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Polícia prende suspeito de compartilhar fotos nuas de mulheres após ameaçá-las em redes sociais

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Um homem de 36 anos foi preso em flagrante na segunda-feira (07) após compartilhar vídeo íntimo de uma mulher, sem seu consentimento, na cidade de Jauru (425 km a Oeste).

A prisão de Ernandes Rodrigues ocorreu em uma residência no Distrito de Lucialva e foi efetuada por policiais civis da Delegacia de Jauru. As investigações apontaram que o suspeito criou perfil falso em uma rede social (Facebook), com fotos de outros homens de modo a ludibriar vítimas, em sua maioria mulheres jovens, as convencendo a enviar nudes e e outros conteúdos eróticos.

De posse das imagens, o suspeito coagia as mulheres a enviar mais fotos para que não enviasse o material para pessoas próximas delas, como amigos e parentes, caso negassem seus pedidos.

O flagrante que resultou na prisão diz respeito a uma ocorrência em que o investigado havia acabado de encaminhar mensagens e fotos pornográficas para a sobrinha de uma vítima através de um aplicativo de mensagens, na segunda-feira (07).

No momento que os policiais chegaram até o suspeito e o entrevistaram, ele confessou o cometimento do crime. Ele disse que utilizava seu celular para se comunicar com as vítimas e repassar as mensagens pornográficas para terceiros.

O celular foi apreendido e o suspeito encaminhado para a delegacia, onde foi autuado em flagrante pelo crime de “divulgação de pornografia através de sistema de informática e telemática sem o consentimento da vitima (Art. 218-C do Código Penal)”.

O suspeito foi encaminhado para audiência de custódia.

Assessoria de Comunicação Social/PJC 

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Setor de Desaparecidos pede ajuda para localizar parentes de mulher

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Maria Lourenço Henride da Silva, 46 anos, procurou o Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), da Polícia Judiciária Civil, em Cuiabá, pedindo ajuda para encontrar sua mãe ou outro parente.

A mãe, que supostamente se chama Saturnina da Silva, nunca conheceu. “Quero encontrar meus pais. Quero encontrar minha mãe ou algum parente, um irmão, um primo, avó, tio. Alguém que seja do meu sangue. Tenho essa idade e até hoje não consegui descobrir quem são meus parentes. Quero saber minha origem”, contou.

Ela pouco se lembra de sua infância e juventude. Foi criada em casas de famílias, passou por lares assistenciais e também ficou internada na antiga Fundação Centro de Atendimento Socieducativo ao Adolescente (Febem).

“Fui criada na casa de famílias boas e na Febem. Tive o azar de não ser adotada por ninguém. Tanto é que minha certidão de nascimento foi feita quando eu tinha 14 anos, através dos exames que fazem das mãos (papiloscopia), dai que me deram um nome, uma idade, uma nacionalidade e o nome de uma suposta mãe, Santurnina  da Silva, mas eu não sei se é, de onde é”, fala. “Não tenho lembranças de rosto, de nome, de cidade, de nada”, complementa.

Maria Lourenço conta que já morou em São Paulo com uma família, que depois foi para Brasília, onde sofreu violência doméstica. “Dai eu fugi dessa casa e tive problemas e conheci um homem na rua (…) quando engravidei”, afirma.

Maria Lourenço Henride da Silva hoje mora no bairro Três Poderes, em Cuiabá ,  é mãe de quatro filhos.

Parentes dela podem estar morando na região de Cáceres ou na Baixada Cuiabana. Qualquer informação que possa ajudar na localização de paredes dela podem ser encaminhadas ao Setor de Desaparecidos da Polícia Civil no telefone (65) 3901-4823 ou (65) 9 9982-7766 (Whatsapp).

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