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Prefeito presta homenagem à matriarca da família Coutinho

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Uma das famílias mais tradicionais da cuiabania está em festa. A matriarca, Hermínia Infantino Coutinho, completa na data de hoje, 11 de janeiro, 100 anos. O prefeito Emanuel Pinheiro faz questão de prestar homenagem a uma personalidade que já contribuiu muito com a Capital.

“Dona Zilza como é carinhosamente chamada entre os familiares e amigos sempre fez questão em repassar de geração para geração o verdadeiro significado da família. Para ela o que mais importa, mesmo diante de tantas dificuldades, é a união familiar que sempre esteve acima de todas as coisas. Ficamos honrados em saber que temos em nosso meio uma pessoa de tão grande valor”, reforça Pinheiro.

 

A filha mais velha, Zildinete Coutinho, foi breve, porém clara e bem objetiva ao dizer que sua mãe dedicou a vida para família. Seguindo o exemplo dos pais, dona Zilza é muito religiosa e educou os filhos no mesmo caminho. “Posso resumir minha mãe em uma simples palavra, bondade. Pessoa carinhosa, sempre de bem com a vida, na busca constante de ajudar as pessoas com boa educação, para mim ela é um exemplo. Criou os 10 filhos com muita dedicação e carinho. Minha mãe é tudo para mim”, comentou.

 

Considerada como sua avó do coração, a viúva do saudoso jornalista Marcos Coutinho, falecido em 2013, Izabel Coutinho fez questão em prestar essa rica homenagem. “Dona Zilza é um exemplo de mulher, sempre dedicada, de muita fibra, meiga, carinhosa, mãe e avó exemplar”.

Dona Hermínia Infantino Coutinho, “Zilza”, é cuiabana, nascida em 11 de janeiro de 1919. Casou-se no município de Poxoréu, em 25 de julho de 1937, tendo seu primeiro filho em 02 de junho de 1938. Com dez filhos, sendo os nomes todos com a letra Z em sua homenagem e hoje tem 21 netos e 40 bisnetos.

A comemoração será numa chácara da família no Coxipó. Uma deliciosa feijoada irá marcar essa importante data entre a família e amigos mais próximos.

 

POR CAROLINA MIRANDA

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Recém-formados poderão prestar serviço obrigatório ao governo

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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) está avaliando um substitutivo ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 352/2015, que pretende tornar obrigatória a prestação de serviços públicos a todos os recém-graduados de instituição pública de ensino superior ou de curso financiado com recursos públicos. Todavia, para que não haja prejuízos aos projetos pessoais e profissionais dos recém-formados, a proposta prevê que os serviços deverão ser prestados no período máximo de um ano.

O substitutivo foi apresentado pela relatora, senadora Zenaide Maia (Pros-RN), e estava na pauta da CAS desta quarta-feira (20). Zenaide prevê que as peculiaridades de cada profissão devem guiar as jornadas de trabalho e as remunerações, que serão definidas em regulamento. Os demais senadores, no entanto, pediram mais tempo para analisar o texto.

Proposta ampliada

O PLS 352/2015 resultou da Sugestão (SUG) 20/2011, apresentada durante a primeira edição do programa Jovem Senador, promovido pelo Senado. O autor é o jovem senador Rodolfo Fontenele, do Piauí. Aprovada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), a sugestão foi transformada em projeto em 2015 e, agora, aguarda a decisão da CAS.

Originalmente, apenas os profissionais de saúde formados em universidades públicas estariam obrigados a prestar serviço em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), por dois anos e em tempo integral. Em seu relatório, Zenaide Maia julgou a ideia inovadora e apresentou uma nova redação ao PLS 352/2015, tornando-o mais abrangente.

A relatora considerou procedente o argumento de que faltam recursos humanos para o sistema público de saúde, mas ressaltou que os problemas relacionados à falta de pessoal não se restringem a essa área. Para ela, ampliar o enfoque possibilita tratamento justo e isonômico a todas as profissões, “essenciais para o aprimoramento dos serviços prestados”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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