de Nível 2 (N2), no último dia 27 de julho. Ao longo do encontro, foram apresentados alguns dos benefícios da nova versão, tais como: inclusão de mais de 100 melhorias ou novas funcionalidades; adaptação de acessibilidade; melhoria de performance; novo painel do magistrado e servidores; melhoria de usabilidade; otimização de recursos de infraestrutura; adoção do PJe Office para assinatura; compatibilidade com versões mais recentes dos navegadores etc.
De acordo com o gestor de projetos da TI, Rafael Brecailo Kloeckner, há mudanças significativas no sistema. “Entre os destaques podemos falar da nova navegabilidade (layout); da liberdade para uso de qualquer navegador; novos painéis de trabalho; etiquetas em vez de caixas; organização de tarefas em painéis; assinatura mais rápida de documentos. Enfim, são muitos pontos que devem ser observados e enumerados”, pontou.
Rafael salientou também que os painéis estão mais limpos e leves. “O acesso aos processos e aos seus detalhes também foram melhorados. A pesquisa localiza o processo em qualquer lugar, mesmo estando dentro de caixas. A página inicial de acesso ao serviço PJe também mudou. Agora, é mais leve e mais rápida, isto porque não é mais necessário esperar pelo carregamento do botão ‘Acessar com certificado digital’”, explicou.
Confira o cronograma
As determinações foram assinadas pelo presidente do TJMT e circularam no Diário da Justiça Eletrônico de segunda-feira (6 de agosto). A fim de direcionar o planejamento da implantação da versão 2.0, foram definidas as entregas para garantir a execução das ações de forma sistematizada, que deverão ser concluídas no mês de agosto do corrente ano, conforme o plano de ação abaixo:
13/08 a 15/08 – Reciclagem dos instrutores na versão 2.0.
27/08 – Será realizada apresentação das principais alterações da nova versão para os 11 polos do Estado.
28/08 – Será realizada apresentação das principais alterações da nova versão para os servidores dos gabinetes do TJMT e da Turma Recursal.
10/09 a 14/09 – Serão disponibilizados aproximadamente 21 multiplicadores reciclados para auxiliar na implantação da versão 2.0 com o objetivo de oferecer suporte às seguintes comarcas: Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Alta Floresta, Cáceres, Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste, Água Boa, Colíder, Nova Mutum e Campo Verde.
Confira todas as informações na página 91 do DJe .
Fonte: TJ-MT

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Jovens têm menos chance de contratação e mais de serem demitidos

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O mercado de trabalho é mais severo com as pessoas de 18 a 24 anos. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os jovens enfrentam mais dificuldades para conseguir trabalho e, quando empregados, são os mais vulneráveis à demissão.

“A probabilidade de o jovem estando desempregado conseguir emprego é menor do que os outros trabalhadores. E uma vez empregado, a probabilidade de ele ser demitido é muito maior do que a dos outros trabalhadores. É uma conjuntura muito ruim para os jovens”, analisa a diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, Maria Andreia Parente Lameiras.

Rio de Janeiro - Jovens participam do projeto Agentes de Promoção da Acessibilidade, no qual recebem noções de Libras, audiodescrição e legislação inclusiva  (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Entre as pessoas de 18 a 24 anos, houve retração de 1,3% na taxa de ocupação no trimestre móvel Fernando Frazão/Agência Brasil

De acordo com a Carta de Conjuntura publicada pelo instituto nesta nessa quarta-feira (20), o crescimento da população ocupada perdeu ritmo ao longo de 2018 e na passagem do ano. O estudo é feito com base nos dados da Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No trimestre (móvel) formado pelos meses de novembro e dezembro do ano passado e janeiro deste ano, a taxa de crescimento da ocupação (trabalho formal ou informal) foi de 0,9%. Entre as pessoas de 18 a 24 anos, não houve crescimento e sim, retração de 1,3%.

Segundo Andreia Lameiras, os jovens são mais penalizados porque têm menor experiência profissional e podem demandar mais treinamento para ingressar no trabalho. “Quando a economia está em crise, e uma empresa vai dispensar trabalhadores, [o empresário] acaba por afastar aqueles que julga que a saída irá impactar menos na produtividade”. Além disso, “sempre pesa o fato de que os mais jovens não são chefes de família”, lembrou a diretora.

Lameiras ressalta que mesmo no mercado informal e no trabalho por conta própria, os mais jovens desempregados têm mais dificuldades de ingresso. Assim, agrava-se a possibilidade de que desistam de procurar trabalho, mantenham-se como dependentes, e ingressem no contingente de “desalentados”. Em janeiro, a taxa de pessoas desalentadas (todas as idades) teve alta de 6,7% na comparação com o ano anterior.

Nota do Ipea acrescenta que a lenta recuperação do mercado de trabalho, com regressão da ocupação entre os mais jovens, “vem gerando aumento no número de domicílios que declararam não possuir renda de trabalho”.

De acordo com o Ipea, a Pnad do IBGE registrou cerca de 16 milhões de casas sem renda proveniente do trabalho no último trimestre de 2018, “o que equivale a 22,2% das quase 72 milhões de residências no país”. No mesmo período de 2017, a proporção era de 21,5%. Antes da recessão [final de 2013], o percentual era de 18,6%.

 

Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil

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